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NR 33 Espaço Confinado – Principais Desafios

R$35,00

Algumas práticas de segurança são conhecidas desde os tempos remotos, entretanto, hoje é necessário que as organizações tenham capacidade tecnológica, ou seja, recursos necessá…

272 páginasAutor(es): Ricardo Marinho / Wanderley BegnonISBN: 978-85-371-0430-9
Sumário

Sumário

Lista de Siglas e Abreviaturas
1. Introdução à NR 33
1.1. Espaço Confinado
1.1.1. Principais Características
1.1.2. Outras Definições
1.1.3. Segurança nos Espaços Confinados
1.2. Ambientes de Riscos Constantes
1.3. Limitações dos Espaços Confinados
1.4. O Papel das Empresas
1.5. Onde são Encontrados os Espaços Confinados
1.5.1. Atividades Típicas que Exigem Entrada em Espaços Confinados
1.5.2. Os Trabalhadores que Podem Atuar nos Espaços Confinados
1.6. Atividades nos Espaços Confinados
1.6.1. Classificações
1.6.1.1. Classificações por Categoria
1.6.1.2. Classes
2. Acidentes de Trabalho
2.1. Conceito Legal Sobre Acidente de Trabalho
2.1.1. Classificação de Acidentes
2.2. Atos Inseguros
2.3. Classificação dos Acidentes
2.3.1. Consequências dos Acidentes do Trabalho
2.3.1.1. Lesão
2.4. As Consequências dos Acidentes para o Trabalhador
2.4.1. Traumas Psicológicos
2.4.2. As Consequências dos Acidentes para o Empregador
2.5. Tipos de Doenças
2.6. Os Custos dos Acidentes do Trabalho
2.7. Os Desafios da Prevenção
2.8. Acidentes em Espaços Confinados
2.8.1. Os Perigos dos Espaços Confinados
2.8.2. Trabalhos e Áreas Confinadas
2.9. Desafios de Reduzir os Índices de Acidentes
3. Os Principais Riscos dos Espaços Confinados
3.1. Riscos à Saúde nos Espaços Confinados
3.1.1. Quais são os Riscos Quando se Trabalha em Espaço Confinados?
3.1.2. Análise Preliminar de Risco
3.2. Como Evitar Acidentes em Espaços Confinados
3.3. Tipos de Acidentes Provocados
3.3.1. Deficiência de Oxigênio
3.3.2. Trabalho a Quente
3.3.3. Oxidação do Ferro (Ferrugem)
3.3.4. Exposição dos Agentes
3.3.5. Riscos Químicos
3.3.6. Riscos Físicos
3.3.7. Intoxicação
3.3.8. Fatores Elétricos Mecânicos
3.3.9. Riscos Combinados
3.3.10. Gases e Vapores Presentes
3.3.10.1. Tipos de Gás
3.3.10.2. Vapores de Combustíveis e Solventes Líquidos
3.3.10.3. Gases Provenientes da Fermentação de Material Orgânico
3.3.10.4. Gases de Combustão
3.4. Medidas de Controle
3.5. Avaliação de Risco
3.5.1. Risco X Perigo
3.5.2. Quando Utilizar o Procedimento de Avaliação de Risco?
3.5.3. Avaliação de Risco das Atividades em Espaços Confinados
3.5.4. Por Que a Avaliação de Risco é Importante?
3.5.5. Eventuais Problemas e Alternativas para Solucioná-los
3.5.6. Etapas do Processo de Avaliação de Risco
4. Explosão e Incêndio
4.1. O Perigo das Explosões
4.1.1. Explosões
4.2. Principais Definições do Fogo
4.2.1. Combustão ou Queima
4.2.2. Temperaturas para a Combustão
4.2.3. Tipos de Combustão
4.2.3.1. Combustão Lenta
4.2.3.2. Combustão Viva
4.2.3.3. Combustão Explosiva
4.2.3.4. Combustão de Combustíveis Líquidos
4.2.3.5. Combustão de Combustíveis Sólidos
4.2.3.6. Combate a Incêndio
4.3. O Que Pode Provocar Incêndio e Explosão nos Espaços
Confinados
5. Procedimentos de Segurança
5.1. A Legislação Aplicada Osha (Occupacional Safety And Health
ACT)
5.2. Normas para Trabalhos em Espaços Confinados
5.2.1. Segurança Responsabilidade de Todos
5.2.2. Programas e Campanhas para Redução dos Acidentes
5.3. Entrada nos Espaços Confinados
5.3.1. Supervisor de Entrada
5.3.2. Outras Exigências
5.3.3. Permissão para Realização de Serviços em Ambiente Confinado
5.3.4. A Participação do Vigia
5.4. Adequações dos Espaços Confinados
5.4.1. Organização do Ambiente
5.4.2. Cuidado com os Improvisos
5.5. DDS – Diálogo Diário de Segurança
5.5.1. Inspeções
5.5.2. Os Acidentes
5.5.2.1. Ruído
5.5.2.2. Vibração
5.5.2.3. Radiação
5.5.3. Empregador
5.5.4. Trabalhador
5.5.5. Obstáculos para Redução de Acidentes
5.5.6. Condições de Segurança
5.6. Trabalhando em Espaços Confinados
5.6.1. Proteção Respiratória em Espaços Confinados
6. Equipamentos de Segurança Individual e Coletiva
6.1. Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
6.2. NR 6
6.3. Obrigações dos Empregados
6.3.1. Obrigações do Empregador
6.3.1.1. Redução de Custos para o Empregador
6.3.1.2. Competência
6.4. A Importância dos Equipamentos de Proteção nos Espaços
Confinados
6.4.1. Produtos Químicos
6.4.2. Os Motivos de Ocorrências de Doenças
6.4.3. Supervisão
6.4. Os Tipos de EPIs, Mais Utilizados nos Espaços Confinados
6.5. Equipamento de Proteção Coletiva - EPC
6.5.1. A Importância dos EPCS
6.5.2. Utilização dos EPCS
7. A Importância da Capacitação dos Trabalhadores
7.1. A Importância do Treinamento para os Trabalhadores de Ambientes
Confinados
7.1.1. Objetivos do Treinamento
7.1.2. Principais Conceitos e Definições
7.1.3. Treinamento e Habilidades
7.1.4. Etapas do Processo de Treinamento
7.1.5. Fatores Determinantes no Processo de Treinamento
7.2. Responsabilidades do Empregador
7.2.1. Os Instrutores
7.2.2. Certificação dos Trabalhadores
7.2.3. Após o Treinamento
8. Emergência e Resgate
8.1. Identificar a Avaliação dos Riscos
8.2. Emergência e Salvamento
8.3. Equipes de Resgate
8.3.1. Equipamentos Importantes
8.3.2. Perfil dos Socorristas
8.4. Equipamentos Utilizados em Resgates e Salvamentos
8.4.1. Equipamentos de Comunicação
8.4.2. Equipamentos de Iluminação
8.4.3. Equipamentos de Proteção Respiratória
8.4.4. Atmosfera IPVS
8.4.5. Equipamentos de Detecção de Gases e Vapores
8.4.6. Equipamentos de Ventilação
9. Noções Básicas de Primeiros Socorros
9.1. Os Imprescindíveis Primeiros Socorros nos Espaços Confinados
9.1.1. Primeiros Socorros
9.2. Avaliações das Condições Gerais da Vítima
9.2.1. Assistência
9.2.2. Posição Lateral de Segurança (PLS)
9.2.3. Respiração
9.2.4. Abertura das Vias Respiratórias
9.2.5. Observação Importante
9.2.6. Respiração Artificial
9.2.6.1. Respiração Boca a Boca
9.3. Asfixia/Sufocação
9.3.1. Crises Ásmaticas
9.3.2. Convulsão
9.3.3. Circulação
9.3.4. Massagem Cardíaca
9.3.5. Hemorragias
9.3.5.1. Hemorragia Nasal
9.3.5.2. Hemorragia na Palma da Mão
9.4. Ataque Cardíaco
9.4.1. Principais Sintomas de Ataque Cardíaco
9.4.1.1. Diagnóstico
9.4.1.2. Exames
9.4.1.3. Tratamento
9.4.1.4. Prevenção
9.4.2. Desmaios
9.4.3. Estados de Choque
9.5. Queimaduras
9.5.1. Classificação das Queimaduras
9.5.1.1. Queimaduras de 1º Grau
9.5.1.2. Queimaduras de 2º Grau
9.5.1.3. Queimaduras de 3º Grau
9.5.1.4. Queimaduras de 4º Grau
9.5.1.5. Queimaduras de 5º Grau
9.5.1.6. Queimaduras Causadas por Substâncias Químicas, Ácidos e Bases
9.5.1.7. Queimaduras Causadas por Corrente Elétrica Fios e Tomadas
9.5.1.8. Queimaduras Causadas por Explosivos
9.6. Entorses
9.6.1. Lesão Muscular
9.6.2. A Imobilização
9.7. Fraturas
9.7.1. Consequências e Prejuízos
9.7.1.1. Incapacidade Temporária
9.7.1.2. Incapacidade Considerada Permanente
9.7.1.3. Incapacidade Total e Permanente
9.7.2. Situações de Riscos de Fraturas
9.7.3. Outros Procedimentos Importantes
9.7.4. Fraturas Expostas
9.8. Choques Elétricos
9.8.1. Danos Causados ao Corpo Humano
9.8.2. Sintomas
9.8.3. Eletrecussão
9.9. Envenenamento e Intoxicação
9.9.1 Envenenamento Por Via Digestiva
9.9.2. Através de Medicamentos
9.9.3. Envenenamento por Produtos Tóxicos
9.9.4. Monóxido de Carbono
9.9.5. Intoxicação Aguda
9.9.6. Dissolventes Orgânicos
9.9.7. Intoxicação por Substâncias e/ou Venenos Inalados
9.10. Insolação/ Golpe de Calor
9.11. Transporte de Vítimas
10. Animais que Ameaçam Trabalhadores nos Espaços
Confinados
10.1. Abelhas
10.1.1. O Que Fazer em Caso de Ferroadas de Abelhas
10.1.2. Principais Sintomas
10.1.3. Cuidados
10.2. Escorpião
10.2.1. Picadas de Escorpiões
10.2.2. Sintomas da Picada
10.2.3. Como Tratar as Picadas de Escorpiões
10.3. Lacraias
10.3.1. Sintomas da Picada de Lacraia
10.3.2. Tratamento
10.3.3. Medidas Preventivas
10.4. Aranhas Venenosas
10.4.1. Principais Aranhas Venenosas do Brasil
10.4.1.1. Viúva-Negra
10.4.1.2. Aranha Marrom
10.4.1.3. Aranhas Armadeiras
10.4.2. Sintomas das Picadas
10.4.3. Como Tratar as Picadas de Aranhas Venenosas
10.5. Cobras Venenosas
10.5.1. O Que Fazer em Caso de Picada de Cobra?
10.5.2. Primeiros Socorros
10.5.3. Qual é o Melhor Tratamento?
10.5.4. Como Evitar as Picadas de Cobras?
11. Fatores Psicossociais em Ambientes Confinados
11.1. Os Riscos Psicossociais em Ambientes Confinados
11.1.1. Estresse
11.1.2. Violência
11.1.3. Bullying
11.2. A Falta de Capacitação para o Trabalho
11.2.1. Sobrecarga de Trabalho
11.2.2. A Falta de Recursos
11.3. Segurança
11.4. Ansiedade Social
11.4.1. O Papel das Empresas em Relação aos Fatores Psicossociais nos
Ambientes Confinados
12. Norma Regulamentadora 33 Espaço Confinado e
Comentários
12.1. Principais Objetivos da Norma
12.1.1. Contribuições da Norma
12.2. Objetivo e Definição
12.3. Das Responsabilidades
12.3.1. Cabe ao Empregador
12.3.2. Cabe aos Trabalhadores
12.4. Gestão de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços
Confinados
12.4.1. Complicações Impedem o Acesso ao Espaço Confinado
12.4.2. Normas Regulamentadoras
12.4.3. Medidas Administrativas
12.5. A Permissão de Entrada e Trabalho é Válida Somente para cada
Entrada
12.5.1. Medidas Pessoais
12.5.2. O Supervisor de Entrada Pode Desempenhar a Função de Vigia
12.5.3. Capacitação para Trabalhos em Espaços Confinados
12.6. Emergência e Salvamento
12.6.1. Disposições Gerais
Referências
Glossário
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REF: 978-85-371-0430-9 Categoria

Algumas práticas de segurança são conhecidas desde os tempos remotos, entretanto, hoje é necessário que as organizações tenham capacidade tecnológica, ou seja, recursos necessários para gerar e administrar as mudanças que estão ocorrendo nas áreas que envolvem a segurança do trabalho. A não observância das normas de segurança pelos empregadores e pelos trabalhadores nos espaços confinados, tem um reflexo quase devastador, considerando os potenciais perigos e riscos desses ambientes. A correta utilização do espaço confinado tem sido um alvo a ser perseguido pelas empresas e um grande desafio para todos.

O livro NR 33 Espaço Confinado – Principais Desafios possui riqueza de detalhes, reúne, de forma objetiva, informações indispensáveis para a prática de atividades em espaço confinado, de forma responsável, eficiente, segura e sustentável. Entre os tópicos abordados no livro estão: as principais características; atividades e segurança nos espaços confinados; acidente de trabalho, conceito legal, classificação de acidentes e as consequências para o trabalhador; principais riscos dos espaços confinados e os tipos de acidentes provocados; avaliação de risco; explosão e incêndio, o perigo e tipos de combustão; procedimentos de segurança; adequações dos espaços confinados; DDS; equipamentos de segurança individual e coletiva; NR 6; a importância da capacitação dos trabalhadores; responsabilidades do empregador; emergência e resgate, como identificar a avaliação dos riscos; noções básicas de primeiros socorros; animais que ameaçam trabalhadores nos espaços confinados; fatores psicossociais em ambientes confinados; norma regulamentadora 33 comentada. O livro traz ainda questões complementares que auxiliam na fixação do conteúdo aprendido.

Peso 0.34 kg
Dimensões 210 x 148 x 2 mm
Autor

Ricardo Marinho / Wanderley Begnon

Sumario

Lista de Siglas e Abreviaturas
<br />1. Introdução à NR 33
<br />1.1. Espaço Confinado
<br />1.1.1. Principais Características
<br />1.1.2. Outras Definições
<br />1.1.3. Segurança nos Espaços Confinados
<br />1.2. Ambientes de Riscos Constantes
<br />1.3. Limitações dos Espaços Confinados
<br />1.4. O Papel das Empresas
<br />1.5. Onde são Encontrados os Espaços Confinados
<br />1.5.1. Atividades Típicas que Exigem Entrada em Espaços Confinados
<br />1.5.2. Os Trabalhadores que Podem Atuar nos Espaços Confinados
<br />1.6. Atividades nos Espaços Confinados
<br />1.6.1. Classificações
<br />1.6.1.1. Classificações por Categoria
<br />1.6.1.2. Classes
<br />2. Acidentes de Trabalho
<br />2.1. Conceito Legal Sobre Acidente de Trabalho
<br />2.1.1. Classificação de Acidentes
<br />2.2. Atos Inseguros
<br />2.3. Classificação dos Acidentes
<br />2.3.1. Consequências dos Acidentes do Trabalho
<br />2.3.1.1. Lesão
<br />2.4. As Consequências dos Acidentes para o Trabalhador
<br />2.4.1. Traumas Psicológicos
<br />2.4.2. As Consequências dos Acidentes para o Empregador
<br />2.5. Tipos de Doenças
<br />2.6. Os Custos dos Acidentes do Trabalho
<br />2.7. Os Desafios da Prevenção
<br />2.8. Acidentes em Espaços Confinados
<br />2.8.1. Os Perigos dos Espaços Confinados
<br />2.8.2. Trabalhos e Áreas Confinadas
<br />2.9. Desafios de Reduzir os Índices de Acidentes
<br />3. Os Principais Riscos dos Espaços Confinados
<br />3.1. Riscos à Saúde nos Espaços Confinados
<br />3.1.1. Quais são os Riscos Quando se Trabalha em Espaço Confinados?
<br />3.1.2. Análise Preliminar de Risco
<br />3.2. Como Evitar Acidentes em Espaços Confinados
<br />3.3. Tipos de Acidentes Provocados
<br />3.3.1. Deficiência de Oxigênio
<br />3.3.2. Trabalho a Quente
<br />3.3.3. Oxidação do Ferro (Ferrugem)
<br />3.3.4. Exposição dos Agentes
<br />3.3.5. Riscos Químicos
<br />3.3.6. Riscos Físicos
<br />3.3.7. Intoxicação
<br />3.3.8. Fatores Elétricos Mecânicos
<br />3.3.9. Riscos Combinados
<br />3.3.10. Gases e Vapores Presentes
<br />3.3.10.1. Tipos de Gás
<br />3.3.10.2. Vapores de Combustíveis e Solventes Líquidos
<br />3.3.10.3. Gases Provenientes da Fermentação de Material Orgânico
<br />3.3.10.4. Gases de Combustão
<br />3.4. Medidas de Controle
<br />3.5. Avaliação de Risco
<br />3.5.1. Risco X Perigo
<br />3.5.2. Quando Utilizar o Procedimento de Avaliação de Risco?
<br />3.5.3. Avaliação de Risco das Atividades em Espaços Confinados
<br />3.5.4. Por Que a Avaliação de Risco é Importante?
<br />3.5.5. Eventuais Problemas e Alternativas para Solucioná-los
<br />3.5.6. Etapas do Processo de Avaliação de Risco
<br />4. Explosão e Incêndio
<br />4.1. O Perigo das Explosões
<br />4.1.1. Explosões
<br />4.2. Principais Definições do Fogo
<br />4.2.1. Combustão ou Queima
<br />4.2.2. Temperaturas para a Combustão
<br />4.2.3. Tipos de Combustão
<br />4.2.3.1. Combustão Lenta
<br />4.2.3.2. Combustão Viva
<br />4.2.3.3. Combustão Explosiva
<br />4.2.3.4. Combustão de Combustíveis Líquidos
<br />4.2.3.5. Combustão de Combustíveis Sólidos
<br />4.2.3.6. Combate a Incêndio
<br />4.3. O Que Pode Provocar Incêndio e Explosão nos Espaços
<br /> Confinados
<br />5. Procedimentos de Segurança
<br />5.1. A Legislação Aplicada Osha (Occupacional Safety And Health
<br /> ACT)
<br />5.2. Normas para Trabalhos em Espaços Confinados
<br />5.2.1. Segurança Responsabilidade de Todos
<br />5.2.2. Programas e Campanhas para Redução dos Acidentes
<br />5.3. Entrada nos Espaços Confinados
<br />5.3.1. Supervisor de Entrada
<br />5.3.2. Outras Exigências
<br />5.3.3. Permissão para Realização de Serviços em Ambiente Confinado
<br />5.3.4. A Participação do Vigia
<br />5.4. Adequações dos Espaços Confinados
<br />5.4.1. Organização do Ambiente
<br />5.4.2. Cuidado com os Improvisos
<br />5.5. DDS – Diálogo Diário de Segurança
<br />5.5.1. Inspeções
<br />5.5.2. Os Acidentes
<br />5.5.2.1. Ruído
<br />5.5.2.2. Vibração
<br />5.5.2.3. Radiação
<br />5.5.3. Empregador
<br />5.5.4. Trabalhador
<br />5.5.5. Obstáculos para Redução de Acidentes
<br />5.5.6. Condições de Segurança
<br />5.6. Trabalhando em Espaços Confinados
<br />5.6.1. Proteção Respiratória em Espaços Confinados
<br />6. Equipamentos de Segurança Individual e Coletiva
<br />6.1. Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
<br />6.2. NR 6
<br />6.3. Obrigações dos Empregados
<br />6.3.1. Obrigações do Empregador
<br />6.3.1.1. Redução de Custos para o Empregador
<br />6.3.1.2. Competência
<br />6.4. A Importância dos Equipamentos de Proteção nos Espaços
<br /> Confinados
<br />6.4.1. Produtos Químicos
<br />6.4.2. Os Motivos de Ocorrências de Doenças
<br />6.4.3. Supervisão
<br />6.4. Os Tipos de EPIs, Mais Utilizados nos Espaços Confinados
<br />6.5. Equipamento de Proteção Coletiva – EPC
<br />6.5.1. A Importância dos EPCS
<br />6.5.2. Utilização dos EPCS
<br />7. A Importância da Capacitação dos Trabalhadores
<br />7.1. A Importância do Treinamento para os Trabalhadores de Ambientes
<br /> Confinados
<br />7.1.1. Objetivos do Treinamento
<br />7.1.2. Principais Conceitos e Definições
<br />7.1.3. Treinamento e Habilidades
<br />7.1.4. Etapas do Processo de Treinamento
<br />7.1.5. Fatores Determinantes no Processo de Treinamento
<br />7.2. Responsabilidades do Empregador
<br />7.2.1. Os Instrutores
<br />7.2.2. Certificação dos Trabalhadores
<br />7.2.3. Após o Treinamento
<br />8. Emergência e Resgate
<br />8.1. Identificar a Avaliação dos Riscos
<br />8.2. Emergência e Salvamento
<br />8.3. Equipes de Resgate
<br />8.3.1. Equipamentos Importantes
<br />8.3.2. Perfil dos Socorristas
<br />8.4. Equipamentos Utilizados em Resgates e Salvamentos
<br />8.4.1. Equipamentos de Comunicação
<br />8.4.2. Equipamentos de Iluminação
<br />8.4.3. Equipamentos de Proteção Respiratória
<br />8.4.4. Atmosfera IPVS
<br />8.4.5. Equipamentos de Detecção de Gases e Vapores
<br />8.4.6. Equipamentos de Ventilação
<br />9. Noções Básicas de Primeiros Socorros
<br />9.1. Os Imprescindíveis Primeiros Socorros nos Espaços Confinados
<br />9.1.1. Primeiros Socorros
<br />9.2. Avaliações das Condições Gerais da Vítima
<br />9.2.1. Assistência
<br />9.2.2. Posição Lateral de Segurança (PLS)
<br />9.2.3. Respiração
<br />9.2.4. Abertura das Vias Respiratórias
<br />9.2.5. Observação Importante
<br />9.2.6. Respiração Artificial
<br />9.2.6.1. Respiração Boca a Boca
<br />9.3. Asfixia/Sufocação
<br />9.3.1. Crises Ásmaticas
<br />9.3.2. Convulsão
<br />9.3.3. Circulação
<br />9.3.4. Massagem Cardíaca
<br />9.3.5. Hemorragias
<br />9.3.5.1. Hemorragia Nasal
<br />9.3.5.2. Hemorragia na Palma da Mão
<br />9.4. Ataque Cardíaco
<br />9.4.1. Principais Sintomas de Ataque Cardíaco
<br />9.4.1.1. Diagnóstico
<br />9.4.1.2. Exames
<br />9.4.1.3. Tratamento
<br />9.4.1.4. Prevenção
<br />9.4.2. Desmaios
<br />9.4.3. Estados de Choque
<br />9.5. Queimaduras
<br />9.5.1. Classificação das Queimaduras
<br />9.5.1.1. Queimaduras de 1º Grau
<br />9.5.1.2. Queimaduras de 2º Grau
<br />9.5.1.3. Queimaduras de 3º Grau
<br />9.5.1.4. Queimaduras de 4º Grau
<br />9.5.1.5. Queimaduras de 5º Grau
<br />9.5.1.6. Queimaduras Causadas por Substâncias Químicas, Ácidos e Bases
<br />9.5.1.7. Queimaduras Causadas por Corrente Elétrica Fios e Tomadas
<br />9.5.1.8. Queimaduras Causadas por Explosivos
<br />9.6. Entorses
<br />9.6.1. Lesão Muscular
<br />9.6.2. A Imobilização
<br />9.7. Fraturas
<br />9.7.1. Consequências e Prejuízos
<br />9.7.1.1. Incapacidade Temporária
<br />9.7.1.2. Incapacidade Considerada Permanente
<br />9.7.1.3. Incapacidade Total e Permanente
<br />9.7.2. Situações de Riscos de Fraturas
<br />9.7.3. Outros Procedimentos Importantes
<br />9.7.4. Fraturas Expostas
<br />9.8. Choques Elétricos
<br />9.8.1. Danos Causados ao Corpo Humano
<br />9.8.2. Sintomas
<br />9.8.3. Eletrecussão
<br />9.9. Envenenamento e Intoxicação
<br />9.9.1 Envenenamento Por Via Digestiva
<br />9.9.2. Através de Medicamentos
<br />9.9.3. Envenenamento por Produtos Tóxicos
<br />9.9.4. Monóxido de Carbono
<br />9.9.5. Intoxicação Aguda
<br />9.9.6. Dissolventes Orgânicos
<br />9.9.7. Intoxicação por Substâncias e/ou Venenos Inalados
<br />9.10. Insolação/ Golpe de Calor
<br />9.11. Transporte de Vítimas
<br />10. Animais que Ameaçam Trabalhadores nos Espaços
<br /> Confinados
<br />10.1. Abelhas
<br />10.1.1. O Que Fazer em Caso de Ferroadas de Abelhas
<br />10.1.2. Principais Sintomas
<br />10.1.3. Cuidados
<br />10.2. Escorpião
<br />10.2.1. Picadas de Escorpiões
<br />10.2.2. Sintomas da Picada
<br />10.2.3. Como Tratar as Picadas de Escorpiões
<br />10.3. Lacraias
<br />10.3.1. Sintomas da Picada de Lacraia
<br />10.3.2. Tratamento
<br />10.3.3. Medidas Preventivas
<br />10.4. Aranhas Venenosas
<br />10.4.1. Principais Aranhas Venenosas do Brasil
<br />10.4.1.1. Viúva-Negra
<br />10.4.1.2. Aranha Marrom
<br />10.4.1.3. Aranhas Armadeiras
<br />10.4.2. Sintomas das Picadas
<br />10.4.3. Como Tratar as Picadas de Aranhas Venenosas
<br />10.5. Cobras Venenosas
<br />10.5.1. O Que Fazer em Caso de Picada de Cobra?
<br />10.5.2. Primeiros Socorros
<br />10.5.3. Qual é o Melhor Tratamento?
<br />10.5.4. Como Evitar as Picadas de Cobras?
<br />11. Fatores Psicossociais em Ambientes Confinados
<br />11.1. Os Riscos Psicossociais em Ambientes Confinados
<br />11.1.1. Estresse
<br />11.1.2. Violência
<br />11.1.3. Bullying
<br />11.2. A Falta de Capacitação para o Trabalho
<br />11.2.1. Sobrecarga de Trabalho
<br />11.2.2. A Falta de Recursos
<br />11.3. Segurança
<br />11.4. Ansiedade Social
<br />11.4.1. O Papel das Empresas em Relação aos Fatores Psicossociais nos
<br /> Ambientes Confinados
<br />12. Norma Regulamentadora 33 Espaço Confinado e
<br /> Comentários
<br />12.1. Principais Objetivos da Norma
<br />12.1.1. Contribuições da Norma
<br />12.2. Objetivo e Definição
<br />12.3. Das Responsabilidades
<br />12.3.1. Cabe ao Empregador
<br />12.3.2. Cabe aos Trabalhadores
<br />12.4. Gestão de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços
<br /> Confinados
<br />12.4.1. Complicações Impedem o Acesso ao Espaço Confinado
<br />12.4.2. Normas Regulamentadoras
<br />12.4.3. Medidas Administrativas
<br />12.5. A Permissão de Entrada e Trabalho é Válida Somente para cada
<br /> Entrada
<br />12.5.1. Medidas Pessoais
<br />12.5.2. O Supervisor de Entrada Pode Desempenhar a Função de Vigia
<br />12.5.3. Capacitação para Trabalhos em Espaços Confinados
<br />12.6. Emergência e Salvamento
<br />12.6.1. Disposições Gerais
<br />Referências
<br />Glossário
<br />

Demonstracao

2016-02-08_08-56-20-nr3pgnas.swf

Exercicios

2016-02-08_08-56-13-Exercnr33.zip

Paginas

272

ISBN

978-85-371-0430-9