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Petróleo e Gás Natural – Capacidade Plena

R$51,50

Independente da oscilação do preço do barril do petróleo, alta do dólar, crises e outras variáveis não controladas, a indústria do petróleo …

496 páginasAutor(es): Ricardo MarinhoISBN: 978-85-371-0449-1
Sumário

Sumário

Introdução
1. A Indústria do Introdução
1. A Indústria do Petróleo
1.1. Como o Petróleo Ocorre
1.1.1. Formação do Petróleo
1.1.2. Combustível Fóssil
1.1.3. Hidrocarbonetos
1.1.4. A Importância das Rochas Impermeáveis
1.1.5. Rocha Geradora
1.1.6. Bacias Sedimentares
1.1.7. Bloco
1.1.8. Campo de Petróleo e Gás
1.1.9. Reservas de Petróleo e Gás
1.1.9.1. Processo de Dimensionamento das Reservas
1.1.9.2. Formação de Reservatório
1.1.10. Classificação do Petróleo
1.1.11. Matriz Energética
1.1.12. Os Recursos Energéticos Antes do Petróleo
1.1.13. Reservas de Carvão
1.1.14. Eletricidade
1.2. Indústria do Petróleo
1.2.1. Importância da Indústria do Petróleo
1.2.2. Segmentos da Indústria do Petróleo
1.2.2.1. Exploração
1.2.2.2. Explotação
1.2.2.3. Transporte
1.2.2.4. Refino
1.2.2.5. Distribuição
1.2.3. Barril de Petróleo
1.2.3.1. Grau API do American Petroleum Institute
1.2.3.1.1. Petróleo Brent
1.2.4. Criação da OPEP
1.2.4.1. Evolução Histórica da Opep
1.2.4.2. Atendendo ao Mercado Global
1.3. Petróleo no Brasil
1.3.1. Os Primeiros Poços Brasileiros
1.3.1.1. Trabalho Pioneiro
1.3.1.2. Início de uma Nova Era
1.3.1.3. Primeiro Poço Oficial
1.3.2. Movimento “O Petróleo é Nosso”
1.3.3. Instituição do Monopólio
1.3.4. Petróleo na Terra e no Mar
1.3.4.1. Grandes Descobertas no Mar
1.3.4.2. Autossuficiência, uma Conquista Brasileira
1.3.4.3. Sustentabilidade
1.4. Flexibilização do Monopólio no Brasil
1.4.1. Agência Nacional do Petróleo
1.4.1.1. Criação e Responsabilidade da ANP
1.4.1.2. Boletim de Qualidade
1.4.2. Regulamentação da Abertura do Setor
1.4.2.1. Lavantamento de Preços de Combustíveis
1.4.3. Instituto Brasileiro do Petróleo - IBP
1.4.4. Organização Nacional da Indústria do Petróleo
1.4.5. Royalties do Petróleo
1.4.5.1. Fluxos de Pagamentos
1.4.5.2. Cálculo do Preço Médio
1.4.5.3. Royalties Sob o Ponto de Vista da Lei
1.4.5.4. O Cálculo de Arrecadação dos Royalties
1.4.5.5. Parceria Entre a Onip e a IBP
1.5. O Mapa do Petróleo no Brasil
1.5.1. Bacia de Campos Maior Complexo Petrolífero do Mundo
1.5.1.1. Primeiras Plataformas
1.5.2. Complexo Petrolífero
1.5.2.1. Plataforma de Produção da Bacia de Campos
1.5.3. Macaé: Capital do Petróleo
1.5.3.1. Macaé, o Eldorado Fluminense
1.5.4. Promissora Bacia de Santos
1.5.4.1. Primeiro Grande Projeto de Produção
1.5.4.2. Extensão da Bacia de Santos
1.5.4.3. Potencial da Bacia de Santos
1.5.4.4. A Grande Descoberta do Campo de Tupi
1.5.4.5. Sondas de Produção da Bacia de Santos
1.5.5. Bacia do Espírito Santo
1.5.5.1. Evolução Histórica da Bacia
1.5.5.2. Atuação da Petrobras no Estado
1.5.5.3. A Revitalização
1.5.5.4. Os Novos Projetos
1.5.5.5. Sondas de Produção da Bacia de Espírito Santo
1.5.6. Camada do Pré-Sal
1.5.6.1. Características do Pré-Sal
1.5.6.2. Área do Pré-Sal
1.5.6.3. “Cluster Pré-Sal”
1.5.6.4. A Produção Inicial do Pré-Sal
1.5.6.5. A Marca de 500 Mil Barris Diários
1.5.6.6. Os Números Iniciais da Camada do Pré-Sal
1.5.7. Petróleo no Nordeste
1.5.7.1. Bacia do Recôncavo
1.5.8. Rio Grande do Norte
1.5.8.1. Plataformas de Produção da Bacia de Potiguá
1.5.9. Ceará
1.5.10. Alagoas
1.5.10.1. Sondas de Produção da Bacia de Sergipe e Alagoas
1.5.11. Petróleo na Região Norte
1.5.12. A Energia na Amazônia
1.5.12.1. Bacia do Solimões
1.5.13. Província de Urucu
1.5.13.1. Gasoduto Urucu-Coari-Manaus
1.5.13.2. O Crescimento
2. Exploração & Perfuração
2.1. Geologia e Sísmica
2.1.1. Origem e Importância da Geologia
2.1.2. Principal Função da Geologia
2.1.3. Como são Localizadas as Jazidas
2.1.4. A Importância das Rochas Sedimentares
2.1.5. A Geo-História
2.1.6. Geofísica
2.1.6.1. Sísmica
2.1.6.2. Sismologia e Geofísica
2.1.7. A Geologia e o Importante Papel do Geólogo
2.2. Prospecção do Petróleo e Gás
2.2.1. Ambiente Upstream
2.2.1.1. A Importância do Upstream para Indústria do Petróleo
2.2.2. Método de Prospecção
2.2.3. Exploração
2.2.3.1. Exploração Onshore
2.2.4. Incerteza na Prospecção
2.2.5. Perfuração
2.2.5.1. Perfuração Offshore
2.2.5.2. Testes de Formação
2.2.5.3. Plano de Perfuração
2.2.6. Exploração no Brasil
2.2.7. Tipos de Plataformas
2.2.8. Plano de Desenvolvimento Tecnológico em Águas
Profundas - Procap
2.3. Produção de Petróleo e Gás
2.3.1. Explotação Petrolífera
2.3.2. Os Riscos das Atividades Upstream
2.3.3. Produção Offshore no Brasil
2.3.4. Reserva Estratégica de Petróleo
2.4. Principais Fases da Produção
2.4.1. Produção de Petróleo
2.4.2. Desenvolvimento
2.4.3. Tratamento do Petróleo
2.4.4. Transporte do Petróleo
2.4.5. Poço em Produção
2.4.6. Bombeio Mecânico
2.4.7. Cavalo de Pau
2.4.8. Fator Recuperação
2.4.9. Pontos de Medicação da Produção
2.4.10. Evolução do Setor Offshore no Brasil
2.5. Reservatórios
2.5.1. Avaliação dos Reservatórios
2.5.1.1. Como Localizar o Petróleo
2.5.1.2. Produtividade do Reservatório
2.5.2. Como Alcançar um Reservatório
2.5.3. Elevação Artificial
2.5.4. Localizando o Petróleo
2.6. Sistema de Produção
2.6.1. Sistema de Produção Offshore
2.6.2. Produção no Mar
2.6.3. Cenários Submarinos
2.6.4. Desenvolvimento da Produção
2.6.4.1. Fase do Canhoneio
2.6.5. Classificação dos Poços
2.6.6. Extraindo o Petróleo
3. Atividades nas Plataformas
3.1. Plataformista
3.1.1. Mercado de Trabalho
3.1.2. Deck de Perfuração
3.1.3. Peneira de Lama
3.1.4. Cimentação
3.1.5. Subestrutura - Movimentação da Sonda
3.1.5.1. Operações de Instalação do BOP
3.1.5.1.1. Operações em Sondas Fixas
3.1.5.2. Subestrutura - Instalação do BOP
3.1.6. A Produção Offshore no País
3.2. Operações no Sistema de Circulação
3.2.1. Equipamentos que são Considerados Essenciais
3.2.1.1. Bomba de Lama
3.2.1.2. Tipo de Bomba Centrífuga
3.2.1.3. Mangueira de Injeção e Mangotes
3.2.1.4. Operações na Coluna de Perfuração
3.2.2. Equipamentos Considerados Auxiliares
3.2.2.1. As Peneiras de Lama
3.2.2.2. Os Tanques de Lama
3.2.2.3. Os Desareadores e os Dessiltadores
3.2.2.3.1. Os Dessiltadores
3.2.2.3.2. Os Desgaseificadores
3.2.2.4. O Mud Cleaner
3.2.3. Preparação da Perfuração
3.3. Sistema de Suspensão
3.3.1. Conceito, Finalidades e Equipamentos
3.3.1.1. Torre ou Mastro
3.3.1.2. Quadro de Manobras (Guincho)
3.3.1.3. Freio Principal
3.3.1.4. Cabo de Perfuração
3.3.1.5. Bloco de Coroamento
3.3.2. Catarina (Travelling Block)
3.3.2.1. Gancho da Catarina (Hook)
3.3.3. Compensador de Movimentos
3.3.3.1. Tensionador de Movimentos
3.3.3.2. Tensionador de Cabo Guia
3.3.4. Top Drive
3.3.5. Construindo as Torres
3.4. Sistema Rotativo
3.4.1. Conceitos, Finalidade e Equipamentos do Sistema Rotativo
3.4.1.1. Mesa Rotativa
3.4.1.2. Cabeça de Injeção (Swivel)
3.4.1.3. Haste Hexagonal
3.4.2. As Funções da Coluna de Perfuração
3.4.3. As Brocas
3.4.4. Equipamentos Auxiliares para Sonda de Perfuração
3.4.4.1. Os Elevadores
3.4.5. Spider Pneumático
3.4.6. Cunhas
3.4.7. Os Colares de Segurança
3.4.8. Os Guinchos Auxiliares - Cat Line ou Guincho Pneumático
3.4.9. As Chaves Flutuantes
3.4.9.1. A Chave Flutuante Manual
3.4.9.2. A Chave de Enroscar Tubos Pneumática
3.4.9.3. A Chave de Enroscar Tubos
3.4.10. O Kelly Spinner
3.4.11. O Easy Torque
3.4.12. A Chave de Boca
3.4.13. A Mesa do Torrista
3.4.14. Cat Heads (Moinetes)
3.4.15. Iron Roughneck
3.4.16. Informações Complementares
3.5. Operações de Sonda
3.5.1. Perfuração
3.5.2. Circulação
3.5.3. Manobra
3.5.4. Operações Específicas
3.5.4.1. Revestimento
3.5.4.2. Cimentação
3.5.4.3. Perfilagem
3.5.5. Operações Especiais
3.5.5.1. Pescaria
3.5.5.2. Como Recuperar Coluna Presa
3.5.5.3. Controle de Kick
3.5.6. Combate a Perda de Circulação
3.5.6.1. Testemunhagem
3.5.6.2. Perfuração Direcional
3.5.6.3. Teste de Formação
3.5.7. Sondando o Local
3.5.8. Novas Tecnologias de Perfuração
3.6. Segurança Operacional
3.6.1. Uso do Equipamento de Proteção Individual
3.6.2. Segurança Durante as Operações
3.6.3. Equipamentos de Segurança de Cabeça de Poço
3.6.3.1. BOP (Preventor de Erupções)
3.6.3.2. BOP de Superfície
3.6.3.3. BOP Submarino (BOP Stack)
3.6.3.4. Cabeça de Revestimento (Superfície)
3.6.3.5. Cabeça de Revestimento Submarino (Housing)
3.6.3.6. Unidade de Acionamento (BOP)
3.6.3.7. Choke Manifold
3.6.3.8. Kill Line (Linha de Matar)
3.6.3.9. Choke Line (Linha de Estrangulamento)
3.6.3.10. Riser
3.6.3.11. Junta Telescópica
3.6.3.12. Lower Marine Riser Package (Lmrp)
3.6.3.13. Diverter (Desviador de Fluxo)
3.6.3.14. Inside BOP
3.6.3.15. Trip Tank (Tanque de Manobra)
3.6.4. Cuidados com Estouros e Incêndios
3.7. Equipamentos de Controle
3.7.1. Equipamentos da Controle da Perfuração
3.7.2. Indicador de Peso
3.7.3. Medidor de Pressão de Lama (Manômetro)
3.7.4. Indicador de Nível dos Tanques de Lama
3.7.5. Tacômetro da Bomba de Lama (Spm)
3.7.6. Tacômetro da Mesa Rotativa (Rpm)
3.7.7. Indicador de Torque Rotativo
3.7.8. Indicador de Torque da Chave Flutuante
3.7.9. Indicador de Velocidade de Penetração
3.7.10. Tubos e Comandos de Perfuração
3.8. Manutenção e Manuseio dos Dutos de Perfuração
3.9. Manutenção e Manuseio dos Comandos
3.10. Substitutos de Perfuração (Subs)
3.11. Perfurando com Sabedoria
4. Logística do Petróleo
4.1. Logística Empresarial
4.1.1. A Importância da Logística
4.1.2. Logística Moderna
4.1.3. Administração da Cadeia de Suprimento (Supply Chain)
4.1.4. Tecnologia da Informação na Logística
4.1.5. A Logística e a “Onda do Etanol”
4.2. Logística do Petróleo
4.2.1. Estrutura dos Canais Logísticos
4.2.2. Sistema Logístico Integrado e Movimentação de Produtos
4.2.3. Gerenciamentos Logísticos do Petróleo
4.2.4. Apoio Logístico na Indústria do Petróleo
4.2.5. Suprimento
4.2.6. Barcos de Apoio
4.2.7. Os Alcoodutos e a Importância para a Logística do Etanol
4.3. Armazenamento de Petróleo e Derivados
4.3.1. Tanques Atmosféricos
4.3.1.1. Tancagem e Classificação
4.3.1.2. Posição dos Tanques
4.3.1.3. Classificação
4.3.2. Teto Móvel e Teto Flutuante
4.3.2.1. Armazenamento do Gás Processado
4.3.3. Como é Feito o Armazenamento Sob Pressão
4.3.3.1. Interpolação
4.3.3.2. Manutenção
4.4. Transporte de Petróleo e Gás
4.4.1. Meios de Transportes de Petróleo e Derivados
4.4.2. Transferência de Petróleo e Gás
4.4.3. Malha de Transporte
4.4.4. Dutos
4.4.4.1. A Importância dos Dutos
4.4.5. Gasodutos
4.4.6. Oleodutos
4.4.7. Polidutos
4.4.8. Utilização de Pigs
4.4.9. Risers
4.4.10. Fornecendo ou Recebendo Produtos
4.4.11. Perdas de Produtos no Transporte
4.4.12. Modal Ferroviário
4.4.12.1. Como é Feita a Medição do Vagão-Tanque
4.4.12.2. Carga e Descarga
4.4.12.3. Participação dos Tipos de Transportes
4.4.13. O Modal Rodoviário
4.4.13.1. Carga e Descarga de Caminhões-Tanque
4.4.13.2. Legislação do Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos
4.4.14. Rótulos de Segurança
4.4.15. Modal Hidroviário
4.4.15.1. Transporte de Cabotagem
4.4.15.2. Sistema de Medição de Tanques de Navios
4.4.15.3. Sistema de Radar
4.4.15.4. Operações de Carregamento
4.4.15.5. Operações de Descarga
4.4.15.6. Operações nas Bases ou Terminais
4.4.16. Transporte Intermodal
4.4.16.1. Transporte Multimodal
4.4.16.2. Transporte Combinado
4.4.17. Terminais de Oleodutos
4.4.17.1. Terminais Marítimos e Dutos
4.5. Distribuição e Revenda
4.5.1. Desafios da Distribuição
4.5.2. A Distribuição do Petróleo e Derivados
4.5.3. Comercialização
4.5.3.1. Distribuição e Revenda
4.5.4. Revenda
4.5.5. Perdas Reais e Perdas Aparentes na Revenda de Combustíveis
4.5.6. Postos de Serviços
4.5.7. Carga Tributária
4.5.8. Principais Produtos Comercializados
4.5.8.1. Gasolina
4.5.8.2. Querosene de Aviação
4.5.8.3. Óleo Diesel
4.5.8.4. Biodiesel
4.5.8.5. Álcool
4.5.8.6. Etanol
4.5.8.7. Evolução do Etanol
4.5.8.8. Propriedades do Etanol
5. Refino
5.1. Desenvolvimento Tecnológico do Refino
5.2. Evolução do Refino no Brasil
5.3. Parque de Refino
5.3.1. Norte
5.3.2. Refinarias do Nordeste
5.3.3. Refinaria Potiguar Clara Camarão
5.3.4. Abreu Lima
5.3.5. Refinarias do Sudeste
5.3.5.1. Refinaria Capuava (Recap)
5.3.5.2. Refinaria Presidente Bernardes (RPBC)
5.3.5.3. Refinaria Duque de Caxias (Reduc)
5.3.5.4. Refinaria Gabriel Passos (Regap)
5.3.5.5. Refinaria de Paulínia (Replan)
5.3.5.6. Refinaria Henrique Lage (Revap)
5.3.5.7. Comperj
5.3.5.8. Refinaria de Manguinhos
5.3.6. Refinarias do Sul
5.3.6.1. Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar)
5.3.6.2. Unidade de Industrialização do Xisto (SIX)
5.3.6.3. Refinaria Ipiranga
5.4. Novas Unidades de Coque
5.4.1. Participação Efetiva da Petrobras
5.4.1.1. Oferta Menor que a Demanda
5.4.1.2. Criação do Parque de Refino
5.4.2. Objetivos do Refino
5.4.3. Capacidade de Refino
5.4.4. Quando o Petróleo Chega à Refinaria
5.5. Processo de Refino
5.5.1. O Processo
5.5.2. Torre de Destilação
5.5.3. Processo de Fracionamento do Petróleo
5.5.3.1. Primeira Etapa de Refino
5.5.3.2. Segunda Etapa de Refino
5.5.3.3. Terceira Etapa do Refino
5.5.3.4. Processo de Separação
5.5.4. Unidade de Destilação
5.5.5. Desasfaltação a Propano
5.5.6. Desaromatização a Furfural
5.5.7. Desparafinação a Mibc
5.5.8. Desoleificação a MIBC
5.5.9. Extração de Aromáticos
5.5.10. Adsorção de N-Parafinas
5.5.11. Processos de Conversão
5.5.12. Craqueamento Catalítico
5.5.13. Processos de Tratamento
5.5.13.1. Tratamento Cáustico
5.5.14. Características do Refino no Brasil e no Mundo
5.5.14.1. Características do Refino no Mundo
5.6. Derivados de Petróleo
5.6.1. Derivados Energéticos e Não Energéticos
5.6.2. Destilação Fracionada
5.6.3. Classificação da Viscosidade dos Óleos Lubrificantes
5.7. A Indústria Petroquímica
5.7.1. Origem da Indústria Petroquímica
5.7.2. Segmentos da Indústria Petroquímica
5.7.3. Desenvolvimento da Petroquímica no Brasil
5.7.3.1. Criação da Petroquisa
5.7.3.2. Pólo Petroquímico
5.7.3.3. Principais Fontes Alternativas de Energia
5.7.4. A Indústria Petroquímica
6. Gás Natural
6.1. Onde o Gás Natural é Localizado
6.2. Formas de Gás Encontradas
6.3. A Indústria do Gás Natural no Mundo
6.3.1. O Avanço do Gás Natural nas Décadas de 1960 e 1970
6.4. Cadeia Produtiva do Gás Natural
6.4.1. Atividades
6.4.2. Explotação
6.4.3. Produção
6.4.4. Processamento
6.4.5. Transporte e Armazenamento
6.4.5.1. Transporte
6.4.6. Distribuição
6.4.7. Aplicações Industriais
6.4.8. Aplicações Comerciais
6.4.9. Aplicações Domésticas
6.4.10. O Gás Liquefeito
6.4.11. Unidade de Processamento de Gás Natural
6.5. Utilização do Gás Natural
6.5.1. Vantagens Macroeconômicas
6.5.2. Impactos e Problemas
6.5.3. Gás Natural e o Meio Ambiente
6.5.4. Primeira Exploração
6.5.5. Rede de Distribuição
6.5.6. Comercialização do Gás Natural
6.6. Gás Natural no Mundo
6.6.1. Gasoduto Brasil-Bolívia - Gasbol
6.6.2. O Desempenho da Indústria do Gás no Mundo
6.7. Tipos de Gás Natural
6.7.1. Gás Natural Veicular (GNV)
6.7.1.1. Processo de Adaptação para o GNV
6.7.2. Geração de Energia
6.7.3. Gás Natural Comprimido
6.7.4. Consumo de Gás no Brasil
7. Operador de Rádio
7.1. A Importância da Comunicação
7.1.1. Comunicações Confiáveis
7.1.2. Comunicação Gera Relacionamentos
7.1.3. Feedback Imprescindível
7.1.4. Enquanto uma Pessoa Fala
7.1.5. Onda Eletromagnética e suas Características
7.1.6. Nomenclatura
7.1.7. Propagação
7.1.8. Reflexão, Refração, Absorção e Interferência
7.1.8.1. Reflexão
7.1.8.2. Refração
7.1.8.3. Absorção
7.1.8.4. Interferência
7.1.9. Propagação pela Reflexão Via Ionosfera
7.1.10. Ondas Sonoras e de Rádio
7.1.10.1. Faixas do Espectro de Frequência e suas Utilizações mais
Comuns nas Comunicações Marítimas
7.1.11. Tipos e Empregos de Modulação de uma Onda Eletromagnética
7.1.11.1. Modulação em Amplitude (AM)
7.1.11.2. Modulação em Frequência
7.1.11.3. Modulação por Pulso
7.1.12. Global Maritime Distress and Safety System (GMDSS)
7.1.13. Serviço Móvel Marítimo
7.2. Equipamentos de Comunicação
7.2.1. Instalação Básica de uma Estação Radiotelefônica
7.2.2. Características Básicas de um Transmissor e um Receptor
7.2.2.1. Transmissor
7.2.2.2. Como Ocorre a Transmissão
7.2.2.3. Receptor
7.2.2.4. Como Acontece a Recepção
7.2.3. Funcionamento Básico das Antenas
7.2.4. Métodos de Operação Simplex, Duplex e Semi-Duplex
7.2.5. Operação do Equipamento VHF
7.2.6. Canais Simplex e Duplex
7.2.7. Operação do Equipamento HF/MF
7.2.8. Canais de Chamada e de Trabalho
7.2.9. União Internacional de Telecomunicações
7.2.10. A Evolução Histórica do GMSS
7.3. Código Fonético Internacional de Letras e Números
7.3.1. Procedimento Radiotelefônico de Socorro em Radiotelefonia
7.3.1.1. Sinal de Alarme
7.3.1.1.1. Sinal de Socorro
7.3.1.2. Chamada de Socorro
7.3.1.3. Mensagem de Socorro
7.3.2. Controle de Tráfego de Socorro
7.3.3. Estação que não se Encontra em Perigo
7.3.4. Componentes do GMDSS
7.3.4.1. Emergency Position Indicating Radio Beacon (EPIRB)
7.3.4.2. Navtex
7.3.4.3. Inmarsat
7.4. Sinais de Urgência
7.4.1. Procedimento Radiotelefônico do Sinal de Segurança
7.4.2. Procedimento de Chamada e Resposta
7.4.3. Procedimento para a Transmissão e Formato Básico de
um Radiotelegrama
7.4.4. Noções Básicas em Onda Eletromagnética e suas Características
7.4.5. Deveres do Operador de Rádio
7.4.6. Deveres em Relação ao Equipamento-Rádio
7.4.7. Alta Frequência
7.4.8. Busca e Salvamento e Dispositivo de Localização
7.4.9. Licenciamento de Operadores
Referências
Glossário


Petróleo
1.1. Como o Petróleo Ocorre
1.1.1. Formação do Petróleo
1.1.2. Combustível Fóssil
1.1.3. Hidrocarbonetos
1.1.4. A Importância das Rochas Impermeáveis
1.1.5. Rocha Geradora
1.1.6. Bacias Sedimentares
1.1.7. Bloco
1.1.8. Campo de Petróleo e Gás
1.1.9. Reservas de Petróleo e Gás
1.1.9.1. Processo de Dimensionamento das Reservas
1.1.9.2. Formação de Reservatório
1.1.10. Classificação do Petróleo
1.1.11. Matriz Energética
1.1.12. Os Recursos Energéticos Antes do Petróleo
1.1.13. Reservas de Carvão
1.1.14. Eletricidade
1.2. Indústria do Petróleo
1.2.1. Importância da Indústria do Petróleo
1.2.2. Segmentos da Indústria do Petróleo
1.2.2.1. Exploração
1.2.2.2. Explotação
1.2.2.3. Transporte
1.2.2.4. Refino
1.2.2.5. Distribuição
1.2.3. Barril de Petróleo
1.2.3.1. Grau API do American Petroleum Institute
1.2.3.1.1. Petróleo Brent
1.2.4. Criação da OPEP
1.2.4.1. Evolução Histórica da Opep
1.2.4.2. Atendendo ao Mercado Global
1.3. Petróleo no Brasil
1.3.1. Os Primeiros Poços Brasileiros
1.3.1.1. Trabalho Pioneiro
1.3.1.2. Início de uma Nova Era
1.3.1.3. Primeiro Poço Oficial
1.3.2. Movimento “O Petróleo é Nosso”
1.3.3. Instituição do Monopólio
1.3.4. Petróleo na Terra e no Mar
1.3.4.1. Grandes Descobertas no Mar
1.3.4.2. Autossuficiência, uma Conquista Brasileira
1.3.4.3. Sustentabilidade
1.4. Flexibilização do Monopólio no Brasil
1.4.1. Agência Nacional do Petróleo
1.4.1.1. Criação e Responsabilidade da ANP
1.4.1.2. Boletim de Qualidade
1.4.2. Regulamentação da Abertura do Setor
1.4.2.1. Lavantamento de Preços de Combustíveis
1.4.3. Instituto Brasileiro do Petróleo - IBP
1.4.4. Organização Nacional da Indústria do Petróleo
1.4.5. Royalties do Petróleo
1.4.5.1. Fluxos de Pagamentos
1.4.5.2. Cálculo do Preço Médio
1.4.5.3. Royalties Sob o Ponto de Vista da Lei
1.4.5.4. O Cálculo de Arrecadação dos Royalties
1.4.5.5. Parceria Entre a Onip e a IBP
1.5. O Mapa do Petróleo no Brasil
1.5.1. Bacia de Campos Maior Complexo Petrolífero do Mundo
1.5.1.1. Primeiras Plataformas
1.5.2. Complexo Petrolífero
1.5.2.1. Plataforma de Produção da Bacia de Campos
1.5.3. Macaé: Capital do Petróleo
1.5.3.1. Macaé, o Eldorado Fluminense
1.5.4. Promissora Bacia de Santos
1.5.4.1. Primeiro Grande Projeto de Produção
1.5.4.2. Extensão da Bacia de Santos
1.5.4.3. Potencial da Bacia de Santos
1.5.4.4. A Grande Descoberta do Campo de Tupi
1.5.4.5. Sondas de Produção da Bacia de Santos
1.5.5. Bacia do Espírito Santo
1.5.5.1. Evolução Histórica da Bacia
1.5.5.2. Atuação da Petrobras no Estado
1.5.5.3. A Revitalização
1.5.5.4. Os Novos Projetos
1.5.5.5. Sondas de Produção da Bacia de Espírito Santo
1.5.6. Camada do Pré-Sal
1.5.6.1. Características do Pré-Sal
1.5.6.2. Área do Pré-Sal
1.5.6.3. “Cluster Pré-Sal”
1.5.6.4. A Produção Inicial do Pré-Sal
1.5.6.5. A Marca de 500 Mil Barris Diários
1.5.6.6. Os Números Iniciais da Camada do Pré-Sal
1.5.7. Petróleo no Nordeste
1.5.7.1. Bacia do Recôncavo
1.5.8. Rio Grande do Norte
1.5.8.1. Plataformas de Produção da Bacia de Potiguá
1.5.9. Ceará
1.5.10. Alagoas
1.5.10.1. Sondas de Produção da Bacia de Sergipe e Alagoas
1.5.11. Petróleo na Região Norte
1.5.12. A Energia na Amazônia
1.5.12.1. Bacia do Solimões
1.5.13. Província de Urucu
1.5.13.1. Gasoduto Urucu-Coari-Manaus
1.5.13.2. O Crescimento
2. Exploração & Perfuração
2.1. Geologia e Sísmica
2.1.1. Origem e Importância da Geologia
2.1.2. Principal Função da Geologia
2.1.3. Como são Localizadas as Jazidas
2.1.4. A Importância das Rochas Sedimentares
2.1.5. A Geo-História
2.1.6. Geofísica
2.1.6.1. Sísmica
2.1.6.2. Sismologia e Geofísica
2.1.7. A Geologia e o Importante Papel do Geólogo
2.2. Prospecção do Petróleo e Gás
2.2.1. Ambiente Upstream
2.2.1.1. A Importância do Upstream para Indústria do Petróleo
2.2.2. Método de Prospecção
2.2.3. Exploração
2.2.3.1. Exploração Onshore
2.2.4. Incerteza na Prospecção
2.2.5. Perfuração
2.2.5.1. Perfuração Offshore
2.2.5.2. Testes de Formação
2.2.5.3. Plano de Perfuração
2.2.6. Exploração no Brasil
2.2.7. Tipos de Plataformas
2.2.8. Plano de Desenvolvimento Tecnológico em Águas
Profundas - Procap
2.3. Produção de Petróleo e Gás
2.3.1. Explotação Petrolífera
2.3.2. Os Riscos das Atividades Upstream
2.3.3. Produção Offshore no Brasil
2.3.4. Reserva Estratégica de Petróleo
2.4. Principais Fases da Produção
2.4.1. Produção de Petróleo
2.4.2. Desenvolvimento
2.4.3. Tratamento do Petróleo
2.4.4. Transporte do Petróleo
2.4.5. Poço em Produção
2.4.6. Bombeio Mecânico
2.4.7. Cavalo de Pau
2.4.8. Fator Recuperação
2.4.9. Pontos de Medicação da Produção
2.4.10. Evolução do Setor Offshore no Brasil
2.5. Reservatórios
2.5.1. Avaliação dos Reservatórios
2.5.1.1. Como Localizar o Petróleo
2.5.1.2. Produtividade do Reservatório
2.5.2. Como Alcançar um Reservatório
2.5.3. Elevação Artificial
2.5.4. Localizando o Petróleo
2.6. Sistema de Produção
2.6.1. Sistema de Produção Offshore
2.6.2. Produção no Mar
2.6.3. Cenários Submarinos
2.6.4. Desenvolvimento da Produção
2.6.4.1. Fase do Canhoneio
2.6.5. Classificação dos Poços
2.6.6. Extraindo o Petróleo
3. Atividades nas Plataformas
3.1. Plataformista
3.1.1. Mercado de Trabalho
3.1.2. Deck de Perfuração
3.1.3. Peneira de Lama
3.1.4. Cimentação
3.1.5. Subestrutura - Movimentação da Sonda
3.1.5.1. Operações de Instalação do BOP
3.1.5.1.1. Operações em Sondas Fixas
3.1.5.2. Subestrutura - Instalação do BOP
3.1.6. A Produção Offshore no País
3.2. Operações no Sistema de Circulação
3.2.1. Equipamentos que são Considerados Essenciais
3.2.1.1. Bomba de Lama
3.2.1.2. Tipo de Bomba Centrífuga
3.2.1.3. Mangueira de Injeção e Mangotes
3.2.1.4. Operações na Coluna de Perfuração
3.2.2. Equipamentos Considerados Auxiliares
3.2.2.1. As Peneiras de Lama
3.2.2.2. Os Tanques de Lama
3.2.2.3. Os Desareadores e os Dessiltadores
3.2.2.3.1. Os Dessiltadores
3.2.2.3.2. Os Desgaseificadores
3.2.2.4. O Mud Cleaner
3.2.3. Preparação da Perfuração
3.3. Sistema de Suspensão
3.3.1. Conceito, Finalidades e Equipamentos
3.3.1.1. Torre ou Mastro
3.3.1.2. Quadro de Manobras (Guincho)
3.3.1.3. Freio Principal
3.3.1.4. Cabo de Perfuração
3.3.1.5. Bloco de Coroamento
3.3.2. Catarina (Travelling Block)
3.3.2.1. Gancho da Catarina (Hook)
3.3.3. Compensador de Movimentos
3.3.3.1. Tensionador de Movimentos
3.3.3.2. Tensionador de Cabo Guia
3.3.4. Top Drive
3.3.5. Construindo as Torres
3.4. Sistema Rotativo
3.4.1. Conceitos, Finalidade e Equipamentos do Sistema Rotativo
3.4.1.1. Mesa Rotativa
3.4.1.2. Cabeça de Injeção (Swivel)
3.4.1.3. Haste Hexagonal
3.4.2. As Funções da Coluna de Perfuração
3.4.3. As Brocas
3.4.4. Equipamentos Auxiliares para Sonda de Perfuração
3.4.4.1. Os Elevadores
3.4.5. Spider Pneumático
3.4.6. Cunhas
3.4.7. Os Colares de Segurança
3.4.8. Os Guinchos Auxiliares - Cat Line ou Guincho Pneumático
3.4.9. As Chaves Flutuantes
3.4.9.1. A Chave Flutuante Manual
3.4.9.2. A Chave de Enroscar Tubos Pneumática
3.4.9.3. A Chave de Enroscar Tubos
3.4.10. O Kelly Spinner
3.4.11. O Easy Torque
3.4.12. A Chave de Boca
3.4.13. A Mesa do Torrista
3.4.14. Cat Heads (Moinetes)
3.4.15. Iron Roughneck
3.4.16. Informações Complementares
3.5. Operações de Sonda
3.5.1. Perfuração
3.5.2. Circulação
3.5.3. Manobra
3.5.4. Operações Específicas
3.5.4.1. Revestimento
3.5.4.2. Cimentação
3.5.4.3. Perfilagem
3.5.5. Operações Especiais
3.5.5.1. Pescaria
3.5.5.2. Como Recuperar Coluna Presa
3.5.5.3. Controle de Kick
3.5.6. Combate a Perda de Circulação
3.5.6.1. Testemunhagem
3.5.6.2. Perfuração Direcional
3.5.6.3. Teste de Formação
3.5.7. Sondando o Local
3.5.8. Novas Tecnologias de Perfuração
3.6. Segurança Operacional
3.6.1. Uso do Equipamento de Proteção Individual
3.6.2. Segurança Durante as Operações
3.6.3. Equipamentos de Segurança de Cabeça de Poço
3.6.3.1. BOP (Preventor de Erupções)
3.6.3.2. BOP de Superfície
3.6.3.3. BOP Submarino (BOP Stack)
3.6.3.4. Cabeça de Revestimento (Superfície)
3.6.3.5. Cabeça de Revestimento Submarino (Housing)
3.6.3.6. Unidade de Acionamento (BOP)
3.6.3.7. Choke Manifold
3.6.3.8. Kill Line (Linha de Matar)
3.6.3.9. Choke Line (Linha de Estrangulamento)
3.6.3.10. Riser
3.6.3.11. Junta Telescópica
3.6.3.12. Lower Marine Riser Package (Lmrp)
3.6.3.13. Diverter (Desviador de Fluxo)
3.6.3.14. Inside BOP
3.6.3.15. Trip Tank (Tanque de Manobra)
3.6.4. Cuidados com Estouros e Incêndios
3.7. Equipamentos de Controle
3.7.1. Equipamentos da Controle da Perfuração
3.7.2. Indicador de Peso
3.7.3. Medidor de Pressão de Lama (Manômetro)
3.7.4. Indicador de Nível dos Tanques de Lama
3.7.5. Tacômetro da Bomba de Lama (Spm)
3.7.6. Tacômetro da Mesa Rotativa (Rpm)
3.7.7. Indicador de Torque Rotativo
3.7.8. Indicador de Torque da Chave Flutuante
3.7.9. Indicador de Velocidade de Penetração
3.7.10. Tubos e Comandos de Perfuração
3.8. Manutenção e Manuseio dos Dutos de Perfuração
3.9. Manutenção e Manuseio dos Comandos
3.10. Substitutos de Perfuração (Subs)
3.11. Perfurando com Sabedoria
4. Logística do Petróleo
4.1. Logística Empresarial
4.1.1. A Importância da Logística
4.1.2. Logística Moderna
4.1.3. Administração da Cadeia de Suprimento (Supply Chain)
4.1.4. Tecnologia da Informação na Logística
4.1.5. A Logística e a “Onda do Etanol”
4.2. Logística do Petróleo
4.2.1. Estrutura dos Canais Logísticos
4.2.2. Sistema Logístico Integrado e Movimentação de Produtos
4.2.3. Gerenciamentos Logísticos do Petróleo
4.2.4. Apoio Logístico na Indústria do Petróleo
4.2.5. Suprimento
4.2.6. Barcos de Apoio
4.2.7. Os Alcoodutos e a Importância para a Logística do Etanol
4.3. Armazenamento de Petróleo e Derivados
4.3.1. Tanques Atmosféricos
4.3.1.1. Tancagem e Classificação
4.3.1.2. Posição dos Tanques
4.3.1.3. Classificação
4.3.2. Teto Móvel e Teto Flutuante
4.3.2.1. Armazenamento do Gás Processado
4.3.3. Como é Feito o Armazenamento Sob Pressão
4.3.3.1. Interpolação
4.3.3.2. Manutenção
4.4. Transporte de Petróleo e Gás
4.4.1. Meios de Transportes de Petróleo e Derivados
4.4.2. Transferência de Petróleo e Gás
4.4.3. Malha de Transporte
4.4.4. Dutos
4.4.4.1. A Importância dos Dutos
4.4.5. Gasodutos
4.4.6. Oleodutos
4.4.7. Polidutos
4.4.8. Utilização de Pigs
4.4.9. Risers
4.4.10. Fornecendo ou Recebendo Produtos
4.4.11. Perdas de Produtos no Transporte
4.4.12. Modal Ferroviário
4.4.12.1. Como é Feita a Medição do Vagão-Tanque
4.4.12.2. Carga e Descarga
4.4.12.3. Participação dos Tipos de Transportes
4.4.13. O Modal Rodoviário
4.4.13.1. Carga e Descarga de Caminhões-Tanque
4.4.13.2. Legislação do Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos
4.4.14. Rótulos de Segurança
4.4.15. Modal Hidroviário
4.4.15.1. Transporte de Cabotagem
4.4.15.2. Sistema de Medição de Tanques de Navios
4.4.15.3. Sistema de Radar
4.4.15.4. Operações de Carregamento
4.4.15.5. Operações de Descarga
4.4.15.6. Operações nas Bases ou Terminais
4.4.16. Transporte Intermodal
4.4.16.1. Transporte Multimodal
4.4.16.2. Transporte Combinado
4.4.17. Terminais de Oleodutos
4.4.17.1. Terminais Marítimos e Dutos
4.5. Distribuição e Revenda
4.5.1. Desafios da Distribuição
4.5.2. A Distribuição do Petróleo e Derivados
4.5.3. Comercialização
4.5.3.1. Distribuição e Revenda
4.5.4. Revenda
4.5.5. Perdas Reais e Perdas Aparentes na Revenda de Combustíveis
4.5.6. Postos de Serviços
4.5.7. Carga Tributária
4.5.8. Principais Produtos Comercializados
4.5.8.1. Gasolina
4.5.8.2. Querosene de Aviação
4.5.8.3. Óleo Diesel
4.5.8.4. Biodiesel
4.5.8.5. Álcool
4.5.8.6. Etanol
4.5.8.7. Evolução do Etanol
4.5.8.8. Propriedades do Etanol
5. Refino
5.1. Desenvolvimento Tecnológico do Refino
5.2. Evolução do Refino no Brasil
5.3. Parque de Refino
5.3.1. Norte
5.3.2. Refinarias do Nordeste
5.3.3. Refinaria Potiguar Clara Camarão
5.3.4. Abreu Lima
5.3.5. Refinarias do Sudeste
5.3.5.1. Refinaria Capuava (Recap)
5.3.5.2. Refinaria Presidente Bernardes (RPBC)
5.3.5.3. Refinaria Duque de Caxias (Reduc)
5.3.5.4. Refinaria Gabriel Passos (Regap)
5.3.5.5. Refinaria de Paulínia (Replan)
5.3.5.6. Refinaria Henrique Lage (Revap)
5.3.5.7. Comperj
5.3.5.8. Refinaria de Manguinhos
5.3.6. Refinarias do Sul
5.3.6.1. Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar)
5.3.6.2. Unidade de Industrialização do Xisto (SIX)
5.3.6.3. Refinaria Ipiranga
5.4. Novas Unidades de Coque
5.4.1. Participação Efetiva da Petrobras
5.4.1.1. Oferta Menor que a Demanda
5.4.1.2. Criação do Parque de Refino
5.4.2. Objetivos do Refino
5.4.3. Capacidade de Refino
5.4.4. Quando o Petróleo Chega à Refinaria
5.5. Processo de Refino
5.5.1. O Processo
5.5.2. Torre de Destilação
5.5.3. Processo de Fracionamento do Petróleo
5.5.3.1. Primeira Etapa de Refino
5.5.3.2. Segunda Etapa de Refino
5.5.3.3. Terceira Etapa do Refino
5.5.3.4. Processo de Separação
5.5.4. Unidade de Destilação
5.5.5. Desasfaltação a Propano
5.5.6. Desaromatização a Furfural
5.5.7. Desparafinação a Mibc
5.5.8. Desoleificação a MIBC
5.5.9. Extração de Aromáticos
5.5.10. Adsorção de N-Parafinas
5.5.11. Processos de Conversão
5.5.12. Craqueamento Catalítico
5.5.13. Processos de Tratamento
5.5.13.1. Tratamento Cáustico
5.5.14. Características do Refino no Brasil e no Mundo
5.5.14.1. Características do Refino no Mundo
5.6. Derivados de Petróleo
5.6.1. Derivados Energéticos e Não Energéticos
5.6.2. Destilação Fracionada
5.6.3. Classificação da Viscosidade dos Óleos Lubrificantes
5.7. A Indústria Petroquímica
5.7.1. Origem da Indústria Petroquímica
5.7.2. Segmentos da Indústria Petroquímica
5.7.3. Desenvolvimento da Petroquímica no Brasil
5.7.3.1. Criação da Petroquisa
5.7.3.2. Pólo Petroquímico
5.7.3.3. Principais Fontes Alternativas de Energia
5.7.4. A Indústria Petroquímica
6. Gás Natural
6.1. Onde o Gás Natural é Localizado
6.2. Formas de Gás Encontradas
6.3. A Indústria do Gás Natural no Mundo
6.3.1. O Avanço do Gás Natural nas Décadas de 1960 e 1970
6.4. Cadeia Produtiva do Gás Natural
6.4.1. Atividades
6.4.2. Explotação
6.4.3. Produção
6.4.4. Processamento
6.4.5. Transporte e Armazenamento
6.4.5.1. Transporte
6.4.6. Distribuição
6.4.7. Aplicações Industriais
6.4.8. Aplicações Comerciais
6.4.9. Aplicações Domésticas
6.4.10. O Gás Liquefeito
6.4.11. Unidade de Processamento de Gás Natural
6.5. Utilização do Gás Natural
6.5.1. Vantagens Macroeconômicas
6.5.2. Impactos e Problemas
6.5.3. Gás Natural e o Meio Ambiente
6.5.4. Primeira Exploração
6.5.5. Rede de Distribuição
6.5.6. Comercialização do Gás Natural
6.6. Gás Natural no Mundo
6.6.1. Gasoduto Brasil-Bolívia - Gasbol
6.6.2. O Desempenho da Indústria do Gás no Mundo
6.7. Tipos de Gás Natural
6.7.1. Gás Natural Veicular (GNV)
6.7.1.1. Processo de Adaptação para o GNV
6.7.2. Geração de Energia
6.7.3. Gás Natural Comprimido
6.7.4. Consumo de Gás no Brasil
7. Operador de Rádio
7.1. A Importância da Comunicação
7.1.1. Comunicações Confiáveis
7.1.2. Comunicação Gera Relacionamentos
7.1.3. Feedback Imprescindível
7.1.4. Enquanto uma Pessoa Fala
7.1.5. Onda Eletromagnética e suas Características
7.1.6. Nomenclatura
7.1.7. Propagação
7.1.8. Reflexão, Refração, Absorção e Interferência
7.1.8.1. Reflexão
7.1.8.2. Refração
7.1.8.3. Absorção
7.1.8.4. Interferência
7.1.9. Propagação pela Reflexão Via Ionosfera
7.1.10. Ondas Sonoras e de Rádio
7.1.10.1. Faixas do Espectro de Frequência e suas Utilizações mais
Comuns nas Comunicações Marítimas
7.1.11. Tipos e Empregos de Modulação de uma Onda Eletromagnética
7.1.11.1. Modulação em Amplitude (AM)
7.1.11.2. Modulação em Frequência
7.1.11.3. Modulação por Pulso
7.1.12. Global Maritime Distress and Safety System (GMDSS)
7.1.13. Serviço Móvel Marítimo
7.2. Equipamentos de Comunicação
7.2.1. Instalação Básica de uma Estação Radiotelefônica
7.2.2. Características Básicas de um Transmissor e um Receptor
7.2.2.1. Transmissor
7.2.2.2. Como Ocorre a Transmissão
7.2.2.3. Receptor
7.2.2.4. Como Acontece a Recepção
7.2.3. Funcionamento Básico das Antenas
7.2.4. Métodos de Operação Simplex, Duplex e Semi-Duplex
7.2.5. Operação do Equipamento VHF
7.2.6. Canais Simplex e Duplex
7.2.7. Operação do Equipamento HF/MF
7.2.8. Canais de Chamada e de Trabalho
7.2.9. União Internacional de Telecomunicações
7.2.10. A Evolução Histórica do GMSS
7.3. Código Fonético Internacional de Letras e Números
7.3.1. Procedimento Radiotelefônico de Socorro em Radiotelefonia
7.3.1.1. Sinal de Alarme
7.3.1.1.1. Sinal de Socorro
7.3.1.2. Chamada de Socorro
7.3.1.3. Mensagem de Socorro
7.3.2. Controle de Tráfego de Socorro
7.3.3. Estação que não se Encontra em Perigo
7.3.4. Componentes do GMDSS
7.3.4.1. Emergency Position Indicating Radio Beacon (EPIRB)
7.3.4.2. Navtex
7.3.4.3. Inmarsat
7.4. Sinais de Urgência
7.4.1. Procedimento Radiotelefônico do Sinal de Segurança
7.4.2. Procedimento de Chamada e Resposta
7.4.3. Procedimento para a Transmissão e Formato Básico de
um Radiotelegrama
7.4.4. Noções Básicas em Onda Eletromagnética e suas Características
7.4.5. Deveres do Operador de Rádio
7.4.6. Deveres em Relação ao Equipamento-Rádio
7.4.7. Alta Frequência
7.4.8. Busca e Salvamento e Dispositivo de Localização
7.4.9. Licenciamento de Operadores
Referências
Glossário


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Independente da oscilação do preço do barril do petróleo, alta do dólar, crises e outras variáveis não controladas, a indústria do petróleo no país continua sendo uma das mais promissoras do mundo, empregando milhares de pessoas em toda sua cadeia produtiva.

No Brasil as transformações socioeconômica e tecnológicas contribuíram efetivamente para a quebra de monopólio do petróleo no país. Após a flexibilização do monopólio do petróleo no Brasil, ocorrida em 1995 e sua regulamentação em 1997, com a criação da Agência Nacional do Petróleo – ANP em 1998, o setor de petróleo e gás brasileiro passou a apresentar um crescimento contínuo no número de empresas de petróleo, fornecedores de bens e serviços especializados.

Depois de ter comemorado a autossuficiência na produção de petróleo, no ano de 2006 as maiores novidades foram, as descobertas das Bacias de Santos e da Camada do Pré-sal, a exploração de novas Bacias sedimentares, bem como, a construção de novas refinarias. Essa nova fase áurea da indústria do petróleo no Brasil, trouxe por consequência, a criação de novos postos de trabalho em todos os níveis, principalmente para aqueles que se capacitaram para atuar no setor.

A posição dominante da Petrobrás na exploração e produção de petróleo e águas profundas e ultraprofundas permite à estatal brasileira mergulhar cada vez mais fundo em busca do ouro negro. Uma das grandes virtudes que a empresa tem certamente é o reconhecimento por toda a indústria do petróleo no Brasil e no mundo, e sua capacidade tecnológica. Ao longo de sua trajetória de sucesso, a empresa se especializou em utilizar os recursos necessários para gerar e administrar as mudanças, superar as crises e as eventuais adaptações, que cada novo projeto de exploração em águas profundas ou ultraprofundas exige.

Esse conjunto de tecnologias desenvolvidas aliado a toda habilidade técnica adquirida no decorrer de sua existência permitiram a expansão contínua da indústria do petróleo dentro e fora do Brasil gerando novas oportunidades de empregos e negócios. Todos querem atuar num setor que possa proporcionar novas oportunidades de investimentos e trabalho, e sem dúvida alguma o setor de petróleo e gás é sempre uma excelente opção.

Peso 0.59 kg
Dimensões 210 x 148 x 2 mm
Autor

Ricardo Marinho

Sumario

Introdução
<br />1. A Indústria do Introdução
<br />1. A Indústria do Petróleo
<br />1.1. Como o Petróleo Ocorre
<br />1.1.1. Formação do Petróleo
<br />1.1.2. Combustível Fóssil
<br />1.1.3. Hidrocarbonetos
<br />1.1.4. A Importância das Rochas Impermeáveis
<br />1.1.5. Rocha Geradora
<br />1.1.6. Bacias Sedimentares
<br />1.1.7. Bloco
<br />1.1.8. Campo de Petróleo e Gás
<br />1.1.9. Reservas de Petróleo e Gás
<br />1.1.9.1. Processo de Dimensionamento das Reservas
<br />1.1.9.2. Formação de Reservatório
<br />1.1.10. Classificação do Petróleo
<br />1.1.11. Matriz Energética
<br />1.1.12. Os Recursos Energéticos Antes do Petróleo
<br />1.1.13. Reservas de Carvão
<br />1.1.14. Eletricidade
<br />1.2. Indústria do Petróleo
<br />1.2.1. Importância da Indústria do Petróleo
<br />1.2.2. Segmentos da Indústria do Petróleo
<br />1.2.2.1. Exploração
<br />1.2.2.2. Explotação
<br />1.2.2.3. Transporte
<br />1.2.2.4. Refino
<br />1.2.2.5. Distribuição
<br />1.2.3. Barril de Petróleo
<br />1.2.3.1. Grau API do American Petroleum Institute
<br />1.2.3.1.1. Petróleo Brent
<br />1.2.4. Criação da OPEP
<br />1.2.4.1. Evolução Histórica da Opep
<br />1.2.4.2. Atendendo ao Mercado Global
<br />1.3. Petróleo no Brasil
<br />1.3.1. Os Primeiros Poços Brasileiros
<br />1.3.1.1. Trabalho Pioneiro
<br />1.3.1.2. Início de uma Nova Era
<br />1.3.1.3. Primeiro Poço Oficial
<br />1.3.2. Movimento “O Petróleo é Nosso”
<br />1.3.3. Instituição do Monopólio
<br />1.3.4. Petróleo na Terra e no Mar
<br />1.3.4.1. Grandes Descobertas no Mar
<br />1.3.4.2. Autossuficiência, uma Conquista Brasileira
<br />1.3.4.3. Sustentabilidade
<br />1.4. Flexibilização do Monopólio no Brasil
<br />1.4.1. Agência Nacional do Petróleo
<br />1.4.1.1. Criação e Responsabilidade da ANP
<br />1.4.1.2. Boletim de Qualidade
<br />1.4.2. Regulamentação da Abertura do Setor
<br />1.4.2.1. Lavantamento de Preços de Combustíveis
<br />1.4.3. Instituto Brasileiro do Petróleo – IBP
<br />1.4.4. Organização Nacional da Indústria do Petróleo
<br />1.4.5. Royalties do Petróleo
<br />1.4.5.1. Fluxos de Pagamentos
<br />1.4.5.2. Cálculo do Preço Médio
<br />1.4.5.3. Royalties Sob o Ponto de Vista da Lei
<br />1.4.5.4. O Cálculo de Arrecadação dos Royalties
<br />1.4.5.5. Parceria Entre a Onip e a IBP
<br />1.5. O Mapa do Petróleo no Brasil
<br />1.5.1. Bacia de Campos Maior Complexo Petrolífero do Mundo
<br />1.5.1.1. Primeiras Plataformas
<br />1.5.2. Complexo Petrolífero
<br />1.5.2.1. Plataforma de Produção da Bacia de Campos
<br />1.5.3. Macaé: Capital do Petróleo
<br />1.5.3.1. Macaé, o Eldorado Fluminense
<br />1.5.4. Promissora Bacia de Santos
<br />1.5.4.1. Primeiro Grande Projeto de Produção
<br />1.5.4.2. Extensão da Bacia de Santos
<br />1.5.4.3. Potencial da Bacia de Santos
<br />1.5.4.4. A Grande Descoberta do Campo de Tupi
<br />1.5.4.5. Sondas de Produção da Bacia de Santos
<br />1.5.5. Bacia do Espírito Santo
<br />1.5.5.1. Evolução Histórica da Bacia
<br />1.5.5.2. Atuação da Petrobras no Estado
<br />1.5.5.3. A Revitalização
<br />1.5.5.4. Os Novos Projetos
<br />1.5.5.5. Sondas de Produção da Bacia de Espírito Santo
<br />1.5.6. Camada do Pré-Sal
<br />1.5.6.1. Características do Pré-Sal
<br />1.5.6.2. Área do Pré-Sal
<br />1.5.6.3. “Cluster Pré-Sal”
<br />1.5.6.4. A Produção Inicial do Pré-Sal
<br />1.5.6.5. A Marca de 500 Mil Barris Diários
<br />1.5.6.6. Os Números Iniciais da Camada do Pré-Sal
<br />1.5.7. Petróleo no Nordeste
<br />1.5.7.1. Bacia do Recôncavo
<br />1.5.8. Rio Grande do Norte
<br />1.5.8.1. Plataformas de Produção da Bacia de Potiguá
<br />1.5.9. Ceará
<br />1.5.10. Alagoas
<br />1.5.10.1. Sondas de Produção da Bacia de Sergipe e Alagoas
<br />1.5.11. Petróleo na Região Norte
<br />1.5.12. A Energia na Amazônia
<br />1.5.12.1. Bacia do Solimões
<br />1.5.13. Província de Urucu
<br />1.5.13.1. Gasoduto Urucu-Coari-Manaus
<br />1.5.13.2. O Crescimento
<br />2. Exploração & Perfuração
<br />2.1. Geologia e Sísmica
<br />2.1.1. Origem e Importância da Geologia
<br />2.1.2. Principal Função da Geologia
<br />2.1.3. Como são Localizadas as Jazidas
<br />2.1.4. A Importância das Rochas Sedimentares
<br />2.1.5. A Geo-História
<br />2.1.6. Geofísica
<br />2.1.6.1. Sísmica
<br />2.1.6.2. Sismologia e Geofísica
<br />2.1.7. A Geologia e o Importante Papel do Geólogo
<br />2.2. Prospecção do Petróleo e Gás
<br />2.2.1. Ambiente Upstream
<br />2.2.1.1. A Importância do Upstream para Indústria do Petróleo
<br />2.2.2. Método de Prospecção
<br />2.2.3. Exploração
<br />2.2.3.1. Exploração Onshore
<br />2.2.4. Incerteza na Prospecção
<br />2.2.5. Perfuração
<br />2.2.5.1. Perfuração Offshore
<br />2.2.5.2. Testes de Formação
<br />2.2.5.3. Plano de Perfuração
<br />2.2.6. Exploração no Brasil
<br />2.2.7. Tipos de Plataformas
<br />2.2.8. Plano de Desenvolvimento Tecnológico em Águas
<br /> Profundas – Procap
<br />2.3. Produção de Petróleo e Gás
<br />2.3.1. Explotação Petrolífera
<br />2.3.2. Os Riscos das Atividades Upstream
<br />2.3.3. Produção Offshore no Brasil
<br />2.3.4. Reserva Estratégica de Petróleo
<br />2.4. Principais Fases da Produção
<br />2.4.1. Produção de Petróleo
<br />2.4.2. Desenvolvimento
<br />2.4.3. Tratamento do Petróleo
<br />2.4.4. Transporte do Petróleo
<br />2.4.5. Poço em Produção
<br />2.4.6. Bombeio Mecânico
<br />2.4.7. Cavalo de Pau
<br />2.4.8. Fator Recuperação
<br />2.4.9. Pontos de Medicação da Produção
<br />2.4.10. Evolução do Setor Offshore no Brasil
<br />2.5. Reservatórios
<br />2.5.1. Avaliação dos Reservatórios
<br />2.5.1.1. Como Localizar o Petróleo
<br />2.5.1.2. Produtividade do Reservatório
<br />2.5.2. Como Alcançar um Reservatório
<br />2.5.3. Elevação Artificial
<br />2.5.4. Localizando o Petróleo
<br />2.6. Sistema de Produção
<br />2.6.1. Sistema de Produção Offshore
<br />2.6.2. Produção no Mar
<br />2.6.3. Cenários Submarinos
<br />2.6.4. Desenvolvimento da Produção
<br />2.6.4.1. Fase do Canhoneio
<br />2.6.5. Classificação dos Poços
<br />2.6.6. Extraindo o Petróleo
<br />3. Atividades nas Plataformas
<br />3.1. Plataformista
<br />3.1.1. Mercado de Trabalho
<br />3.1.2. Deck de Perfuração
<br />3.1.3. Peneira de Lama
<br />3.1.4. Cimentação
<br />3.1.5. Subestrutura – Movimentação da Sonda
<br />3.1.5.1. Operações de Instalação do BOP
<br />3.1.5.1.1. Operações em Sondas Fixas
<br />3.1.5.2. Subestrutura – Instalação do BOP
<br />3.1.6. A Produção Offshore no País
<br />3.2. Operações no Sistema de Circulação
<br />3.2.1. Equipamentos que são Considerados Essenciais
<br />3.2.1.1. Bomba de Lama
<br />3.2.1.2. Tipo de Bomba Centrífuga
<br />3.2.1.3. Mangueira de Injeção e Mangotes
<br />3.2.1.4. Operações na Coluna de Perfuração
<br />3.2.2. Equipamentos Considerados Auxiliares
<br />3.2.2.1. As Peneiras de Lama
<br />3.2.2.2. Os Tanques de Lama
<br />3.2.2.3. Os Desareadores e os Dessiltadores
<br />3.2.2.3.1. Os Dessiltadores
<br />3.2.2.3.2. Os Desgaseificadores
<br />3.2.2.4. O Mud Cleaner
<br />3.2.3. Preparação da Perfuração
<br />3.3. Sistema de Suspensão
<br />3.3.1. Conceito, Finalidades e Equipamentos
<br />3.3.1.1. Torre ou Mastro
<br />3.3.1.2. Quadro de Manobras (Guincho)
<br />3.3.1.3. Freio Principal
<br />3.3.1.4. Cabo de Perfuração
<br />3.3.1.5. Bloco de Coroamento
<br />3.3.2. Catarina (Travelling Block)
<br />3.3.2.1. Gancho da Catarina (Hook)
<br />3.3.3. Compensador de Movimentos
<br />3.3.3.1. Tensionador de Movimentos
<br />3.3.3.2. Tensionador de Cabo Guia
<br />3.3.4. Top Drive
<br />3.3.5. Construindo as Torres
<br />3.4. Sistema Rotativo
<br />3.4.1. Conceitos, Finalidade e Equipamentos do Sistema Rotativo
<br />3.4.1.1. Mesa Rotativa
<br />3.4.1.2. Cabeça de Injeção (Swivel)
<br />3.4.1.3. Haste Hexagonal
<br />3.4.2. As Funções da Coluna de Perfuração
<br />3.4.3. As Brocas
<br />3.4.4. Equipamentos Auxiliares para Sonda de Perfuração
<br />3.4.4.1. Os Elevadores
<br />3.4.5. Spider Pneumático
<br />3.4.6. Cunhas
<br />3.4.7. Os Colares de Segurança
<br />3.4.8. Os Guinchos Auxiliares – Cat Line ou Guincho Pneumático
<br />3.4.9. As Chaves Flutuantes
<br />3.4.9.1. A Chave Flutuante Manual
<br />3.4.9.2. A Chave de Enroscar Tubos Pneumática
<br />3.4.9.3. A Chave de Enroscar Tubos
<br />3.4.10. O Kelly Spinner
<br />3.4.11. O Easy Torque
<br />3.4.12. A Chave de Boca
<br />3.4.13. A Mesa do Torrista
<br />3.4.14. Cat Heads (Moinetes)
<br />3.4.15. Iron Roughneck
<br />3.4.16. Informações Complementares
<br />3.5. Operações de Sonda
<br />3.5.1. Perfuração
<br />3.5.2. Circulação
<br />3.5.3. Manobra
<br />3.5.4. Operações Específicas
<br />3.5.4.1. Revestimento
<br />3.5.4.2. Cimentação
<br />3.5.4.3. Perfilagem
<br />3.5.5. Operações Especiais
<br />3.5.5.1. Pescaria
<br />3.5.5.2. Como Recuperar Coluna Presa
<br />3.5.5.3. Controle de Kick
<br />3.5.6. Combate a Perda de Circulação
<br />3.5.6.1. Testemunhagem
<br />3.5.6.2. Perfuração Direcional
<br />3.5.6.3. Teste de Formação
<br />3.5.7. Sondando o Local
<br />3.5.8. Novas Tecnologias de Perfuração
<br />3.6. Segurança Operacional
<br />3.6.1. Uso do Equipamento de Proteção Individual
<br />3.6.2. Segurança Durante as Operações
<br />3.6.3. Equipamentos de Segurança de Cabeça de Poço
<br />3.6.3.1. BOP (Preventor de Erupções)
<br />3.6.3.2. BOP de Superfície
<br />3.6.3.3. BOP Submarino (BOP Stack)
<br />3.6.3.4. Cabeça de Revestimento (Superfície)
<br />3.6.3.5. Cabeça de Revestimento Submarino (Housing)
<br />3.6.3.6. Unidade de Acionamento (BOP)
<br />3.6.3.7. Choke Manifold
<br />3.6.3.8. Kill Line (Linha de Matar)
<br />3.6.3.9. Choke Line (Linha de Estrangulamento)
<br />3.6.3.10. Riser
<br />3.6.3.11. Junta Telescópica
<br />3.6.3.12. Lower Marine Riser Package (Lmrp)
<br />3.6.3.13. Diverter (Desviador de Fluxo)
<br />3.6.3.14. Inside BOP
<br />3.6.3.15. Trip Tank (Tanque de Manobra)
<br />3.6.4. Cuidados com Estouros e Incêndios
<br />3.7. Equipamentos de Controle
<br />3.7.1. Equipamentos da Controle da Perfuração
<br />3.7.2. Indicador de Peso
<br />3.7.3. Medidor de Pressão de Lama (Manômetro)
<br />3.7.4. Indicador de Nível dos Tanques de Lama
<br />3.7.5. Tacômetro da Bomba de Lama (Spm)
<br />3.7.6. Tacômetro da Mesa Rotativa (Rpm)
<br />3.7.7. Indicador de Torque Rotativo
<br />3.7.8. Indicador de Torque da Chave Flutuante
<br />3.7.9. Indicador de Velocidade de Penetração
<br />3.7.10. Tubos e Comandos de Perfuração
<br />3.8. Manutenção e Manuseio dos Dutos de Perfuração
<br />3.9. Manutenção e Manuseio dos Comandos
<br />3.10. Substitutos de Perfuração (Subs)
<br />3.11. Perfurando com Sabedoria
<br />4. Logística do Petróleo
<br />4.1. Logística Empresarial
<br />4.1.1. A Importância da Logística
<br />4.1.2. Logística Moderna
<br />4.1.3. Administração da Cadeia de Suprimento (Supply Chain)
<br />4.1.4. Tecnologia da Informação na Logística
<br />4.1.5. A Logística e a “Onda do Etanol”
<br />4.2. Logística do Petróleo
<br />4.2.1. Estrutura dos Canais Logísticos
<br />4.2.2. Sistema Logístico Integrado e Movimentação de Produtos
<br />4.2.3. Gerenciamentos Logísticos do Petróleo
<br />4.2.4. Apoio Logístico na Indústria do Petróleo
<br />4.2.5. Suprimento
<br />4.2.6. Barcos de Apoio
<br />4.2.7. Os Alcoodutos e a Importância para a Logística do Etanol
<br />4.3. Armazenamento de Petróleo e Derivados
<br />4.3.1. Tanques Atmosféricos
<br />4.3.1.1. Tancagem e Classificação
<br />4.3.1.2. Posição dos Tanques
<br />4.3.1.3. Classificação
<br />4.3.2. Teto Móvel e Teto Flutuante
<br />4.3.2.1. Armazenamento do Gás Processado
<br />4.3.3. Como é Feito o Armazenamento Sob Pressão
<br />4.3.3.1. Interpolação
<br />4.3.3.2. Manutenção
<br />4.4. Transporte de Petróleo e Gás
<br />4.4.1. Meios de Transportes de Petróleo e Derivados
<br />4.4.2. Transferência de Petróleo e Gás
<br />4.4.3. Malha de Transporte
<br />4.4.4. Dutos
<br />4.4.4.1. A Importância dos Dutos
<br />4.4.5. Gasodutos
<br />4.4.6. Oleodutos
<br />4.4.7. Polidutos
<br />4.4.8. Utilização de Pigs
<br />4.4.9. Risers
<br />4.4.10. Fornecendo ou Recebendo Produtos
<br />4.4.11. Perdas de Produtos no Transporte
<br />4.4.12. Modal Ferroviário
<br />4.4.12.1. Como é Feita a Medição do Vagão-Tanque
<br />4.4.12.2. Carga e Descarga
<br />4.4.12.3. Participação dos Tipos de Transportes
<br />4.4.13. O Modal Rodoviário
<br />4.4.13.1. Carga e Descarga de Caminhões-Tanque
<br />4.4.13.2. Legislação do Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos
<br />4.4.14. Rótulos de Segurança
<br />4.4.15. Modal Hidroviário
<br />4.4.15.1. Transporte de Cabotagem
<br />4.4.15.2. Sistema de Medição de Tanques de Navios
<br />4.4.15.3. Sistema de Radar
<br />4.4.15.4. Operações de Carregamento
<br />4.4.15.5. Operações de Descarga
<br />4.4.15.6. Operações nas Bases ou Terminais
<br />4.4.16. Transporte Intermodal
<br />4.4.16.1. Transporte Multimodal
<br />4.4.16.2. Transporte Combinado
<br />4.4.17. Terminais de Oleodutos
<br />4.4.17.1. Terminais Marítimos e Dutos
<br />4.5. Distribuição e Revenda
<br />4.5.1. Desafios da Distribuição
<br />4.5.2. A Distribuição do Petróleo e Derivados
<br />4.5.3. Comercialização
<br />4.5.3.1. Distribuição e Revenda
<br />4.5.4. Revenda
<br />4.5.5. Perdas Reais e Perdas Aparentes na Revenda de Combustíveis
<br />4.5.6. Postos de Serviços
<br />4.5.7. Carga Tributária
<br />4.5.8. Principais Produtos Comercializados
<br />4.5.8.1. Gasolina
<br />4.5.8.2. Querosene de Aviação
<br />4.5.8.3. Óleo Diesel
<br />4.5.8.4. Biodiesel
<br />4.5.8.5. Álcool
<br />4.5.8.6. Etanol
<br />4.5.8.7. Evolução do Etanol
<br />4.5.8.8. Propriedades do Etanol
<br />5. Refino
<br />5.1. Desenvolvimento Tecnológico do Refino
<br />5.2. Evolução do Refino no Brasil
<br />5.3. Parque de Refino
<br />5.3.1. Norte
<br />5.3.2. Refinarias do Nordeste
<br />5.3.3. Refinaria Potiguar Clara Camarão
<br />5.3.4. Abreu Lima
<br />5.3.5. Refinarias do Sudeste
<br />5.3.5.1. Refinaria Capuava (Recap)
<br />5.3.5.2. Refinaria Presidente Bernardes (RPBC)
<br />5.3.5.3. Refinaria Duque de Caxias (Reduc)
<br />5.3.5.4. Refinaria Gabriel Passos (Regap)
<br />5.3.5.5. Refinaria de Paulínia (Replan)
<br />5.3.5.6. Refinaria Henrique Lage (Revap)
<br />5.3.5.7. Comperj
<br />5.3.5.8. Refinaria de Manguinhos
<br />5.3.6. Refinarias do Sul
<br />5.3.6.1. Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar)
<br />5.3.6.2. Unidade de Industrialização do Xisto (SIX)
<br />5.3.6.3. Refinaria Ipiranga
<br />5.4. Novas Unidades de Coque
<br />5.4.1. Participação Efetiva da Petrobras
<br />5.4.1.1. Oferta Menor que a Demanda
<br />5.4.1.2. Criação do Parque de Refino
<br />5.4.2. Objetivos do Refino
<br />5.4.3. Capacidade de Refino
<br />5.4.4. Quando o Petróleo Chega à Refinaria
<br />5.5. Processo de Refino
<br />5.5.1. O Processo
<br />5.5.2. Torre de Destilação
<br />5.5.3. Processo de Fracionamento do Petróleo
<br />5.5.3.1. Primeira Etapa de Refino
<br />5.5.3.2. Segunda Etapa de Refino
<br />5.5.3.3. Terceira Etapa do Refino
<br />5.5.3.4. Processo de Separação
<br />5.5.4. Unidade de Destilação
<br />5.5.5. Desasfaltação a Propano
<br />5.5.6. Desaromatização a Furfural
<br />5.5.7. Desparafinação a Mibc
<br />5.5.8. Desoleificação a MIBC
<br />5.5.9. Extração de Aromáticos
<br />5.5.10. Adsorção de N-Parafinas
<br />5.5.11. Processos de Conversão
<br />5.5.12. Craqueamento Catalítico
<br />5.5.13. Processos de Tratamento
<br />5.5.13.1. Tratamento Cáustico
<br />5.5.14. Características do Refino no Brasil e no Mundo
<br />5.5.14.1. Características do Refino no Mundo
<br />5.6. Derivados de Petróleo
<br />5.6.1. Derivados Energéticos e Não Energéticos
<br />5.6.2. Destilação Fracionada
<br />5.6.3. Classificação da Viscosidade dos Óleos Lubrificantes
<br />5.7. A Indústria Petroquímica
<br />5.7.1. Origem da Indústria Petroquímica
<br />5.7.2. Segmentos da Indústria Petroquímica
<br />5.7.3. Desenvolvimento da Petroquímica no Brasil
<br />5.7.3.1. Criação da Petroquisa
<br />5.7.3.2. Pólo Petroquímico
<br />5.7.3.3. Principais Fontes Alternativas de Energia
<br />5.7.4. A Indústria Petroquímica
<br />6. Gás Natural
<br />6.1. Onde o Gás Natural é Localizado
<br />6.2. Formas de Gás Encontradas
<br />6.3. A Indústria do Gás Natural no Mundo
<br />6.3.1. O Avanço do Gás Natural nas Décadas de 1960 e 1970
<br />6.4. Cadeia Produtiva do Gás Natural
<br />6.4.1. Atividades
<br />6.4.2. Explotação
<br />6.4.3. Produção
<br />6.4.4. Processamento
<br />6.4.5. Transporte e Armazenamento
<br />6.4.5.1. Transporte
<br />6.4.6. Distribuição
<br />6.4.7. Aplicações Industriais
<br />6.4.8. Aplicações Comerciais
<br />6.4.9. Aplicações Domésticas
<br />6.4.10. O Gás Liquefeito
<br />6.4.11. Unidade de Processamento de Gás Natural
<br />6.5. Utilização do Gás Natural
<br />6.5.1. Vantagens Macroeconômicas
<br />6.5.2. Impactos e Problemas
<br />6.5.3. Gás Natural e o Meio Ambiente
<br />6.5.4. Primeira Exploração
<br />6.5.5. Rede de Distribuição
<br />6.5.6. Comercialização do Gás Natural
<br />6.6. Gás Natural no Mundo
<br />6.6.1. Gasoduto Brasil-Bolívia – Gasbol
<br />6.6.2. O Desempenho da Indústria do Gás no Mundo
<br />6.7. Tipos de Gás Natural
<br />6.7.1. Gás Natural Veicular (GNV)
<br />6.7.1.1. Processo de Adaptação para o GNV
<br />6.7.2. Geração de Energia
<br />6.7.3. Gás Natural Comprimido
<br />6.7.4. Consumo de Gás no Brasil
<br />7. Operador de Rádio
<br />7.1. A Importância da Comunicação
<br />7.1.1. Comunicações Confiáveis
<br />7.1.2. Comunicação Gera Relacionamentos
<br />7.1.3. Feedback Imprescindível
<br />7.1.4. Enquanto uma Pessoa Fala
<br />7.1.5. Onda Eletromagnética e suas Características
<br />7.1.6. Nomenclatura
<br />7.1.7. Propagação
<br />7.1.8. Reflexão, Refração, Absorção e Interferência
<br />7.1.8.1. Reflexão
<br />7.1.8.2. Refração
<br />7.1.8.3. Absorção
<br />7.1.8.4. Interferência
<br />7.1.9. Propagação pela Reflexão Via Ionosfera
<br />7.1.10. Ondas Sonoras e de Rádio
<br />7.1.10.1. Faixas do Espectro de Frequência e suas Utilizações mais
<br /> Comuns nas Comunicações Marítimas
<br />7.1.11. Tipos e Empregos de Modulação de uma Onda Eletromagnética
<br />7.1.11.1. Modulação em Amplitude (AM)
<br />7.1.11.2. Modulação em Frequência
<br />7.1.11.3. Modulação por Pulso
<br />7.1.12. Global Maritime Distress and Safety System (GMDSS)
<br />7.1.13. Serviço Móvel Marítimo
<br />7.2. Equipamentos de Comunicação
<br />7.2.1. Instalação Básica de uma Estação Radiotelefônica
<br />7.2.2. Características Básicas de um Transmissor e um Receptor
<br />7.2.2.1. Transmissor
<br />7.2.2.2. Como Ocorre a Transmissão
<br />7.2.2.3. Receptor
<br />7.2.2.4. Como Acontece a Recepção
<br />7.2.3. Funcionamento Básico das Antenas
<br />7.2.4. Métodos de Operação Simplex, Duplex e Semi-Duplex
<br />7.2.5. Operação do Equipamento VHF
<br />7.2.6. Canais Simplex e Duplex
<br />7.2.7. Operação do Equipamento HF/MF
<br />7.2.8. Canais de Chamada e de Trabalho
<br />7.2.9. União Internacional de Telecomunicações
<br />7.2.10. A Evolução Histórica do GMSS
<br />7.3. Código Fonético Internacional de Letras e Números
<br />7.3.1. Procedimento Radiotelefônico de Socorro em Radiotelefonia
<br />7.3.1.1. Sinal de Alarme
<br />7.3.1.1.1. Sinal de Socorro
<br />7.3.1.2. Chamada de Socorro
<br />7.3.1.3. Mensagem de Socorro
<br />7.3.2. Controle de Tráfego de Socorro
<br />7.3.3. Estação que não se Encontra em Perigo
<br />7.3.4. Componentes do GMDSS
<br />7.3.4.1. Emergency Position Indicating Radio Beacon (EPIRB)
<br />7.3.4.2. Navtex
<br />7.3.4.3. Inmarsat
<br />7.4. Sinais de Urgência
<br />7.4.1. Procedimento Radiotelefônico do Sinal de Segurança
<br />7.4.2. Procedimento de Chamada e Resposta
<br />7.4.3. Procedimento para a Transmissão e Formato Básico de
<br /> um Radiotelegrama
<br />7.4.4. Noções Básicas em Onda Eletromagnética e suas Características
<br />7.4.5. Deveres do Operador de Rádio
<br />7.4.6. Deveres em Relação ao Equipamento-Rádio
<br />7.4.7. Alta Frequência
<br />7.4.8. Busca e Salvamento e Dispositivo de Localização
<br />7.4.9. Licenciamento de Operadores
<br />Referências
<br />Glossário
<br />
<br />
<br />Petróleo
<br />1.1. Como o Petróleo Ocorre
<br />1.1.1. Formação do Petróleo
<br />1.1.2. Combustível Fóssil
<br />1.1.3. Hidrocarbonetos
<br />1.1.4. A Importância das Rochas Impermeáveis
<br />1.1.5. Rocha Geradora
<br />1.1.6. Bacias Sedimentares
<br />1.1.7. Bloco
<br />1.1.8. Campo de Petróleo e Gás
<br />1.1.9. Reservas de Petróleo e Gás
<br />1.1.9.1. Processo de Dimensionamento das Reservas
<br />1.1.9.2. Formação de Reservatório
<br />1.1.10. Classificação do Petróleo
<br />1.1.11. Matriz Energética
<br />1.1.12. Os Recursos Energéticos Antes do Petróleo
<br />1.1.13. Reservas de Carvão
<br />1.1.14. Eletricidade
<br />1.2. Indústria do Petróleo
<br />1.2.1. Importância da Indústria do Petróleo
<br />1.2.2. Segmentos da Indústria do Petróleo
<br />1.2.2.1. Exploração
<br />1.2.2.2. Explotação
<br />1.2.2.3. Transporte
<br />1.2.2.4. Refino
<br />1.2.2.5. Distribuição
<br />1.2.3. Barril de Petróleo
<br />1.2.3.1. Grau API do American Petroleum Institute
<br />1.2.3.1.1. Petróleo Brent
<br />1.2.4. Criação da OPEP
<br />1.2.4.1. Evolução Histórica da Opep
<br />1.2.4.2. Atendendo ao Mercado Global
<br />1.3. Petróleo no Brasil
<br />1.3.1. Os Primeiros Poços Brasileiros
<br />1.3.1.1. Trabalho Pioneiro
<br />1.3.1.2. Início de uma Nova Era
<br />1.3.1.3. Primeiro Poço Oficial
<br />1.3.2. Movimento “O Petróleo é Nosso”
<br />1.3.3. Instituição do Monopólio
<br />1.3.4. Petróleo na Terra e no Mar
<br />1.3.4.1. Grandes Descobertas no Mar
<br />1.3.4.2. Autossuficiência, uma Conquista Brasileira
<br />1.3.4.3. Sustentabilidade
<br />1.4. Flexibilização do Monopólio no Brasil
<br />1.4.1. Agência Nacional do Petróleo
<br />1.4.1.1. Criação e Responsabilidade da ANP
<br />1.4.1.2. Boletim de Qualidade
<br />1.4.2. Regulamentação da Abertura do Setor
<br />1.4.2.1. Lavantamento de Preços de Combustíveis
<br />1.4.3. Instituto Brasileiro do Petróleo – IBP
<br />1.4.4. Organização Nacional da Indústria do Petróleo
<br />1.4.5. Royalties do Petróleo
<br />1.4.5.1. Fluxos de Pagamentos
<br />1.4.5.2. Cálculo do Preço Médio
<br />1.4.5.3. Royalties Sob o Ponto de Vista da Lei
<br />1.4.5.4. O Cálculo de Arrecadação dos Royalties
<br />1.4.5.5. Parceria Entre a Onip e a IBP
<br />1.5. O Mapa do Petróleo no Brasil
<br />1.5.1. Bacia de Campos Maior Complexo Petrolífero do Mundo
<br />1.5.1.1. Primeiras Plataformas
<br />1.5.2. Complexo Petrolífero
<br />1.5.2.1. Plataforma de Produção da Bacia de Campos
<br />1.5.3. Macaé: Capital do Petróleo
<br />1.5.3.1. Macaé, o Eldorado Fluminense
<br />1.5.4. Promissora Bacia de Santos
<br />1.5.4.1. Primeiro Grande Projeto de Produção
<br />1.5.4.2. Extensão da Bacia de Santos
<br />1.5.4.3. Potencial da Bacia de Santos
<br />1.5.4.4. A Grande Descoberta do Campo de Tupi
<br />1.5.4.5. Sondas de Produção da Bacia de Santos
<br />1.5.5. Bacia do Espírito Santo
<br />1.5.5.1. Evolução Histórica da Bacia
<br />1.5.5.2. Atuação da Petrobras no Estado
<br />1.5.5.3. A Revitalização
<br />1.5.5.4. Os Novos Projetos
<br />1.5.5.5. Sondas de Produção da Bacia de Espírito Santo
<br />1.5.6. Camada do Pré-Sal
<br />1.5.6.1. Características do Pré-Sal
<br />1.5.6.2. Área do Pré-Sal
<br />1.5.6.3. “Cluster Pré-Sal”
<br />1.5.6.4. A Produção Inicial do Pré-Sal
<br />1.5.6.5. A Marca de 500 Mil Barris Diários
<br />1.5.6.6. Os Números Iniciais da Camada do Pré-Sal
<br />1.5.7. Petróleo no Nordeste
<br />1.5.7.1. Bacia do Recôncavo
<br />1.5.8. Rio Grande do Norte
<br />1.5.8.1. Plataformas de Produção da Bacia de Potiguá
<br />1.5.9. Ceará
<br />1.5.10. Alagoas
<br />1.5.10.1. Sondas de Produção da Bacia de Sergipe e Alagoas
<br />1.5.11. Petróleo na Região Norte
<br />1.5.12. A Energia na Amazônia
<br />1.5.12.1. Bacia do Solimões
<br />1.5.13. Província de Urucu
<br />1.5.13.1. Gasoduto Urucu-Coari-Manaus
<br />1.5.13.2. O Crescimento
<br />2. Exploração & Perfuração
<br />2.1. Geologia e Sísmica
<br />2.1.1. Origem e Importância da Geologia
<br />2.1.2. Principal Função da Geologia
<br />2.1.3. Como são Localizadas as Jazidas
<br />2.1.4. A Importância das Rochas Sedimentares
<br />2.1.5. A Geo-História
<br />2.1.6. Geofísica
<br />2.1.6.1. Sísmica
<br />2.1.6.2. Sismologia e Geofísica
<br />2.1.7. A Geologia e o Importante Papel do Geólogo
<br />2.2. Prospecção do Petróleo e Gás
<br />2.2.1. Ambiente Upstream
<br />2.2.1.1. A Importância do Upstream para Indústria do Petróleo
<br />2.2.2. Método de Prospecção
<br />2.2.3. Exploração
<br />2.2.3.1. Exploração Onshore
<br />2.2.4. Incerteza na Prospecção
<br />2.2.5. Perfuração
<br />2.2.5.1. Perfuração Offshore
<br />2.2.5.2. Testes de Formação
<br />2.2.5.3. Plano de Perfuração
<br />2.2.6. Exploração no Brasil
<br />2.2.7. Tipos de Plataformas
<br />2.2.8. Plano de Desenvolvimento Tecnológico em Águas
<br /> Profundas – Procap
<br />2.3. Produção de Petróleo e Gás
<br />2.3.1. Explotação Petrolífera
<br />2.3.2. Os Riscos das Atividades Upstream
<br />2.3.3. Produção Offshore no Brasil
<br />2.3.4. Reserva Estratégica de Petróleo
<br />2.4. Principais Fases da Produção
<br />2.4.1. Produção de Petróleo
<br />2.4.2. Desenvolvimento
<br />2.4.3. Tratamento do Petróleo
<br />2.4.4. Transporte do Petróleo
<br />2.4.5. Poço em Produção
<br />2.4.6. Bombeio Mecânico
<br />2.4.7. Cavalo de Pau
<br />2.4.8. Fator Recuperação
<br />2.4.9. Pontos de Medicação da Produção
<br />2.4.10. Evolução do Setor Offshore no Brasil
<br />2.5. Reservatórios
<br />2.5.1. Avaliação dos Reservatórios
<br />2.5.1.1. Como Localizar o Petróleo
<br />2.5.1.2. Produtividade do Reservatório
<br />2.5.2. Como Alcançar um Reservatório
<br />2.5.3. Elevação Artificial
<br />2.5.4. Localizando o Petróleo
<br />2.6. Sistema de Produção
<br />2.6.1. Sistema de Produção Offshore
<br />2.6.2. Produção no Mar
<br />2.6.3. Cenários Submarinos
<br />2.6.4. Desenvolvimento da Produção
<br />2.6.4.1. Fase do Canhoneio
<br />2.6.5. Classificação dos Poços
<br />2.6.6. Extraindo o Petróleo
<br />3. Atividades nas Plataformas
<br />3.1. Plataformista
<br />3.1.1. Mercado de Trabalho
<br />3.1.2. Deck de Perfuração
<br />3.1.3. Peneira de Lama
<br />3.1.4. Cimentação
<br />3.1.5. Subestrutura – Movimentação da Sonda
<br />3.1.5.1. Operações de Instalação do BOP
<br />3.1.5.1.1. Operações em Sondas Fixas
<br />3.1.5.2. Subestrutura – Instalação do BOP
<br />3.1.6. A Produção Offshore no País
<br />3.2. Operações no Sistema de Circulação
<br />3.2.1. Equipamentos que são Considerados Essenciais
<br />3.2.1.1. Bomba de Lama
<br />3.2.1.2. Tipo de Bomba Centrífuga
<br />3.2.1.3. Mangueira de Injeção e Mangotes
<br />3.2.1.4. Operações na Coluna de Perfuração
<br />3.2.2. Equipamentos Considerados Auxiliares
<br />3.2.2.1. As Peneiras de Lama
<br />3.2.2.2. Os Tanques de Lama
<br />3.2.2.3. Os Desareadores e os Dessiltadores
<br />3.2.2.3.1. Os Dessiltadores
<br />3.2.2.3.2. Os Desgaseificadores
<br />3.2.2.4. O Mud Cleaner
<br />3.2.3. Preparação da Perfuração
<br />3.3. Sistema de Suspensão
<br />3.3.1. Conceito, Finalidades e Equipamentos
<br />3.3.1.1. Torre ou Mastro
<br />3.3.1.2. Quadro de Manobras (Guincho)
<br />3.3.1.3. Freio Principal
<br />3.3.1.4. Cabo de Perfuração
<br />3.3.1.5. Bloco de Coroamento
<br />3.3.2. Catarina (Travelling Block)
<br />3.3.2.1. Gancho da Catarina (Hook)
<br />3.3.3. Compensador de Movimentos
<br />3.3.3.1. Tensionador de Movimentos
<br />3.3.3.2. Tensionador de Cabo Guia
<br />3.3.4. Top Drive
<br />3.3.5. Construindo as Torres
<br />3.4. Sistema Rotativo
<br />3.4.1. Conceitos, Finalidade e Equipamentos do Sistema Rotativo
<br />3.4.1.1. Mesa Rotativa
<br />3.4.1.2. Cabeça de Injeção (Swivel)
<br />3.4.1.3. Haste Hexagonal
<br />3.4.2. As Funções da Coluna de Perfuração
<br />3.4.3. As Brocas
<br />3.4.4. Equipamentos Auxiliares para Sonda de Perfuração
<br />3.4.4.1. Os Elevadores
<br />3.4.5. Spider Pneumático
<br />3.4.6. Cunhas
<br />3.4.7. Os Colares de Segurança
<br />3.4.8. Os Guinchos Auxiliares – Cat Line ou Guincho Pneumático
<br />3.4.9. As Chaves Flutuantes
<br />3.4.9.1. A Chave Flutuante Manual
<br />3.4.9.2. A Chave de Enroscar Tubos Pneumática
<br />3.4.9.3. A Chave de Enroscar Tubos
<br />3.4.10. O Kelly Spinner
<br />3.4.11. O Easy Torque
<br />3.4.12. A Chave de Boca
<br />3.4.13. A Mesa do Torrista
<br />3.4.14. Cat Heads (Moinetes)
<br />3.4.15. Iron Roughneck
<br />3.4.16. Informações Complementares
<br />3.5. Operações de Sonda
<br />3.5.1. Perfuração
<br />3.5.2. Circulação
<br />3.5.3. Manobra
<br />3.5.4. Operações Específicas
<br />3.5.4.1. Revestimento
<br />3.5.4.2. Cimentação
<br />3.5.4.3. Perfilagem
<br />3.5.5. Operações Especiais
<br />3.5.5.1. Pescaria
<br />3.5.5.2. Como Recuperar Coluna Presa
<br />3.5.5.3. Controle de Kick
<br />3.5.6. Combate a Perda de Circulação
<br />3.5.6.1. Testemunhagem
<br />3.5.6.2. Perfuração Direcional
<br />3.5.6.3. Teste de Formação
<br />3.5.7. Sondando o Local
<br />3.5.8. Novas Tecnologias de Perfuração
<br />3.6. Segurança Operacional
<br />3.6.1. Uso do Equipamento de Proteção Individual
<br />3.6.2. Segurança Durante as Operações
<br />3.6.3. Equipamentos de Segurança de Cabeça de Poço
<br />3.6.3.1. BOP (Preventor de Erupções)
<br />3.6.3.2. BOP de Superfície
<br />3.6.3.3. BOP Submarino (BOP Stack)
<br />3.6.3.4. Cabeça de Revestimento (Superfície)
<br />3.6.3.5. Cabeça de Revestimento Submarino (Housing)
<br />3.6.3.6. Unidade de Acionamento (BOP)
<br />3.6.3.7. Choke Manifold
<br />3.6.3.8. Kill Line (Linha de Matar)
<br />3.6.3.9. Choke Line (Linha de Estrangulamento)
<br />3.6.3.10. Riser
<br />3.6.3.11. Junta Telescópica
<br />3.6.3.12. Lower Marine Riser Package (Lmrp)
<br />3.6.3.13. Diverter (Desviador de Fluxo)
<br />3.6.3.14. Inside BOP
<br />3.6.3.15. Trip Tank (Tanque de Manobra)
<br />3.6.4. Cuidados com Estouros e Incêndios
<br />3.7. Equipamentos de Controle
<br />3.7.1. Equipamentos da Controle da Perfuração
<br />3.7.2. Indicador de Peso
<br />3.7.3. Medidor de Pressão de Lama (Manômetro)
<br />3.7.4. Indicador de Nível dos Tanques de Lama
<br />3.7.5. Tacômetro da Bomba de Lama (Spm)
<br />3.7.6. Tacômetro da Mesa Rotativa (Rpm)
<br />3.7.7. Indicador de Torque Rotativo
<br />3.7.8. Indicador de Torque da Chave Flutuante
<br />3.7.9. Indicador de Velocidade de Penetração
<br />3.7.10. Tubos e Comandos de Perfuração
<br />3.8. Manutenção e Manuseio dos Dutos de Perfuração
<br />3.9. Manutenção e Manuseio dos Comandos
<br />3.10. Substitutos de Perfuração (Subs)
<br />3.11. Perfurando com Sabedoria
<br />4. Logística do Petróleo
<br />4.1. Logística Empresarial
<br />4.1.1. A Importância da Logística
<br />4.1.2. Logística Moderna
<br />4.1.3. Administração da Cadeia de Suprimento (Supply Chain)
<br />4.1.4. Tecnologia da Informação na Logística
<br />4.1.5. A Logística e a “Onda do Etanol”
<br />4.2. Logística do Petróleo
<br />4.2.1. Estrutura dos Canais Logísticos
<br />4.2.2. Sistema Logístico Integrado e Movimentação de Produtos
<br />4.2.3. Gerenciamentos Logísticos do Petróleo
<br />4.2.4. Apoio Logístico na Indústria do Petróleo
<br />4.2.5. Suprimento
<br />4.2.6. Barcos de Apoio
<br />4.2.7. Os Alcoodutos e a Importância para a Logística do Etanol
<br />4.3. Armazenamento de Petróleo e Derivados
<br />4.3.1. Tanques Atmosféricos
<br />4.3.1.1. Tancagem e Classificação
<br />4.3.1.2. Posição dos Tanques
<br />4.3.1.3. Classificação
<br />4.3.2. Teto Móvel e Teto Flutuante
<br />4.3.2.1. Armazenamento do Gás Processado
<br />4.3.3. Como é Feito o Armazenamento Sob Pressão
<br />4.3.3.1. Interpolação
<br />4.3.3.2. Manutenção
<br />4.4. Transporte de Petróleo e Gás
<br />4.4.1. Meios de Transportes de Petróleo e Derivados
<br />4.4.2. Transferência de Petróleo e Gás
<br />4.4.3. Malha de Transporte
<br />4.4.4. Dutos
<br />4.4.4.1. A Importância dos Dutos
<br />4.4.5. Gasodutos
<br />4.4.6. Oleodutos
<br />4.4.7. Polidutos
<br />4.4.8. Utilização de Pigs
<br />4.4.9. Risers
<br />4.4.10. Fornecendo ou Recebendo Produtos
<br />4.4.11. Perdas de Produtos no Transporte
<br />4.4.12. Modal Ferroviário
<br />4.4.12.1. Como é Feita a Medição do Vagão-Tanque
<br />4.4.12.2. Carga e Descarga
<br />4.4.12.3. Participação dos Tipos de Transportes
<br />4.4.13. O Modal Rodoviário
<br />4.4.13.1. Carga e Descarga de Caminhões-Tanque
<br />4.4.13.2. Legislação do Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos
<br />4.4.14. Rótulos de Segurança
<br />4.4.15. Modal Hidroviário
<br />4.4.15.1. Transporte de Cabotagem
<br />4.4.15.2. Sistema de Medição de Tanques de Navios
<br />4.4.15.3. Sistema de Radar
<br />4.4.15.4. Operações de Carregamento
<br />4.4.15.5. Operações de Descarga
<br />4.4.15.6. Operações nas Bases ou Terminais
<br />4.4.16. Transporte Intermodal
<br />4.4.16.1. Transporte Multimodal
<br />4.4.16.2. Transporte Combinado
<br />4.4.17. Terminais de Oleodutos
<br />4.4.17.1. Terminais Marítimos e Dutos
<br />4.5. Distribuição e Revenda
<br />4.5.1. Desafios da Distribuição
<br />4.5.2. A Distribuição do Petróleo e Derivados
<br />4.5.3. Comercialização
<br />4.5.3.1. Distribuição e Revenda
<br />4.5.4. Revenda
<br />4.5.5. Perdas Reais e Perdas Aparentes na Revenda de Combustíveis
<br />4.5.6. Postos de Serviços
<br />4.5.7. Carga Tributária
<br />4.5.8. Principais Produtos Comercializados
<br />4.5.8.1. Gasolina
<br />4.5.8.2. Querosene de Aviação
<br />4.5.8.3. Óleo Diesel
<br />4.5.8.4. Biodiesel
<br />4.5.8.5. Álcool
<br />4.5.8.6. Etanol
<br />4.5.8.7. Evolução do Etanol
<br />4.5.8.8. Propriedades do Etanol
<br />5. Refino
<br />5.1. Desenvolvimento Tecnológico do Refino
<br />5.2. Evolução do Refino no Brasil
<br />5.3. Parque de Refino
<br />5.3.1. Norte
<br />5.3.2. Refinarias do Nordeste
<br />5.3.3. Refinaria Potiguar Clara Camarão
<br />5.3.4. Abreu Lima
<br />5.3.5. Refinarias do Sudeste
<br />5.3.5.1. Refinaria Capuava (Recap)
<br />5.3.5.2. Refinaria Presidente Bernardes (RPBC)
<br />5.3.5.3. Refinaria Duque de Caxias (Reduc)
<br />5.3.5.4. Refinaria Gabriel Passos (Regap)
<br />5.3.5.5. Refinaria de Paulínia (Replan)
<br />5.3.5.6. Refinaria Henrique Lage (Revap)
<br />5.3.5.7. Comperj
<br />5.3.5.8. Refinaria de Manguinhos
<br />5.3.6. Refinarias do Sul
<br />5.3.6.1. Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar)
<br />5.3.6.2. Unidade de Industrialização do Xisto (SIX)
<br />5.3.6.3. Refinaria Ipiranga
<br />5.4. Novas Unidades de Coque
<br />5.4.1. Participação Efetiva da Petrobras
<br />5.4.1.1. Oferta Menor que a Demanda
<br />5.4.1.2. Criação do Parque de Refino
<br />5.4.2. Objetivos do Refino
<br />5.4.3. Capacidade de Refino
<br />5.4.4. Quando o Petróleo Chega à Refinaria
<br />5.5. Processo de Refino
<br />5.5.1. O Processo
<br />5.5.2. Torre de Destilação
<br />5.5.3. Processo de Fracionamento do Petróleo
<br />5.5.3.1. Primeira Etapa de Refino
<br />5.5.3.2. Segunda Etapa de Refino
<br />5.5.3.3. Terceira Etapa do Refino
<br />5.5.3.4. Processo de Separação
<br />5.5.4. Unidade de Destilação
<br />5.5.5. Desasfaltação a Propano
<br />5.5.6. Desaromatização a Furfural
<br />5.5.7. Desparafinação a Mibc
<br />5.5.8. Desoleificação a MIBC
<br />5.5.9. Extração de Aromáticos
<br />5.5.10. Adsorção de N-Parafinas
<br />5.5.11. Processos de Conversão
<br />5.5.12. Craqueamento Catalítico
<br />5.5.13. Processos de Tratamento
<br />5.5.13.1. Tratamento Cáustico
<br />5.5.14. Características do Refino no Brasil e no Mundo
<br />5.5.14.1. Características do Refino no Mundo
<br />5.6. Derivados de Petróleo
<br />5.6.1. Derivados Energéticos e Não Energéticos
<br />5.6.2. Destilação Fracionada
<br />5.6.3. Classificação da Viscosidade dos Óleos Lubrificantes
<br />5.7. A Indústria Petroquímica
<br />5.7.1. Origem da Indústria Petroquímica
<br />5.7.2. Segmentos da Indústria Petroquímica
<br />5.7.3. Desenvolvimento da Petroquímica no Brasil
<br />5.7.3.1. Criação da Petroquisa
<br />5.7.3.2. Pólo Petroquímico
<br />5.7.3.3. Principais Fontes Alternativas de Energia
<br />5.7.4. A Indústria Petroquímica
<br />6. Gás Natural
<br />6.1. Onde o Gás Natural é Localizado
<br />6.2. Formas de Gás Encontradas
<br />6.3. A Indústria do Gás Natural no Mundo
<br />6.3.1. O Avanço do Gás Natural nas Décadas de 1960 e 1970
<br />6.4. Cadeia Produtiva do Gás Natural
<br />6.4.1. Atividades
<br />6.4.2. Explotação
<br />6.4.3. Produção
<br />6.4.4. Processamento
<br />6.4.5. Transporte e Armazenamento
<br />6.4.5.1. Transporte
<br />6.4.6. Distribuição
<br />6.4.7. Aplicações Industriais
<br />6.4.8. Aplicações Comerciais
<br />6.4.9. Aplicações Domésticas
<br />6.4.10. O Gás Liquefeito
<br />6.4.11. Unidade de Processamento de Gás Natural
<br />6.5. Utilização do Gás Natural
<br />6.5.1. Vantagens Macroeconômicas
<br />6.5.2. Impactos e Problemas
<br />6.5.3. Gás Natural e o Meio Ambiente
<br />6.5.4. Primeira Exploração
<br />6.5.5. Rede de Distribuição
<br />6.5.6. Comercialização do Gás Natural
<br />6.6. Gás Natural no Mundo
<br />6.6.1. Gasoduto Brasil-Bolívia – Gasbol
<br />6.6.2. O Desempenho da Indústria do Gás no Mundo
<br />6.7. Tipos de Gás Natural
<br />6.7.1. Gás Natural Veicular (GNV)
<br />6.7.1.1. Processo de Adaptação para o GNV
<br />6.7.2. Geração de Energia
<br />6.7.3. Gás Natural Comprimido
<br />6.7.4. Consumo de Gás no Brasil
<br />7. Operador de Rádio
<br />7.1. A Importância da Comunicação
<br />7.1.1. Comunicações Confiáveis
<br />7.1.2. Comunicação Gera Relacionamentos
<br />7.1.3. Feedback Imprescindível
<br />7.1.4. Enquanto uma Pessoa Fala
<br />7.1.5. Onda Eletromagnética e suas Características
<br />7.1.6. Nomenclatura
<br />7.1.7. Propagação
<br />7.1.8. Reflexão, Refração, Absorção e Interferência
<br />7.1.8.1. Reflexão
<br />7.1.8.2. Refração
<br />7.1.8.3. Absorção
<br />7.1.8.4. Interferência
<br />7.1.9. Propagação pela Reflexão Via Ionosfera
<br />7.1.10. Ondas Sonoras e de Rádio
<br />7.1.10.1. Faixas do Espectro de Frequência e suas Utilizações mais
<br /> Comuns nas Comunicações Marítimas
<br />7.1.11. Tipos e Empregos de Modulação de uma Onda Eletromagnética
<br />7.1.11.1. Modulação em Amplitude (AM)
<br />7.1.11.2. Modulação em Frequência
<br />7.1.11.3. Modulação por Pulso
<br />7.1.12. Global Maritime Distress and Safety System (GMDSS)
<br />7.1.13. Serviço Móvel Marítimo
<br />7.2. Equipamentos de Comunicação
<br />7.2.1. Instalação Básica de uma Estação Radiotelefônica
<br />7.2.2. Características Básicas de um Transmissor e um Receptor
<br />7.2.2.1. Transmissor
<br />7.2.2.2. Como Ocorre a Transmissão
<br />7.2.2.3. Receptor
<br />7.2.2.4. Como Acontece a Recepção
<br />7.2.3. Funcionamento Básico das Antenas
<br />7.2.4. Métodos de Operação Simplex, Duplex e Semi-Duplex
<br />7.2.5. Operação do Equipamento VHF
<br />7.2.6. Canais Simplex e Duplex
<br />7.2.7. Operação do Equipamento HF/MF
<br />7.2.8. Canais de Chamada e de Trabalho
<br />7.2.9. União Internacional de Telecomunicações
<br />7.2.10. A Evolução Histórica do GMSS
<br />7.3. Código Fonético Internacional de Letras e Números
<br />7.3.1. Procedimento Radiotelefônico de Socorro em Radiotelefonia
<br />7.3.1.1. Sinal de Alarme
<br />7.3.1.1.1. Sinal de Socorro
<br />7.3.1.2. Chamada de Socorro
<br />7.3.1.3. Mensagem de Socorro
<br />7.3.2. Controle de Tráfego de Socorro
<br />7.3.3. Estação que não se Encontra em Perigo
<br />7.3.4. Componentes do GMDSS
<br />7.3.4.1. Emergency Position Indicating Radio Beacon (EPIRB)
<br />7.3.4.2. Navtex
<br />7.3.4.3. Inmarsat
<br />7.4. Sinais de Urgência
<br />7.4.1. Procedimento Radiotelefônico do Sinal de Segurança
<br />7.4.2. Procedimento de Chamada e Resposta
<br />7.4.3. Procedimento para a Transmissão e Formato Básico de
<br /> um Radiotelegrama
<br />7.4.4. Noções Básicas em Onda Eletromagnética e suas Características
<br />7.4.5. Deveres do Operador de Rádio
<br />7.4.6. Deveres em Relação ao Equipamento-Rádio
<br />7.4.7. Alta Frequência
<br />7.4.8. Busca e Salvamento e Dispositivo de Localização
<br />7.4.9. Licenciamento de Operadores
<br />Referências
<br />Glossário
<br />
<br />
<br />

Demonstracao

2016-06-08_03-12-54-PremiumCapacitacaoPetroleoeGas.swf

Exercicios

2016-06-08_03-13-04-exercpetroleo.rar

Paginas

496

ISBN

978-85-371-0449-1