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O Processo de Fabricação do Açúcar e do Álcool – Desde a Lavoura da Cana até o Produto Acabado

R$35,00

Do processo de industrialização da cana-de-açúcar é possível obter vários produtos. Entre eles o açúcar, em diferentes …

272 páginasAutor(es): Guilherme Zacura Filho / Jonas Peregini PiccirilliISBN: 978-85-371-0265-7
Sumário

Sumário

1. Introdução

1.1. Por que Você Deve Investir na sua Formação

1.2. Por que o Mercado Sucroalcooleiro está Carente de Profissionais Preparados, e, Portanto, Receptivo

2. Histórico da Cana-de-Açúcar no Brasil

2.1. Como Surgiu o Capital Estrangeiro no Setor Sucroalcooleiro Nacional

2.2. O Mercado Internacional do Açúcar

2.3. O Açúcar VHP, (Very High Polarization), o Carro Chefe no Mercado de Exportação

2.4. Outros Produtos que Podem Gerar Receita para uma Usina

3. Cenário da Cana-de-Açúcar

3.1. O Potencial do Setor Sucroalcooleiro

3.2. A Importância de estar em Sintonia com Tudo o que está Acontecendo

4. Pesquisa e Desenvolvimento da Usina

4.1. A Análise da Viabilidade do Projeto

4.2. Estudo da Viabilidade Econômica Agrícola

4.3. A Legalidade do Uso do Solo para Implantação da Unidade Industrial

4.4. A Definição da Área Agrícola

4.4.1. Topografia

4.4.2. Características Físicas

4.4.3. Características Químicas

4.5. As Variedades de Cana-de-Açúcar

4.6. A Administração Holística na Usina de Açúcar

5. Logística

5.1. A Logística, Dona de Muitas Decisões

6. A Formação da Área Agrícola

6.1. A Formação da Lavoura

6.1.1. A Preparação do Solo

6.1.2. A Limpeza

6.1.3. A Eliminação da Soqueira em Áreas de Reforma da “Fundação”

6.1.4. A Sistematização do Terreno

6.1.5. A Correção do Solo

6.1.6. A Aração

6.1.7. A Gradeação

6.1.8. Sistematização do Terreno e Conservação de Solo

7. Plantio

7.1. A Sulcação

7.2. O Plantio

7.2.1. Plantio Mecanizado

8. Tratos Culturais

8.1. Adubação de Cobertura

8.2. Controle Químico de Plantas Daninhas

8.3. Controle de Insetos

8.3.1. Broca da Cana

8.3.2. Nematóides

8.3.3. Formigas

8.3.4. Besouro Migdolus

8.3.5. Cupins

8.3.6. Cigarrinhas

8.4. Roguing e Controle de Doenças

8.4.1. Carvão

8.4.2. Raquitismo

8.4.3. Escaldadura

8.4.4. Mosaico

8.4.5. Ferrugem

9. A Colheita

9.1. A Colheita Manual

9.2. A Colheita Mecanizada

9.3. A Manutenção da Lavoura após a Safra

10. Processamento da Cana

10.1. A Eficiência no Processo Industrial

10.2. A Pesagem da Matéria-Prima

10.3. O Laboratório de Sacarose, o PCTS

10.4. A Descarga com o Hilo ou Tombador

11. Preparo da Cana para a Moagem

11.1. A Limpeza Diferenciada, para a Cana Queimada ou Inteira e a Crua ou Picada

11.2. A Mesa Alimentadora

11.3. O Tambor Nivelador

11.4. O Adensador

11.5. O Picador de Cana

11.6. O Desfibrador de Cana

11.7. A Esteira Rápida de Borracha

12. Estruturas do Processamento da Cana-de-Açúcar

12.1. A Caldeira, Indiscutivelmente o Coração da Usina

12.1.1. Capacidade da Caldeira

12.2. A Fornalha

12.3. O Transporte do Bagaço

12.4. Dosadores ou Alimentadores de Bagaço

12.5. Paredes de Água

12.6. Tubulão de Água, Balão Inferior ou Barrilete Inferior

12.7. Tubulão de Vapor, ou Balão Superior ou Barrilete Superior

12.8. Superaquecedor

12.9. Feixe de Convecção

12.10. Soprador de Fuligem

12.11. Válvulas de Segurança

12.12. Pré-Ar

12.13. Economizador de Água

12.14. O Desaerador

12.15. O Exaustor da Chaminé

12.16. A Chaminé

12.17. O Ventilador Primário

12.18. O Ventilador Secundário

12.19. As Bombas de Alimentação

12.20. O Lavador de Gases

12.21. Os Multiciclones

12.22. O Precipitador Eletrostático

12.23. O Lavador de Gases com Decantador

12.24. A Lagoa Aspersora, ou Spray

12.25. As Torres de Resfriamento

13. Política de Uso, Reuso e Tratamento das Águas

13.1. A Água Tratada com o Respeito que ela Merece

13.2. A Captação

13.3. A Adutora

13.4. A Lagoa de Água Bruta

13.5. A “ETA” Estação de Tratamento de Água

13.6. A Água Dura

13.6.1. Dureza das Águas

13.6.2. Classificação da Água Quanto a Sua Dureza

13.7. Abrandamento e Desmineração da Água com Resinas de Troca Iônica

13.8. Abrandamento e Desmineralização da Água por Membranas de Osmose Reversa

13.9. A Tecnologia Antiga é mais Segura para a Maioria das Águas Brutas Brasileiras

13.10. O Circuito Fechado para Tratamento e Reuso da Água de Lavagem da Cana

13.11. O Circuito Fechado para Tratamento e Reuso da Água de Fuligem

14. Alimentação do Sistema

14.1. A Calha Alimentadora ou Chute Donnelly

14.2. A Embebição

15. Moagem da Cana-de-Açúcar e Extração do Caldo

15.1. A Moenda

15.1.1. Controle da Rotação

15.1.2. Controle de Aberturas

15.1.3. Bagaceiras

15.1.4. Ajuste de Pentes

15.1.5. Sistema Hidráulico

15.2. As Esteiras Metálicas

15.3. Tipo de Produtos Obtidos Após a Extração do Caldo

15.3.1. Tipos de Açúcar

15.4. Variáveis que Interferem na Qualidade e na Cor do Açúcar

15.5. A Normatização da Cor

15.6. A Extração por Difusão

15.7. Uma Questão Polêmica, Moenda ou Difusor?

16. Preparo do Caldo

16.1. O Tratamento Primário do Caldo

16.2. A Pesagem da Massa e a Medição da sua Acidez

16.2.1. A Pesagem ou Medição da Massa

16.2.2. O PH de uma Substância

16.3. O Tratamento Químico da Sulfitação

16.4. A Preparação do Leite de Cal

16.5. A Calagem

16.6. O Aquecimento do Caldo Através de Trocadores de Calor

16.7. O Balão de Flash

16.8. A Decantação

16.9. A Filtragem

17. Extraindo a Água do Caldo

17.1. A Evaporação

17.2. Cuidados na Evaporação

17.2.1. Possíveis Causas de Anormalidades na Evaporação

18. Cozimento do Industrializado e Extração da Massa

18.1. O Cozimento das Massas

18.1.1. Recapitulando a Concentração do Caldo

18.1.2. O Cozimento

18.1.3. Os Cozedores, ou Tachos

18.2. A Centrifugação da Massa A

18.3. A Centrifugação da Massa B

18.4. Segunda Extração da Massa

18.4.1. Processo com Centrífuga Contínua na Massa B

18.4.2. O Cozimento da Massa A

18.4.3. A Centrifugação da Massa A

19. Cristalização

19.1. A Produção da Semente

19.1.1. De Onde Surgiram os Nódulos de Cristal que foram Introduzidos?

19.2. A Granagem ou Cristalização

20. Tratamento do Açúcar

20.1. A Secagem do Açúcar

20.2. Os Diferentes Modelos de Secadores

21. Preparo para Comercialização

21.1. A Pesagem e Ensacamento

21.1.1. Balança Integradora para Materiais a Granel

21.1.2. Balança de Fluxo Contínuo por Bateladas, Automáticas e Intermitentes

21.1.3. Balança Ensacadora

21.1.4. Balança Especial para Big Bags

21.1.5. Balança Rodoviaria

21.2. A Qualidade e o Armazenamento do Açúcar

22. Destilando o Caldo para Obtenção do Etanol

22.1. A Separação dos Caldos e a Destilaria de Etanol

22.2. O Resfriamento do Caldo para Iniciar o Processo de Fermentação

22.3. Transformando Açúcares em Álcool

22.4. A Fermentação do Mosto

22.5. A Centrifugação do Vinho

22.6. Em Busca de Nova Tecnologia

22.7. A Destilação como Método de Separação entre dois Componentes de uma Mistura

22.7.1. A Destilação Fracionada

22.7.2. Destilando o Etanol

22.8. O Álcool Anidro

22.8.1. A Obtenção do Álcool Anidro com Ciclohexano

22.9. A Desidratação Extrativa

22.10. A Desidratação por Adsorção

22.11. O Armazenamento do Álcool

23. Aproveitando o Bagaço da Cana

23.1. Produzindo Eletricidade, Dando Fim a um Problema!

23.2. Produzir 40% a Mais de Álcool, Com a Mesma Tonelada de Cana

24. Cuidados Necessários da Usina

24.1. A Manutenção na Planta

24.2. O Departamento Técnico da Usina

24.3. Os Diferentes Tipos de Manutenção (Corretiva Preventiva e Preditiva)

24.3.1. A Corretiva

24.3.2. A Preventiva

24.3.2.1. A Parada Mensal Obrigatória

24.3.3. A Preditiva

24.4. As Técnicas de Análise ou Inspeção

24.4.1. Análise de Vibração

24.4.2. Termografía ou Inspeção Termográfica

24.4.3. Espectrometria dos Óleos Lubrificantes

24.4.4. Ultrassonografia

24.4.5. Líquido Penetrante

 

 

Amostra REF: 978-85-371-0265-7 Categoria

Do processo de industrialização da cana-de-açúcar é possível obter vários produtos. Entre eles o açúcar, em diferentes formas e tipos, além do álcool. Atualmente o Brasil é o maior produtor e exportador mundial de açúcar. A produção de álcool (etanol) também é significativa, tanto que o país está entre os lideres de produção e exportação de biocombustíveis como o etanol.

Consequentemente as áreas cultivadas da cana-de-açúcar se expandem a cada dia. Essa matéria-prima é um dos principais produtos agrícolas do Brasil, sendo cultivada desde a época da colonização portuguesa.

Com o constante crescimento da comercialização dos produtos derivados da cana-de-açúcar a indústria necessita acompanhar esta demanda tanto para tecnologia, quanto para a disponibilidade de mão de obra preparada. O mercado de trabalho exige cada vez mais qualificação e especialidade técnica.

Este livro é dividido em vários capítulos de forma a possibilitar uma compreensão gradativa dos tópicos relacionados ao processo de plantio da cana-de-açúcar e a fabricação do açúcar e do álcool, com explicações práticas e objetivas, além de ilustrações que auxiliam a compreensão. Dentre os assuntos abordados destacam-se: as principais atividades desenvolvidas no processo de fabricação do açúcar e do álcool; informações sobre o histórico do cultivo e da exploração da cana-de-açúcar; dados do setor sucroalcooleiro; a necessidade da realização de uma pesquisa para o desenvolvimento das atividades de uma usina; o importante papel da logística; detalhes para uma cultura eficiente; os tratos culturais como adubação e controle de plantas daninhas e insetos; a diferença entre a colheita manual e mecanizada; o processamento da cana para a obtenção do caldo; o processo para a obtenção do açúcar; as técnicas de preparo para comercialização; o controle de qualidade na estocagem do produto; o processo de destilação do caldo para a produção do biocombustível etanol; o aproveitamento do bagaço da cana como combustível para cogeração de energia; a manutenção da planta como um todo; as manutenções corretiva, preventiva e preditiva.

Este livro possui um vasto conteúdo, e embora adote linguagem técnica, é de fácil compreensão, e altamente didático. Recomendado para todos os níveis de leitores, desde aquele que aspira ingressar em uma usina de açúcar e álcool, ao profissional que queira atualizar, expandir ou reciclar os seus conhecimentos técnicos.

 

Peso 0.35 kg
Dimensões 210 x 148 x 2 mm
Autor

Guilherme Zacura Filho / Jonas Peregini Piccirilli

Sumario

<p><strong>1. Introdução</strong></p>
<p>1.1. Por que Você Deve Investir na sua Formação </p>
<p>1.2. Por que o Mercado Sucroalcooleiro está Carente de Profissionais Preparados, e, Portanto, Receptivo </p>
<p><strong>2. Histórico da Cana-de-Açúcar no Brasil</strong></p>
<p>2.1. Como Surgiu o Capital Estrangeiro no Setor Sucroalcooleiro Nacional</p>
<p>2.2. O Mercado Internacional do Açúcar</p>
<p>2.3. O Açúcar VHP, (Very High Polarization), o Carro Chefe no Mercado de Exportação</p>
<p>2.4. Outros Produtos que Podem Gerar Receita para uma Usina</p>
<p><strong>3. Cenário da Cana-de-Açúcar</strong></p>
<p>3.1. O Potencial do Setor Sucroalcooleiro</p>
<p>3.2. A Importância de estar em Sintonia com Tudo o que está Acontecendo</p>
<p><strong>4. Pesquisa e Desenvolvimento da Usina</strong></p>
<p>4.1. A Análise da Viabilidade do Projeto</p>
<p>4.2. Estudo da Viabilidade Econômica Agrícola</p>
<p>4.3. A Legalidade do Uso do Solo para Implantação da Unidade Industrial</p>
<p>4.4. A Definição da Área Agrícola</p>
<p>4.4.1. Topografia</p>
<p>4.4.2. Características Físicas</p>
<p>4.4.3. Características Químicas</p>
<p>4.5. As Variedades de Cana-de-Açúcar</p>
<p>4.6. A Administração Holística na Usina de Açúcar</p>
<p><strong>5. Logística</strong></p>
<p>5.1. A Logística, Dona de Muitas Decisões</p>
<p><strong>6. A Formação da Área Agrícola</strong></p>
<p>6.1. A Formação da Lavoura</p>
<p>6.1.1. A Preparação do Solo</p>
<p>6.1.2. A Limpeza</p>
<p>6.1.3. A Eliminação da Soqueira em Áreas de Reforma da “Fundação”</p>
<p>6.1.4. A Sistematização do Terreno </p>
<p>6.1.5. A Correção do Solo </p>
<p>6.1.6. A Aração</p>
<p>6.1.7. A Gradeação </p>
<p>6.1.8. Sistematização do Terreno e Conservação de Solo</p>
<p><strong>7. Plantio</strong></p>
<p>7.1. A Sulcação </p>
<p>7.2. O Plantio</p>
<p>7.2.1. Plantio Mecanizado</p>
<p><strong>8. Tratos Culturais</strong></p>
<p>8.1. Adubação de Cobertura </p>
<p>8.2. Controle Químico de Plantas Daninhas</p>
<p>8.3. Controle de Insetos</p>
<p>8.3.1. Broca da Cana</p>
<p>8.3.2. Nematóides</p>
<p>8.3.3. Formigas</p>
<p>8.3.4. Besouro Migdolus</p>
<p>8.3.5. Cupins</p>
<p>8.3.6. Cigarrinhas</p>
<p>8.4. Roguing e Controle de Doenças</p>
<p>8.4.1. Carvão</p>
<p>8.4.2. Raquitismo</p>
<p>8.4.3. Escaldadura</p>
<p>8.4.4. Mosaico</p>
<p>8.4.5. Ferrugem</p>
<p><strong>9. A Colheita</strong></p>
<p>9.1. A Colheita Manual</p>
<p>9.2. A Colheita Mecanizada</p>
<p>9.3. A Manutenção da Lavoura após a Safra</p>
<p><strong>10. Processamento da Cana</strong></p>
<p>10.1. A Eficiência no Processo Industrial</p>
<p>10.2. A Pesagem da Matéria-Prima</p>
<p>10.3. O Laboratório de Sacarose, o PCTS</p>
<p>10.4. A Descarga com o Hilo ou Tombador</p>
<p><strong>11. Preparo da Cana para a Moagem</strong></p>
<p>11.1. A Limpeza Diferenciada, para a Cana Queimada ou Inteira e a Crua ou Picada</p>
<p>11.2. A Mesa Alimentadora</p>
<p>11.3. O Tambor Nivelador</p>
<p>11.4. O Adensador</p>
<p>11.5. O Picador de Cana</p>
<p>11.6. O Desfibrador de Cana</p>
<p>11.7. A Esteira Rápida de Borracha</p>
<p><strong>12. Estruturas do Processamento da Cana-de-Açúcar</strong></p>
<p>12.1. A Caldeira, Indiscutivelmente o Coração da Usina</p>
<p>12.1.1. Capacidade da Caldeira </p>
<p>12.2. A Fornalha</p>
<p>12.3. O Transporte do Bagaço</p>
<p>12.4. Dosadores ou Alimentadores de Bagaço</p>
<p>12.5. Paredes de Água</p>
<p>12.6. Tubulão de Água, Balão Inferior ou Barrilete Inferior</p>
<p>12.7. Tubulão de Vapor, ou Balão Superior ou Barrilete Superior</p>
<p>12.8. Superaquecedor</p>
<p>12.9. Feixe de Convecção</p>
<p>12.10. Soprador de Fuligem</p>
<p>12.11. Válvulas de Segurança</p>
<p>12.12. Pré-Ar</p>
<p>12.13. Economizador de Água</p>
<p>12.14. O Desaerador </p>
<p>12.15. O Exaustor da Chaminé</p>
<p>12.16. A Chaminé</p>
<p>12.17. O Ventilador Primário</p>
<p>12.18. O Ventilador Secundário</p>
<p>12.19. As Bombas de Alimentação</p>
<p>12.20. O Lavador de Gases</p>
<p>12.21. Os Multiciclones</p>
<p>12.22. O Precipitador Eletrostático</p>
<p>12.23. O Lavador de Gases com Decantador</p>
<p>12.24. A Lagoa Aspersora, ou Spray</p>
<p>12.25. As Torres de Resfriamento</p>
<p><strong>13. Política de Uso, Reuso e Tratamento das Águas</strong></p>
<p>13.1. A Água Tratada com o Respeito que ela Merece</p>
<p>13.2. A Captação</p>
<p>13.3. A Adutora</p>
<p>13.4. A Lagoa de Água Bruta</p>
<p>13.5. A “ETA” Estação de Tratamento de Água </p>
<p>13.6. A Água Dura</p>
<p>13.6.1. Dureza das Águas</p>
<p>13.6.2. Classificação da Água Quanto a Sua Dureza </p>
<p>13.7. Abrandamento e Desmineração da Água com Resinas de Troca Iônica </p>
<p>13.8. Abrandamento e Desmineralização da Água por Membranas de Osmose Reversa</p>
<p>13.9. A Tecnologia Antiga é mais Segura para a Maioria das Águas Brutas Brasileiras</p>
<p>13.10. O Circuito Fechado para Tratamento e Reuso da Água de Lavagem da Cana</p>
<p>13.11. O Circuito Fechado para Tratamento e Reuso da Água de Fuligem</p>
<p><strong>14. Alimentação do Sistema</strong></p>
<p>14.1. A Calha Alimentadora ou Chute Donnelly</p>
<p>14.2. A Embebição</p>
<p><strong>15. Moagem da Cana-de-Açúcar e Extração do Caldo</strong></p>
<p>15.1. A Moenda</p>
<p>15.1.1. Controle da Rotação </p>
<p>15.1.2. Controle de Aberturas</p>
<p>15.1.3. Bagaceiras</p>
<p>15.1.4. Ajuste de Pentes</p>
<p>15.1.5. Sistema Hidráulico</p>
<p>15.2. As Esteiras Metálicas</p>
<p>15.3. Tipo de Produtos Obtidos Após a Extração do Caldo</p>
<p>15.3.1. Tipos de Açúcar</p>
<p>15.4. Variáveis que Interferem na Qualidade e na Cor do Açúcar</p>
<p>15.5. A Normatização da Cor</p>
<p>15.6. A Extração por Difusão</p>
<p>15.7. Uma Questão Polêmica, Moenda ou Difusor? </p>
<p><strong>16. Preparo do Caldo</strong></p>
<p>16.1. O Tratamento Primário do Caldo</p>
<p>16.2. A Pesagem da Massa e a Medição da sua Acidez</p>
<p>16.2.1. A Pesagem ou Medição da Massa</p>
<p>16.2.2. O PH de uma Substância</p>
<p>16.3. O Tratamento Químico da Sulfitação</p>
<p>16.4. A Preparação do Leite de Cal</p>
<p>16.5. A Calagem</p>
<p>16.6. O Aquecimento do Caldo Através de Trocadores de Calor</p>
<p>16.7. O Balão de Flash</p>
<p>16.8. A Decantação</p>
<p>16.9. A Filtragem</p>
<p><strong>17. Extraindo a Água do Caldo</strong></p>
<p>17.1. A Evaporação</p>
<p>17.2. Cuidados na Evaporação</p>
<p>17.2.1. Possíveis Causas de Anormalidades na Evaporação</p>
<p><strong>18. Cozimento do Industrializado e Extração da Massa</strong></p>
<p>18.1. O Cozimento das Massas</p>
<p>18.1.1. Recapitulando a Concentração do Caldo</p>
<p>18.1.2. O Cozimento</p>
<p>18.1.3. Os Cozedores, ou Tachos</p>
<p>18.2. A Centrifugação da Massa A</p>
<p>18.3. A Centrifugação da Massa B</p>
<p>18.4. Segunda Extração da Massa</p>
<p>18.4.1. Processo com Centrífuga Contínua na Massa B</p>
<p>18.4.2. O Cozimento da Massa A</p>
<p>18.4.3. A Centrifugação da Massa A</p>
<p><strong>19. Cristalização</strong></p>
<p>19.1. A Produção da Semente</p>
<p>19.1.1. De Onde Surgiram os Nódulos de Cristal que foram Introduzidos?</p>
<p>19.2. A Granagem ou Cristalização</p>
<p><strong>20. Tratamento do Açúcar</strong></p>
<p>20.1. A Secagem do Açúcar</p>
<p>20.2. Os Diferentes Modelos de Secadores</p>
<p><strong>21. Preparo para Comercialização</strong></p>
<p>21.1. A Pesagem e Ensacamento</p>
<p>21.1.1. Balança Integradora para Materiais a Granel</p>
<p>21.1.2. Balança de Fluxo Contínuo por Bateladas, Automáticas e Intermitentes</p>
<p>21.1.3. Balança Ensacadora</p>
<p>21.1.4. Balança Especial para Big Bags</p>
<p>21.1.5. Balança Rodoviaria</p>
<p>21.2. A Qualidade e o Armazenamento do Açúcar</p>
<p><strong>22. Destilando o Caldo para Obtenção do Etanol</strong></p>
<p>22.1. A Separação dos Caldos e a Destilaria de Etanol</p>
<p>22.2. O Resfriamento do Caldo para Iniciar o Processo de Fermentação</p>
<p>22.3. Transformando Açúcares em Álcool</p>
<p>22.4. A Fermentação do Mosto</p>
<p>22.5. A Centrifugação do Vinho</p>
<p>22.6. Em Busca de Nova Tecnologia</p>
<p>22.7. A Destilação como Método de Separação entre dois Componentes de uma Mistura</p>
<p>22.7.1. A Destilação Fracionada</p>
<p>22.7.2. Destilando o Etanol</p>
<p>22.8. O Álcool Anidro</p>
<p>22.8.1. A Obtenção do Álcool Anidro com Ciclohexano</p>
<p>22.9. A Desidratação Extrativa</p>
<p>22.10. A Desidratação por Adsorção</p>
<p>22.11. O Armazenamento do Álcool</p>
<p><strong>23. Aproveitando o Bagaço da Cana</strong></p>
<p>23.1. Produzindo Eletricidade, Dando Fim a um Problema!</p>
<p>23.2. Produzir 40% a Mais de Álcool, Com a Mesma Tonelada de Cana</p>
<p><strong>24. Cuidados Necessários da Usina</strong></p>
<p>24.1. A Manutenção na Planta </p>
<p>24.2. O Departamento Técnico da Usina</p>
<p>24.3. Os Diferentes Tipos de Manutenção (Corretiva Preventiva e Preditiva)</p>
<p>24.3.1. A Corretiva</p>
<p>24.3.2. A Preventiva</p>
<p>24.3.2.1. A Parada Mensal Obrigatória</p>
<p>24.3.3. A Preditiva</p>
<p>24.4. As Técnicas de Análise ou Inspeção</p>
<p>24.4.1. Análise de Vibração </p>
<p>24.4.2. Termografía ou Inspeção Termográfica</p>
<p>24.4.3. Espectrometria dos Óleos Lubrificantes</p>
<p>24.4.4. Ultrassonografia</p>
<p>24.4.5. Líquido Penetrante</p>
<p> </p>
<p> </p>

Demonstracao

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Exercicios

0

Paginas

272

ISBN

978-85-371-0265-7