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Manutenção Produtiva Total – A Bíblia do TPM

R$64,00

TPM (Total Productive Maintenance – Manutenção Produtiva Total) significa a falha zero e quebra zero das máquinas, concomitantemente com defeito zero nos produtos e perda zero no …

592 páginasAutor(es): Haroldo RibeiroISBN: 978-85-371-0370-8
Sumário

Sumário

Lista de Siglas e Abreviaturas
Introdução
CAPÍTULO 1 - Fundamentos do TPM
1. Origem
2. Conceitos
3. Etapas de Implantação
4. Benefícios
5. Contextualizando o TPM
5.1. TPM e a Gestão pela Qualidade Total
5.2. TPM e Kaizen
5.3. TPM e Just-In-Time (ou Lean Manufacturing)
5.4. TPM e as Normas ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001
CAPÍTULO 2 - A Eficiência Global do Equipamento - OEE
1. Os 16 Tipos de Perdas
2. Como Calcular o OEE em Processos Seriados
2.1. Perda por Parada Acidental
2.2. Perda Durante a Mudança de Linha
2.3. Perda por Pequenas Paradas ou Operação em Vazio
2.4. Perda por Queda da Velocidade de Produção
2.5. Perda por Defeito de Processo
2.6. Perda por Defeito no Início do Processo
3. Como Calcular o OEE em Processos Contínuos
3.1. Perdas por Paradas de Manutenção
3.2. Perdas por Ajuste de Produção
3.3. Perdas por Falha do Equipamento
3.4. Perda por Falha do Processo
3.5. Perdas Normais de Produção
3.6. Perdas Anormais de Produção
3.7. Perdas por Produtos Defeituosos
3.8. Perdas por Reprocessamento
4. Perguntas e Respostas Sobre o Cálculo do OEE
4.1. Como calcular OEE em linhas que trocam os produtos com muita
frequência?
4.2. Como calcular OEE em máquinas, linhas ou processos que estão
ociosas por questão de demanda?
4.3. Como calcular OEE em máquinas, linhas ou processos que não são
gargalos?
4.4. Como calcular OEE em máquinas que possuem stand-by
(reservas prontas para entrar em operação)?
4.5. Como definir a produção teórica?
4.6. Como definir meta de OEE?
4.7. Como avaliar OEE de processos em que a qualidade da matéria-prima
varia ou é imprevisível?
4.8. As paradas por problemas administrativos influenciam no OEE?
4.9. As paradas para limpeza de rotina influenciam o OEE?
4.10. As possíveis paradas para atividades de Manutenção Autônoma
(ou Proativa) influenciam o OEE?
4.11. A queda de rendimento por fadiga do operador deve prejudicar o OEE?
4.12. As paradas por cumprimento de meta de produção deve interferir
no OEE?
4.13. A inclusão de ações corretivas dentro das atividades de manutenção
preventiva prejudicam o OEE?
4.14. As paradas de oportunidades prejudicam o OEE
4.15. O OEE em determinado dia pode ser superior a 100%?
5. Exemplos de Gráficos de OEE
CAPÍTULO 3 - Visão Geral da Metodologia de Implantação
1. Visão Geral das Etapas de Implantação do TPM
2. A Escolha do Equipamento Piloto
3. A Estratégia de Replicação
CAPÍTULO 4 - Decisão e Declaração pela Alta Administração
1. Informações Prévias Antes da Tomada de Decisão
2. Anúncio da Decisão de Implantação do TPM
CAPÍTULO 5 - Treinamento Introdutório
1. O Treinamento Introdutório
2. A Divulgação
CAPÍTULO 6 - Estrutura de Implantação
1. Escolha do Gestor, Secretaria, Comitê e Comissões do TPM
2. Atribuições do Comitê e Comissões do TPM
3. Criação da Estrutura de Grupos de Melhorias
4. Exemplo Real
CAPÍTULO 7 - Definição de Diretrizes e Metas Globais
1. Definição de Diretrizes do TPM
2. Definição de Metas Globais
3. Exemplo Real
CAPÍTULO 8 - Elaboração do Plano de Implantação
1. Conteúdo do Plano
2. Etapas de Elaboração do Plano
3. Validação do Plano
4. Exemplo Real
CAPÍTULO 9 - Lançamento do TPM
CAPÍTULO 10 - 5S Como Base do TPM
1. Porque o 5S é Base para o TPM?
2. Etapas de Implantação do 5S
CAPÍTULO 11 - Pilar Melhorias Específicas
1. Como Reduzir Perdas
1.1. Perdas por Parada Programada, Defeito ou Falhas do Equipamento
1.1.1. Reduzir períodos de paradas
1.1.2. Melhorar a Eficiência da Equipe de Manutenção
1.1.3. Entender os dois tipos de quebras: (a) perda da função
e (b) redução da função
1.1.4. Melhorar o gerenciamento do equipamento atacando
as quebras crônicas
1.1.5. Melhorar a relação entre Manutenção e Operação e
dimensionar as perdas
1.1.6. Expor Defeitos Ocultos
1.1.7. Manter Condições Básicas do Equipamento
1.1.8. Cumprir as condições de operação
1.1.9. Restaurar deterioração
1.1.10. Corrigir projetos ineficazes
1.1.11. Melhorar habilidades da Operação e Manutenção
1.2. Perdas por Ajustes de Produção
1.2.1. Manter alta a qualidade dos produtos, custo baixo, prazo
de entrega adequado
1.2.2. Melhorar o produto principal
1.2.3. Desenvolver e Lançar Novos Produtos
1.2.4. Eliminar as operações ineficazes de ajustes e melhorar os
ajustes inevitáveis
1.2.5. Elaborar planos de produção baseados na demanda e no estoque
1.3. Perdas por Setup
1.3.1. Revisar os procedimentos de Setup
1.3.2. Converter setup interno em externo
1.3.3. Encurtar tempo de setup interno
1.4. Perdas por Falhas de Processo
1.4.1. Atacar vazamentos devido à corrosão, folgas excessivas e trincas
1.4.2. Atacar e Prevenir Entupimentos
1.4.3. Atacar fontes de contaminação
1.4.4. Prevenir geração de pó
1.4.5. Prevenir erros operacionais
1.4.6. Promover medidas contra falhas e danos no equipamento
1.4.7. Promover medidas para evitar defeitos do produto
1.5. Perdas por Ociosidade e Pequenas Paradas
1.5.1. Notificar as perdas
1.5.2. Melhorar as ações corretivas
1.5.3. Observar o fenômeno intensamente
1.5.4. Corrigir pequenos defeitos nos componentes e ferramentas
1.5.5. Conduzir Análise P-M
1.5.6. Determinar as condições ótimas
1.5.7. Eliminar projetos deficientes
1.6. Perdas por Baixo Desempenho
1.6.1. Melhorar layout das tubulações para facilitar limpeza
1.6.2. Melhorar os métodos pelo qual os materiais são transformados
1.6.3. Melhorar métodos de reciclagem ou equipamentos que
retirem resíduos do sistema
1.6.4. Eliminar ajustes intuitivos
1.6.5. Verificar com o Manual do Equipamento e/ou Fabricante a
velocidade de projeto
1.7. Perdas por defeitos Crônicos do Produto
1.7.1. Comparar produtos, processos, efeitos mudando partes
1.7.2. Investigar novos métodos de medição
1.7.3. Estudar a relação entre partes do equipamento
1.8. Perdas de Materiais e Energia
1.8.1. Simplificar Processos
1.8.2. Reduzir o estoque de sobressalentes
1.8.3. Reduzir Hora-Extra
1.8.4. Reduzir tempo de limpeza
1.8.5. damentos do Pilar Manutenção Autônoma
2. Etapas de Implantação do Pilar Manutenção Autônoma
CAPÍTULO 13 - Pilar Manutenção Planejada
1. Um Breve Histórico da Manutenção
2. Alguns Conceitos Relacionados à Manutenção
3. Confiabilidade, Manutenibilidade e Disponibilidade
4. Estratégias da Manutenção
5. Fundamentos do Pilar Manutenção Planejada
6. Etapas de Implantação do Pilar Manutenção Planejada
CAPÍTULO 14 - Pilar Melhorias no Projeto
1. Conteúdo do Pilar Melhorias no Projeto
2. Etapas de Implantação do Pilar Melhorias no Projeto
CAPÍTULO 15 - Pilar Manutenção da Qualidade
1. Fundamentos do Pilar Manutenção da Qualidade
2. Etapas do Pilar Manutenção da Qualidade
CAPÍTULO 16 - Pilar Educação e treinamento
1. Fundamentos do Pilar Educação e Treinamento
2. Etapas de Implantação do Pilar Educação e Treinamento
CAPÍTULO 17 - Pilar Segurança e Saúde
1. Fundamentos do Pilar Segurança e Saúde
2. Etapas de Implantação do Pilar Segurança e Saúde
CAPÍTULO 18 - Pilar Meio Ambiente
1. Fundamentos do Pilar Meio Ambiente
2. Etapas de Implantação do Pilar Meio Ambiente
CAPÍTULO 19 - TPM em Áreas de Apoio
1. Fundamentos do Pilar TPM em Áreas de Apoio
1.1. Melhorias Específicas
1.2. Educação e Treinamento
1.3. Flexibilidade
1.4. Medidas de Desempenho
1.5. Manutenção Autônoma
2. Etapas de Implantação do Pilar TPM em Áreas de Apoio
2.1. Anúncio de Implantação
2.2. Definição da Estrutura de Implantação
2.3. Definição de Áreas Piloto
2.4. Diagnóstico
2.5. Elaboração do Plano de Implantação
2.6. Capacitação de Facilitadores
2.7. Treinamento dos Grupos de Melhorias
2.8. Implementação das Melhorias
CAPÍTULO 20 - Conclusões e Anexos
1. Conclusões
2. Anexos
Bibliografia
Amostra

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REF: 978-85-371-0370-8 Categoria

TPM (Total Productive Maintenance – Manutenção Produtiva Total) significa a falha zero e quebra zero das máquinas, concomitantemente com defeito zero nos produtos e perda zero no processo.
A quantidade de empresas que adotam o TPM tem crescido vertiginosamente fora do Japão. À medida que o tema é difundido em eventos, revistas técnicas, livros e até visitas que as empresas fazem entre si, as adesões vão aumentando em função dos resultados alcançados por aquelas que já estão com o TPM mais evoluído.
Este livro contém informações sobre os fundamentos, a metodologia e os resultados do TPM, exemplos de resultados conseguidos por empresas bem-sucedidas na implantação. Sobre a metodologia de implantação, que este livro também apresenta, é importante ressaltar:
• Necessidade da implantação no sentido top-down e do papel da alta direção na condução do TPM.
• Necessidade de que haja a determinação para resultados a médio e longo prazo, já que no início há uma tendência de aumento de custos, principalmente pelo resgate das condições básicas do equipamento e a estruturação da manutenção planejada.
• Necessidade de respeitar a metodologia de replicação de equipamentos e a implementação integrada de, no mínimo, os pilares técnicos.
• Necessidade de contextualizar o TPM no sistema de gestão da empresa e a sua integração com outras ferramentas gerenciais.

Peso 0.71 kg
Dimensões 210 x 148 x 2 mm
Autor

Haroldo Ribeiro

Sumario

Lista de Siglas e Abreviaturas<br />
Introdução<br />
CAPÍTULO 1 – Fundamentos do TPM<br />
1. Origem<br />
2. Conceitos<br />
3. Etapas de Implantação<br />
4. Benefícios<br />
5. Contextualizando o TPM<br />
5.1. TPM e a Gestão pela Qualidade Total<br />
5.2. TPM e Kaizen<br />
5.3. TPM e Just-In-Time (ou Lean Manufacturing)<br />
5.4. TPM e as Normas ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001<br />
CAPÍTULO 2 – A Eficiência Global do Equipamento – OEE<br />
1. Os 16 Tipos de Perdas<br />
2. Como Calcular o OEE em Processos Seriados<br />
2.1. Perda por Parada Acidental<br />
2.2. Perda Durante a Mudança de Linha<br />
2.3. Perda por Pequenas Paradas ou Operação em Vazio<br />
2.4. Perda por Queda da Velocidade de Produção<br />
2.5. Perda por Defeito de Processo<br />
2.6. Perda por Defeito no Início do Processo<br />
3. Como Calcular o OEE em Processos Contínuos<br />
3.1. Perdas por Paradas de Manutenção<br />
3.2. Perdas por Ajuste de Produção<br />
3.3. Perdas por Falha do Equipamento<br />
3.4. Perda por Falha do Processo<br />
3.5. Perdas Normais de Produção<br />
3.6. Perdas Anormais de Produção<br />
3.7. Perdas por Produtos Defeituosos<br />
3.8. Perdas por Reprocessamento<br />
4. Perguntas e Respostas Sobre o Cálculo do OEE<br />
4.1. Como calcular OEE em linhas que trocam os produtos com muita <br />
frequência?<br />
4.2. Como calcular OEE em máquinas, linhas ou processos que estão <br />
ociosas por questão de demanda?<br />
4.3. Como calcular OEE em máquinas, linhas ou processos que não são <br />
gargalos?<br />
4.4. Como calcular OEE em máquinas que possuem stand-by <br />
(reservas prontas para entrar em operação)?<br />
4.5. Como definir a produção teórica?<br />
4.6. Como definir meta de OEE?<br />
4.7. Como avaliar OEE de processos em que a qualidade da matéria-prima <br />
varia ou é imprevisível?<br />
4.8. As paradas por problemas administrativos influenciam no OEE?<br />
4.9. As paradas para limpeza de rotina influenciam o OEE?<br />
4.10. As possíveis paradas para atividades de Manutenção Autônoma <br />
(ou Proativa) influenciam o OEE?<br />
4.11. A queda de rendimento por fadiga do operador deve prejudicar o OEE?<br />
4.12. As paradas por cumprimento de meta de produção deve interferir <br />
no OEE?<br />
4.13. A inclusão de ações corretivas dentro das atividades de manutenção <br />
preventiva prejudicam o OEE?<br />
4.14. As paradas de oportunidades prejudicam o OEE<br />
4.15. O OEE em determinado dia pode ser superior a 100%?<br />
5. Exemplos de Gráficos de OEE<br />
CAPÍTULO 3 – Visão Geral da Metodologia de Implantação<br />
1. Visão Geral das Etapas de Implantação do TPM<br />
2. A Escolha do Equipamento Piloto<br />
3. A Estratégia de Replicação<br />
CAPÍTULO 4 – Decisão e Declaração pela Alta Administração<br />
1. Informações Prévias Antes da Tomada de Decisão<br />
2. Anúncio da Decisão de Implantação do TPM<br />
CAPÍTULO 5 – Treinamento Introdutório<br />
1. O Treinamento Introdutório<br />
2. A Divulgação<br />
CAPÍTULO 6 – Estrutura de Implantação<br />
1. Escolha do Gestor, Secretaria, Comitê e Comissões do TPM<br />
2. Atribuições do Comitê e Comissões do TPM<br />
3. Criação da Estrutura de Grupos de Melhorias<br />
4. Exemplo Real<br />
CAPÍTULO 7 – Definição de Diretrizes e Metas Globais<br />
1. Definição de Diretrizes do TPM<br />
2. Definição de Metas Globais<br />
3. Exemplo Real<br />
CAPÍTULO 8 – Elaboração do Plano de Implantação<br />
1. Conteúdo do Plano<br />
2. Etapas de Elaboração do Plano<br />
3. Validação do Plano<br />
4. Exemplo Real<br />
CAPÍTULO 9 – Lançamento do TPM<br />
CAPÍTULO 10 – 5S Como Base do TPM<br />
1. Porque o 5S é Base para o TPM?<br />
2. Etapas de Implantação do 5S<br />
CAPÍTULO 11 – Pilar Melhorias Específicas<br />
1. Como Reduzir Perdas<br />
1.1. Perdas por Parada Programada, Defeito ou Falhas do Equipamento<br />
1.1.1. Reduzir períodos de paradas<br />
1.1.2. Melhorar a Eficiência da Equipe de Manutenção<br />
1.1.3. Entender os dois tipos de quebras: (a) perda da função <br />
e (b) redução da função<br />
1.1.4. Melhorar o gerenciamento do equipamento atacando <br />
as quebras crônicas<br />
1.1.5. Melhorar a relação entre Manutenção e Operação e <br />
dimensionar as perdas<br />
1.1.6. Expor Defeitos Ocultos<br />
1.1.7. Manter Condições Básicas do Equipamento<br />
1.1.8. Cumprir as condições de operação<br />
1.1.9. Restaurar deterioração<br />
1.1.10. Corrigir projetos ineficazes<br />
1.1.11. Melhorar habilidades da Operação e Manutenção<br />
1.2. Perdas por Ajustes de Produção<br />
1.2.1. Manter alta a qualidade dos produtos, custo baixo, prazo <br />
de entrega adequado<br />
1.2.2. Melhorar o produto principal<br />
1.2.3. Desenvolver e Lançar Novos Produtos<br />
1.2.4. Eliminar as operações ineficazes de ajustes e melhorar os <br />
ajustes inevitáveis<br />
1.2.5. Elaborar planos de produção baseados na demanda e no estoque<br />
1.3. Perdas por Setup<br />
1.3.1. Revisar os procedimentos de Setup<br />
1.3.2. Converter setup interno em externo<br />
1.3.3. Encurtar tempo de setup interno<br />
1.4. Perdas por Falhas de Processo<br />
1.4.1. Atacar vazamentos devido à corrosão, folgas excessivas e trincas<br />
1.4.2. Atacar e Prevenir Entupimentos<br />
1.4.3. Atacar fontes de contaminação<br />
1.4.4. Prevenir geração de pó<br />
1.4.5. Prevenir erros operacionais<br />
1.4.6. Promover medidas contra falhas e danos no equipamento<br />
1.4.7. Promover medidas para evitar defeitos do produto<br />
1.5. Perdas por Ociosidade e Pequenas Paradas<br />
1.5.1. Notificar as perdas<br />
1.5.2. Melhorar as ações corretivas<br />
1.5.3. Observar o fenômeno intensamente<br />
1.5.4. Corrigir pequenos defeitos nos componentes e ferramentas<br />
1.5.5. Conduzir Análise P-M<br />
1.5.6. Determinar as condições ótimas<br />
1.5.7. Eliminar projetos deficientes<br />
1.6. Perdas por Baixo Desempenho<br />
1.6.1. Melhorar layout das tubulações para facilitar limpeza<br />
1.6.2. Melhorar os métodos pelo qual os materiais são transformados<br />
1.6.3. Melhorar métodos de reciclagem ou equipamentos que <br />
retirem resíduos do sistema<br />
1.6.4. Eliminar ajustes intuitivos<br />
1.6.5. Verificar com o Manual do Equipamento e/ou Fabricante a <br />
velocidade de projeto<br />
1.7. Perdas por defeitos Crônicos do Produto<br />
1.7.1. Comparar produtos, processos, efeitos mudando partes<br />
1.7.2. Investigar novos métodos de medição<br />
1.7.3. Estudar a relação entre partes do equipamento<br />
1.8. Perdas de Materiais e Energia<br />
1.8.1. Simplificar Processos<br />
1.8.2. Reduzir o estoque de sobressalentes<br />
1.8.3. Reduzir Hora-Extra<br />
1.8.4. Reduzir tempo de limpeza<br />
1.8.5. damentos do Pilar Manutenção Autônoma<br />
2. Etapas de Implantação do Pilar Manutenção Autônoma<br />
CAPÍTULO 13 – Pilar Manutenção Planejada<br />
1. Um Breve Histórico da Manutenção<br />
2. Alguns Conceitos Relacionados à Manutenção<br />
3. Confiabilidade, Manutenibilidade e Disponibilidade<br />
4. Estratégias da Manutenção<br />
5. Fundamentos do Pilar Manutenção Planejada<br />
6. Etapas de Implantação do Pilar Manutenção Planejada<br />
CAPÍTULO 14 – Pilar Melhorias no Projeto<br />
1. Conteúdo do Pilar Melhorias no Projeto<br />
2. Etapas de Implantação do Pilar Melhorias no Projeto<br />
CAPÍTULO 15 – Pilar Manutenção da Qualidade<br />
1. Fundamentos do Pilar Manutenção da Qualidade<br />
2. Etapas do Pilar Manutenção da Qualidade<br />
CAPÍTULO 16 – Pilar Educação e treinamento<br />
1. Fundamentos do Pilar Educação e Treinamento<br />
2. Etapas de Implantação do Pilar Educação e Treinamento<br />
CAPÍTULO 17 – Pilar Segurança e Saúde<br />
1. Fundamentos do Pilar Segurança e Saúde<br />
2. Etapas de Implantação do Pilar Segurança e Saúde<br />
CAPÍTULO 18 – Pilar Meio Ambiente<br />
1. Fundamentos do Pilar Meio Ambiente<br />
2. Etapas de Implantação do Pilar Meio Ambiente<br />
CAPÍTULO 19 – TPM em Áreas de Apoio<br />
1. Fundamentos do Pilar TPM em Áreas de Apoio<br />
1.1. Melhorias Específicas<br />
1.2. Educação e Treinamento<br />
1.3. Flexibilidade<br />
1.4. Medidas de Desempenho<br />
1.5. Manutenção Autônoma<br />
2. Etapas de Implantação do Pilar TPM em Áreas de Apoio<br />
2.1. Anúncio de Implantação<br />
2.2. Definição da Estrutura de Implantação<br />
2.3. Definição de Áreas Piloto<br />
2.4. Diagnóstico<br />
2.5. Elaboração do Plano de Implantação<br />
2.6. Capacitação de Facilitadores<br />
2.7. Treinamento dos Grupos de Melhorias<br />
2.8. Implementação das Melhorias<br />
CAPÍTULO 20 – Conclusões e Anexos<br />
1. Conclusões<br />
2. Anexos<br />
Bibliografia

Demonstracao

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Exercicios

0

Paginas

592

ISBN

978-85-371-0370-8