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QSMS – Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde do Trabalho – Petróleo e Gás Natural

R$51,50

O setor de petróleo e gás sempre foi responsável por muitos acidentes, alguns
deles entraram para a história da humanidade pela sua extensão destruidora.

368 páginasAutor(es): Ricardo Marinho e Wanderley BegnonISBN: 978-85-371-0488-0
Sumário

Sumário

Lista de Siglas e Abreviaturas
1. Diretrizes do QSMS
1.1. Procedimentos Estabelecidos
1.1.1. Liderança e Compromisso
1.1.2. Conformidade Legal
1.1.3. Avaliação e Gestão de Riscos
1.1.4. Novos Empreendimentos
1.1.5. Operações e Execução da Manutenção
1.1.6. Gerenciamento das Mudanças
1.1.7. Bens e Serviços
1.1.8. Qualificação, Educação e Conscientização
1.1.9. Gestão de Informações
1.1.10. Comunicação
1.1.11. Contingência
1.1.12. Interação com a Comunidade
1.1.13. Verificação de Acidentes e Incidentes
1.1.14. Gerenciamento de Produtos
1.1.15. Processo de Melhoria Permanente
1.2. Ações Necessárias
1.2.1. A Importância das Ações para a Empresa
2. Qualidade
2.1. Principais Conceitos e Definições
2.2. Resumo Histórico
2.2.1. No Brasil
2.3. Principais Eras da Qualidade
2.3.1. Era da Inspeção
2.3.2. Era do Controle Estatístico da Qualidade
2.3.2.1. Técnicas e Ferramentas de Controle da Qualidade
2.3.2.1.1. Inspeção
2.3.2.1.2. Diagrama de Pareto
2.3.2.1.3. Amostragem Estatística
2.3.2.1.4. Fluxograma (Flowcharting)
2.3.2.1.5. Análises de Tendências
2.3.3. Era da Garantia da Qualidade
2.3.3.1. Reflexão Sobre Qualidade
2.3.3.2. Objetivos da Gestão de Qualidade
2.3.3.3. Produzir com Qualidade
2.4. Necessidades Implícitas dos Clientes
2.4.1. Satisfazendo as Necessidades
2.4.2. Relação Cliente-Fornecedor (Internos e Externos)
2.4.3. Trilogia de Juran e as Fases do Planejamento
2.5. TQC (Total Quality Control)
2.5.1. TQC: Satisfazendo as Necessidades das Pessoas
2.5.2. TQC: Garantia de uma “Maior Satisfação do Cliente”
2.5.3. TQC: Garantia de Maior Qualidade no Atendimento
2.5.4. TQC: Redução de Custos para Minimizar Retrabalhos
2.5.5. TQC: Aumenta a Lucratividade e Crescimento
2.5.6. TQC: Total Porque Precisa Abranger TODA a Organização
2.5.7. CCQ (Círculo de Controle da Qualidade)
2.5.8. PDCA (Ciclo PDCA)
2.6. Gestão da Qualidade
2.6.1. Adotar o Processo de Melhoria Contínua
2.6.2. Estabelecer o Nível da Qualidade
2.6.3. Foco na Eliminação das não Conformidades
2.6.4. Garantia da Qualidade
2.7. Produtividade e Competividade
2.8. Programa 5S
2.8.1. Seiri - Senso de Utilização e Descarte
2.8.2. Seiton - Senso de Arrumação e Ordenação
2.8.3. Seiso - Senso de Limpeza
2.8.4. Seiketsu - Senso de Saúde e Higiene
2.8.5. Shitsuke - Senso de Autodisciplina
2.8.6. Implantação do Programa 5S
2.9. ISO 9001
2.9.1. O Que É ISO
2.9.2. Famílias de Normas
2.9.3. Família 9000
2.9.3.1. Princípios da Gestão da Qualidade
2.9.3.2. Maior Ênfase nos Serviços, Clientes e Fatores Externos
2.9.4. Estrutura da Norma
2.9.5. Implantação e Certificação
2.9.6. Sistemas de Gestão de Qualidade – Requisitos ISO 9001:2015
2.9.6.1. Mudanças Práticas Gerenciais
2.9.7. PDCA – Método de Gerenciamento de Processos
2.9.8. Implementação de Gestão pela Qualidade
2.9.8.1. Requisitos Gerais
2.9.8.2. Requisito 7.4.1 - O Processo de Aquisição
2.9.8.3. Requisito 7.5.3 - Identificação e Rastreabilidade
2.9.8.4. Requisito 7.5.4 - Propriedade do Cliente
2.9.8.5. Requisito - Preservação do Produto
3. Segurança do Trabalho
3.1. O que é Segurança do Trabalho
3.1.1. A Importância da Segurança do Trabalho
3.2. Evolução Histórica
3.2.1. Segurança do Trabalho no Brasil
3.2.2. Consolidação das Leis de Trabalho (CLT)
3.3. Legislação que Define a Segurança do Trabalho
3.4. Acidente de Trabalho
3.4.1. Ocorrências de Acidentes de Trabalho
3.4.2. Consequências dos Acidentes do Trabalho
3.4.2.1. Consequências dos Acidentes para o Trabalhador
3.4.2.2. Consequências dos Acidentes para o Empregador
3.4.3. Causas dos Acidentes de Trabalho
3.4.3.1. Ato Inseguro
3.4.3.2. Condição Insegura
3.4.4. Tipos de Acidentes de Trabalho
3.4.4.1. Acidente Típico
3.4.4.2. Acidente de Trajeto
3.4.4.3. Acidente Atípico
3.5. Doenças Profissionais ou Ocupacionais
3.5.1. Doenças do Trabalho
3.6. Noções de Risco do Trabalho
3.6.1. Importância da Identificação dos Riscos
3.6.2. Diferença Entre Risco e Perigo
3.6.3. Agentes Ambientais de Risco
3.6.3.1. Agentes Físicos
3.6.3.2. Agentes Químicos
3.6.3.3. Agentes Biológicos
3.6.3.4. Agentes Ergonômicos
3.6.4. Avaliação de Riscos
3.6.4.1. Importância da Avaliação de Risco
3.6.4.2. Processo de Avaliação de Risco
3.6.4.3. Quando Utilizar os Procedimentos de Risco?
3.6.5. Análise de Riscos
3.6.5.1. Objetivos da Análise de Risco
3.6.5.2. Análise Preliminar de Risco - APR
3.6.6. Mapa de Riscos
3.6.6.1. Elaboração de um Mapa de Riscos
3.6.6.2. Etapas da Elaboração
3.6.7. Riscos Adicionais
3.6.7.1. Riscos Adicionais no Trabalho em Altura
3.6.7.2. Riscos nos Espaços Confinados
3.6.7.2.1. Níveis de Riscos
4. Prevenção Contra Incêndio e Explosões
4.1. Principais Definições do Fogo
4.1.1. Incêndio
4.1.1.1. Combate e Prevenção Contra Incêndios
4.2. Combustão e Queima
4.2.1. Tipos de Combustão
4.2.1.1. Combustão Lenta
4.2.1.2. Combustão Viva
4.2.1.3. Combustão Muito Viva ou Explosiva
4.2.1.4. Combustão de Combustíveis Líquidos
4.2.1.5. Combustão de Combustíveis Sólidos
4.3. Explosões
4.3.1. Perigo das Explosões
4.4. Combate a Incêndio
4.4.1. Classificação dos Incêndios
5. Prevenção de Acidentes e Cipa
5.1. Programas e Sistemas de Prevenção
5.1.1. PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
5.1.2. DDS – Diálogo Diário de Segurança
5.1.3. Evite os Improvisos
5.2. Obstáculos para Redução de Acidentes
5.3. Condições de Segurança
5.4. CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
5.4.1. Competência
5.4.2. Órgãos de Segurança
5.4.3. SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho
6. EPI - Equipamentos de Proteção Individual
6.1. Obrigações do Empregador
6.2. Redução de Custos para o Empregador
6.3. Tipos de EPI
6.3.1. EPI para Proteção Contra Quedas com Diferença de Nível
6.4. EPC – Equipamento de Proteção Coletiva
6.4.1. Importância dos EPCs
7. Noções Básicas das Normas Regulamentadoras
7.1. As Principais Normas Regulamentadoras
7.1.1. NR 1 – Disposições Gerais
7.1.2. NR 2 – Inspeção Prévia
7.1.3. NR 3 – Embargo ou Interdição
7.1.4. NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança
e em Medicina do Trabalho
7.1.5. NR 5 – Comissão Interna de Prevenção Contra Acidentes (CIPA)
7.1.6. NR 6 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
7.1.7. NR 7 – Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional
(PCMSO)
7.1.8. NR 8 – Edificações
7.1.9. NR 9 – Programas de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
7.1.10. NR 10 – Instalações e Serviços em Eletricidade
7.1.11. NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio
de Materiais
7.1.12. NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos
7.1.13. NR 13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações
7.1.14. NR 14 – Fornos
7.1.15. NR 15 – Atividades e Operações Insalubres
7.1.16. NR 16 – Atividades e Operações Perigosas
7.1.17. NR 17 – Ergonomia
7.1.18. NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção
7.1.19. NR 19 – Explosivos
7.1.20. NR 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis
e Combustíveis
7.1.21. NR 21 – Trabalhos a Céu Aberto
7.1.22. NR 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração
7.1.23. NR 23 – Proteção Contra Incêndio
7.1.24. NR 24 – Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho
7.1.25. NR 25 – Resíduos Industriais
7.1.26. NR 26 – Sinalização de Segurança
7.1.27. NR 28 – Fiscalização e Penalidades
7.1.28. NR 29 – Segurança e Saúde no Trabalho Portuário
7.1.29. NR 30 – Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário
7.1.30. NR 31 – Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura,
Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura
7.1.31. NR 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde
7.1.32. NR 33 – Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados
7.1.32.1. Principais Objetivos da NR 33
7.1.32.2. Contribuição da Norma
7.1.33. NR 34 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção e Reparação Naval
7.1.34. NR 35 – Trabalho em Altura
8. Meio Ambiente
8.1. Preservação do Meio Ambiente
8.1.1. Meio Ambiente na Era Industrial
8.1.2. Meio Ambiente na Era da Globalização
8.2. Principais Definições e Conceitos de Meio Ambiente
8.2.1. Como Funciona o Meio Ambiente
8.2.2. A Contribuição do Nitrogênio
8.2.3. A Importância do Ciclo da Água
8.3. Classificação do Meio Ambiente
8.3.1. Ambiente Natural
8.3.1.1. Fatores Abióticos
8.3.1.2. Fatores Bióticos
8.3.2. Ambiente Cultural
8.3.3. Ambiente Construído
8.4. Ecossistema
8.4.1. Ecossistemas no Brasil
8.5. Biodiversidade
8.6. Agricultura
8.7. Cadeia Alimentar
8.8. Fotossíntese
8.9. Ciclo Hidrológico
8.9.1. Ciclo da Água
8.10. Ciclo do Nitrogênio
8.11. Ciclo do Gás Carbônico
9. Legislação Ambiental
9.1. Legislação Ambiental no Brasil
9.2. Prejuízos Ambientais
9.3. Área de Proteção Ambiental
9.4. Ibama
9.5. FEEMA – Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente
do Estado do Rio de Janeiro
9.6. Crimes Ambientais
9.7. Principais Legislações e Normas Aplicadas nas Indústrias
9.7.1. Lei de Crimes Ambientais
9.7.2. Sistema Nacional do Meio Ambiente
10. Novas Ameaças ao Meio Ambiente
10.1. Ozônio
10.1.1. Camada de Ozônio
10.1.2. Efeitos do Ozônio
10.1.3. Como Reduzir a Poluição por Ozônio
10.2. Aquecimento Global
10.2.1. Emissões de Poluentes
10.2.2. Temperatura Global
10.2.3. Mudanças Climáticas
10.2.4. Atitudes Simples de Preservação
10.2.5. Protocolo de Kyoto
10.3. Efeito Estufa
10.3.1. Dióxido de Carbono (CO2)
10.3.2. Óxido Nitroso (N2O)
10.3.3. Metano
10.3.3.1. Os Riscos do Metano
11. Estudos Ambientais
11.1. Principais Conceitos e Definições
11.1.1. Principal Objetivo
11.1.2. A Importância dos Estudos Ambientais
11.1.3. Os Desafios Ambientais
11.2. Impactos Ambientais
11.2.1. Atitudes para Diminuir os Impactos Ambientais
11.3. Licenciamento Ambiental
11.3.1. Procedimentos Necessários para Licenciamento Ambiental
11.3.2. Estudo de Impacto Ambiental (EIA)
11.4. Gestão Ambiental
11.4.1. Importância para as Empresas
11.4.2. Riscos Tecnológicos
11.4.3. Processo Decisório
11.4.4. Elaboração de Planos de Emergência
11.4.5. Programa de Gerenciamento de Riscos
11.4.6. Poluição Acidental
11.4.7. Acidentes Ambientais
11.5. Transportes de Produtos Perigosos
11.5.1. Medidas Preventivas
11.5.2. Ações Emergenciais
11.5.3. Pós-consumo de Petroquímicos
11.5.4. Tecnologia Limpa
11.5.5. Tecnologia à Serviço do Meio Ambiente
11.5.6. Redução de Resíduos
12. Série ISO 14000
12.1. Organizações que Podem ser Beneficiadas com a ISO 14000
12.1.1. A Implementação da ISO 14000 Propicia Melhorias nas Empresas
12.2. Normas da ISO 14000
12.2.1. Prazo de Validade para a ISO 14000
12.2.2. Certificado
12.3. Sistema de Gestão Integrado – SGI
12.3.1. Em Busca de Melhor Desempenho
12.3.2. Modelo de Integração do Sistema
12.3.3. Auditorias
13. Poluição
13.1. Caracterização do Fenômeno Poluição
13.2. Poluição no Ar
13.3. Poluição do Solo
13.4. Poluição da Água
13.4.1. Diversos Tipos de Poluição
13.4.1.1. Poluição Maciça
13.4.1.2. Poluição Crônica
13.4.1.3. Poluição Mecânica
13.4.1.4. Poluição Química
13.4.1.5. Poluição por Produtos Fitossanitários
13.4.1.6. Aterro Sanitário
13.4.1.7. Poluição Orgânica
13.4.1.8. Poluição Térmica
13.4.1.9. Poluição por Detergentes Sintéticos
13.4.2. Determinação da Qualidade da Água
13.4.2.1. Principais Químicos Poluentes
14. Reciclagem
14.1. Surgimento da Consciência da Reciclagem
14.1.1. História da Reciclagem no Brasil
14.2. Definições e Conceitos
14.3. A Importância e Vantagens da Reciclagem
14.4. Recicláveis, Reciclados e Não Recicláveis
14.4.1. Tipos de Materiais Não Recicláveis
14.4.2. Tipos de Materiais Recicláveis
14.5. Cores e Símbolos da Reciclagem
14.5.1. Símbolos de Composição
14.5.2. Símbolos de Descarte
14.5.3. Símbolos de Triagem
14.6. Coleta Seletiva
14.7. Processo de Reciclagem
14.8. Desenvolvimento Sustentável
14.8.1. Política dos 3R
14.9. Responsabilidade Social
14.9.1. Política Nacional de Resíduos Sólidos
15. Saúde do Trabalho
15.1. Evolução Histórica da Segurança e Medicina do Trabalho
15.2. Êxodo Rural
15.3. Higiene do Trabalho
15.3.1. PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
15.3.2. SESMT – Serviço Especializado em Engenharia de Segurança
e Medicina do Trabalho
15.4. Fatores Psicossociais
15.4.1. Riscos Psicossociais
15.4.4.1. Estresse
15.4.4.2. Violência
15.4.4.3. Bulling
15.4.2. A Falta de Capacitação para o Trabalho
15.4.3. A Falta de Recursos
15.4.4. Segurança
15.4.5. Ansiedade Social
15.5. O Papel das Empresas
15.6. Informações Complementares
15.6.1. Transtorno de Ansiedade
15.6.2. Transtorno do Humor
15.6.3. Transtorno Mental
15.6.4. Transtorno Psicótico
16. Noções Básicas de Primeiros Socorros
16.1. Etapas Básicas de Primeiros Socorros
16.1.1. Avaliação do Local do Acidente
16.1.2. Proteção do Acidentado
16.1.3. Avaliação da Vítima
16.1.3.1. Sinais Vitais
16.1.3.2. Nível de Consciência da Vítima – Método AVDI
16.2. Posição Lateral de Segurança (PLS)
16.3. Respiração
16.3.1. Abertura das Vias Respiratórias
16.3.2. Respiração Artificial
16.4. Asfixia ou Sufocamento
16.5. Crises Asmáticas
16.6. Convulsão
16.7. Hemorragias
16.7.1. Hemorragia Nasal
16.8. Ataque Cardíaco
16.8.1. Massagem Cardíaca
16.9. Desmaios
16.9.1. Em Casos em que as Pessoas já Estiverem Desmaiadas
16.10. Estados de Choque
16.11. Queimaduras
16.11.1. Classificação das Queimaduras
16.11.2. Queimaduras de 1° Grau
16.11.3. Queimaduras de 2° Grau
16.11.4. Queimaduras de 3° Grau
16.11.5. Queimaduras Químicas
16.11.6. Queimaduras por Corrente Elétrica
16.12. Entoreses
16.12.1. Lesão Muscular
16.12.2. Fraturas
16.12.3. Imobilização
16.12.4. Fraturas Expostas
16.13. Choques Elétricos
16.13.1. Efeitos do Choque Elétrico no Corpo Humano
16.13.2. Sintoma dos Choques Elétricos
16.13.3. Eletrocussão
16.14. Envenenamento e Intoxicação
16.14.1. Envenenamento por Via Digestiva
16.14.2. Envenenamento por Medicamentos
16.14.3. Envenenamento por Produtos Tóxicos
16.14.3.1. Monóxido de Carbono
16.14.3.2. Intoxicação Aguda
16.14.3.3. Dissolventes Orgônicos
16.14.3.4. Intoxicação por Substâncias e/ou Venenos Inalados
16.15. Insolação
16.16. Transporte de Vítimas
16.16.1. Como Transportar
16.16.2. Como Fazer o Transporte
16.16.3. Contatos para Socorro Especializado
17. Sistema de Gestão da Segurança do Trabalho OHSAS 18001
17.1. Importância da SST
17.2. OHSAS 18001
17.2.1. Objetivo e Campo de Aplicação
17.2.2. Termos e Definições
17.3. Requisitos Gerais do Sistema de Gestão da SST
17.3.1. Política de SST
17.3.2. Planejamento
17.3.2.1. Planejamento para Identificação de Perigos, Avaliação e Controle de Riscos
17.3.2.2. Requisitos Legais e Outros Requisitos
17.3.2.3. Objetivos
17.3.3. Programa(s) de Gestão da SST
17.3.3.1. Estrutura e Responsabilidade
17.3.3.2. Treinamento, Conscientização e Competência
17.3.3.3. Documentação
17.3.3.4. Controle de Documentos e Dados
17.3.3.5. Controle Operacional
17.3.3.6. Preparação e Atendimento a Emergências
17.3.4. Monitoramento e Mensuração do Desempenho
17.3.4.1. Acidentes, Incidentes, Não Conformidades e Ações Corretivas
e Preventivas
17.3.4.2. Registros e Gestão de Registros
17.3.4.3. Auditoria
Referências
Glossário
Amostra Exercícios

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REF: 978-85-371-0488-0 Categoria

O setor de petróleo e gás sempre foi responsável por muitos acidentes, alguns
deles entraram para a história da humanidade pela sua extensão destruidora.

Sempre houve muita evidência quantos aos mais variados riscos que são gerados
pelas atividades relacionadas com toda cadeia produtiva do petróleo e gás natural.
Implementado em quase todo mundo o QSMS (Qualidade, Segurança, Meio
Ambiente e Saúde do Trabalho) é considerado como um sistema de gerenciamento
que visa minimizar os acidentes e os impactos negativos causados ao meio
ambiente e as pessoas.

Para as empresas o QSMS é mais do que um sistema de gerenciamento é uma
certificação do comprometimento de todos seus colaboradores com a política
de segurança no trabalho, meio ambiente e saúde do trabalho. Sob o ponto de
vista gerencial administrar bem essas áreas dentro e fora das organizações ainda
é um grande desafio, principalmente para as empresas do setor de petróleo e gás
natural.

A consciência da importância do QSMS está viabilizando uma série de medidas,
ajudando a reduzir os índices de acidentes dentro e fora das organizações.

O conteúdo do livro QSMS – Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e

Saúde do Trabalho: Petróleo e Gás Natural aborda tópicos importantes

para a aplicação da segurança no trabalho, para a saúde do trabalhador, para
a qualidade nos serviços realizados e também para a redução dos impactos
negativos ao meio ambiente. O livro foi divido em capítulos, preservando uma
sequência lógica para facilitar o aprendizado. Entre os tópicos abordados estão:
diretrizes e ações, conformidade legal, ações necessárias e sua importância para

a empresa, as necessidades implícitas dos clientes, a relação cliente/fornecedor,
TCQ (Total Quality Control), PDCA, Normas ISO 9001, Normas ISO 14001, programa
5S, gestão pela qualidade, a importância da segurança no trabalho, acidentes de
trabalho, EPI (equipamentos de segurança individual), normas regulamentadoras

e CIPA, avaliação de riscos, preservação do meio ambiente, legislação ambiental, a
importância dos estudos ambientais, impacto ambiental, a indústria do petróleo e
o meio ambiente, poluição, reciclagem, saúde ocupacional, primeiros socorros, etc.

Não há menor dúvida que é um verdadeiro manual prático para todos que
queiram conhecer, qualificar-se e capacitar-se para o setor de petróleo e gás.

Peso 0.46 kg
Dimensões 210 x 148 x 2 mm
Autor

Ricardo Marinho e Wanderley Begnon

Sumario

Lista de Siglas e Abreviaturas
<br />1. Diretrizes do QSMS
<br />1.1. Procedimentos Estabelecidos
<br />1.1.1. Liderança e Compromisso
<br />1.1.2. Conformidade Legal
<br />1.1.3. Avaliação e Gestão de Riscos
<br />1.1.4. Novos Empreendimentos
<br />1.1.5. Operações e Execução da Manutenção
<br />1.1.6. Gerenciamento das Mudanças
<br />1.1.7. Bens e Serviços
<br />1.1.8. Qualificação, Educação e Conscientização
<br />1.1.9. Gestão de Informações
<br />1.1.10. Comunicação
<br />1.1.11. Contingência
<br />1.1.12. Interação com a Comunidade
<br />1.1.13. Verificação de Acidentes e Incidentes
<br />1.1.14. Gerenciamento de Produtos
<br />1.1.15. Processo de Melhoria Permanente
<br />1.2. Ações Necessárias
<br />1.2.1. A Importância das Ações para a Empresa
<br />2. Qualidade
<br />2.1. Principais Conceitos e Definições
<br />2.2. Resumo Histórico
<br />2.2.1. No Brasil
<br />2.3. Principais Eras da Qualidade
<br />2.3.1. Era da Inspeção
<br />2.3.2. Era do Controle Estatístico da Qualidade
<br />2.3.2.1. Técnicas e Ferramentas de Controle da Qualidade
<br />2.3.2.1.1. Inspeção
<br />2.3.2.1.2. Diagrama de Pareto
<br />2.3.2.1.3. Amostragem Estatística
<br />2.3.2.1.4. Fluxograma (Flowcharting)
<br />2.3.2.1.5. Análises de Tendências
<br />2.3.3. Era da Garantia da Qualidade
<br />2.3.3.1. Reflexão Sobre Qualidade
<br />2.3.3.2. Objetivos da Gestão de Qualidade
<br />2.3.3.3. Produzir com Qualidade
<br />2.4. Necessidades Implícitas dos Clientes
<br />2.4.1. Satisfazendo as Necessidades
<br />2.4.2. Relação Cliente-Fornecedor (Internos e Externos)
<br />2.4.3. Trilogia de Juran e as Fases do Planejamento
<br />2.5. TQC (Total Quality Control)
<br />2.5.1. TQC: Satisfazendo as Necessidades das Pessoas
<br />2.5.2. TQC: Garantia de uma “Maior Satisfação do Cliente”
<br />2.5.3. TQC: Garantia de Maior Qualidade no Atendimento
<br />2.5.4. TQC: Redução de Custos para Minimizar Retrabalhos
<br />2.5.5. TQC: Aumenta a Lucratividade e Crescimento
<br />2.5.6. TQC: Total Porque Precisa Abranger TODA a Organização
<br />2.5.7. CCQ (Círculo de Controle da Qualidade)
<br />2.5.8. PDCA (Ciclo PDCA)
<br />2.6. Gestão da Qualidade
<br />2.6.1. Adotar o Processo de Melhoria Contínua
<br />2.6.2. Estabelecer o Nível da Qualidade
<br />2.6.3. Foco na Eliminação das não Conformidades
<br />2.6.4. Garantia da Qualidade
<br />2.7. Produtividade e Competividade
<br />2.8. Programa 5S
<br />2.8.1. Seiri – Senso de Utilização e Descarte
<br />2.8.2. Seiton – Senso de Arrumação e Ordenação
<br />2.8.3. Seiso – Senso de Limpeza
<br />2.8.4. Seiketsu – Senso de Saúde e Higiene
<br />2.8.5. Shitsuke – Senso de Autodisciplina
<br />2.8.6. Implantação do Programa 5S
<br />2.9. ISO 9001
<br />2.9.1. O Que É ISO
<br />2.9.2. Famílias de Normas
<br />2.9.3. Família 9000
<br />2.9.3.1. Princípios da Gestão da Qualidade
<br />2.9.3.2. Maior Ênfase nos Serviços, Clientes e Fatores Externos
<br />2.9.4. Estrutura da Norma
<br />2.9.5. Implantação e Certificação
<br />2.9.6. Sistemas de Gestão de Qualidade – Requisitos ISO 9001:2015
<br />2.9.6.1. Mudanças Práticas Gerenciais
<br />2.9.7. PDCA – Método de Gerenciamento de Processos
<br />2.9.8. Implementação de Gestão pela Qualidade
<br />2.9.8.1. Requisitos Gerais
<br />2.9.8.2. Requisito 7.4.1 – O Processo de Aquisição
<br />2.9.8.3. Requisito 7.5.3 – Identificação e Rastreabilidade
<br />2.9.8.4. Requisito 7.5.4 – Propriedade do Cliente
<br />2.9.8.5. Requisito – Preservação do Produto
<br />3. Segurança do Trabalho
<br />3.1. O que é Segurança do Trabalho
<br />3.1.1. A Importância da Segurança do Trabalho
<br />3.2. Evolução Histórica
<br />3.2.1. Segurança do Trabalho no Brasil
<br />3.2.2. Consolidação das Leis de Trabalho (CLT)
<br />3.3. Legislação que Define a Segurança do Trabalho
<br />3.4. Acidente de Trabalho
<br />3.4.1. Ocorrências de Acidentes de Trabalho
<br />3.4.2. Consequências dos Acidentes do Trabalho
<br />3.4.2.1. Consequências dos Acidentes para o Trabalhador
<br />3.4.2.2. Consequências dos Acidentes para o Empregador
<br />3.4.3. Causas dos Acidentes de Trabalho
<br />3.4.3.1. Ato Inseguro
<br />3.4.3.2. Condição Insegura
<br />3.4.4. Tipos de Acidentes de Trabalho
<br />3.4.4.1. Acidente Típico
<br />3.4.4.2. Acidente de Trajeto
<br />3.4.4.3. Acidente Atípico
<br />3.5. Doenças Profissionais ou Ocupacionais
<br />3.5.1. Doenças do Trabalho
<br />3.6. Noções de Risco do Trabalho
<br />3.6.1. Importância da Identificação dos Riscos
<br />3.6.2. Diferença Entre Risco e Perigo
<br />3.6.3. Agentes Ambientais de Risco
<br />3.6.3.1. Agentes Físicos
<br />3.6.3.2. Agentes Químicos
<br />3.6.3.3. Agentes Biológicos
<br />3.6.3.4. Agentes Ergonômicos
<br />3.6.4. Avaliação de Riscos
<br />3.6.4.1. Importância da Avaliação de Risco
<br />3.6.4.2. Processo de Avaliação de Risco
<br />3.6.4.3. Quando Utilizar os Procedimentos de Risco?
<br />3.6.5. Análise de Riscos
<br />3.6.5.1. Objetivos da Análise de Risco
<br />3.6.5.2. Análise Preliminar de Risco – APR
<br />3.6.6. Mapa de Riscos
<br />3.6.6.1. Elaboração de um Mapa de Riscos
<br />3.6.6.2. Etapas da Elaboração
<br />3.6.7. Riscos Adicionais
<br />3.6.7.1. Riscos Adicionais no Trabalho em Altura
<br />3.6.7.2. Riscos nos Espaços Confinados
<br />3.6.7.2.1. Níveis de Riscos
<br />4. Prevenção Contra Incêndio e Explosões
<br />4.1. Principais Definições do Fogo
<br />4.1.1. Incêndio
<br />4.1.1.1. Combate e Prevenção Contra Incêndios
<br />4.2. Combustão e Queima
<br />4.2.1. Tipos de Combustão
<br />4.2.1.1. Combustão Lenta
<br />4.2.1.2. Combustão Viva
<br />4.2.1.3. Combustão Muito Viva ou Explosiva
<br />4.2.1.4. Combustão de Combustíveis Líquidos
<br />4.2.1.5. Combustão de Combustíveis Sólidos
<br />4.3. Explosões
<br />4.3.1. Perigo das Explosões
<br />4.4. Combate a Incêndio
<br />4.4.1. Classificação dos Incêndios
<br />5. Prevenção de Acidentes e Cipa
<br />5.1. Programas e Sistemas de Prevenção
<br />5.1.1. PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
<br />5.1.2. DDS – Diálogo Diário de Segurança
<br />5.1.3. Evite os Improvisos
<br />5.2. Obstáculos para Redução de Acidentes
<br />5.3. Condições de Segurança
<br />5.4. CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
<br />5.4.1. Competência
<br />5.4.2. Órgãos de Segurança
<br />5.4.3. SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho
<br />6. EPI – Equipamentos de Proteção Individual
<br />6.1. Obrigações do Empregador
<br />6.2. Redução de Custos para o Empregador
<br />6.3. Tipos de EPI
<br />6.3.1. EPI para Proteção Contra Quedas com Diferença de Nível
<br />6.4. EPC – Equipamento de Proteção Coletiva
<br />6.4.1. Importância dos EPCs
<br />7. Noções Básicas das Normas Regulamentadoras
<br />7.1. As Principais Normas Regulamentadoras
<br />7.1.1. NR 1 – Disposições Gerais
<br />7.1.2. NR 2 – Inspeção Prévia
<br />7.1.3. NR 3 – Embargo ou Interdição
<br />7.1.4. NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança
<br /> e em Medicina do Trabalho
<br />7.1.5. NR 5 – Comissão Interna de Prevenção Contra Acidentes (CIPA)
<br />7.1.6. NR 6 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
<br />7.1.7. NR 7 – Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional
<br /> (PCMSO)
<br />7.1.8. NR 8 – Edificações
<br />7.1.9. NR 9 – Programas de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
<br />7.1.10. NR 10 – Instalações e Serviços em Eletricidade
<br />7.1.11. NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio
<br /> de Materiais
<br />7.1.12. NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos
<br />7.1.13. NR 13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações
<br />7.1.14. NR 14 – Fornos
<br />7.1.15. NR 15 – Atividades e Operações Insalubres
<br />7.1.16. NR 16 – Atividades e Operações Perigosas
<br />7.1.17. NR 17 – Ergonomia
<br />7.1.18. NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
<br /> da Construção
<br />7.1.19. NR 19 – Explosivos
<br />7.1.20. NR 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis
<br /> e Combustíveis
<br />7.1.21. NR 21 – Trabalhos a Céu Aberto
<br />7.1.22. NR 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração
<br />7.1.23. NR 23 – Proteção Contra Incêndio
<br />7.1.24. NR 24 – Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho
<br />7.1.25. NR 25 – Resíduos Industriais
<br />7.1.26. NR 26 – Sinalização de Segurança
<br />7.1.27. NR 28 – Fiscalização e Penalidades
<br />7.1.28. NR 29 – Segurança e Saúde no Trabalho Portuário
<br />7.1.29. NR 30 – Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário
<br />7.1.30. NR 31 – Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura,
<br /> Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura
<br />7.1.31. NR 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde
<br />7.1.32. NR 33 – Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados
<br />7.1.32.1. Principais Objetivos da NR 33
<br />7.1.32.2. Contribuição da Norma
<br />7.1.33. NR 34 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
<br /> da Construção e Reparação Naval
<br />7.1.34. NR 35 – Trabalho em Altura
<br />8. Meio Ambiente
<br />8.1. Preservação do Meio Ambiente
<br />8.1.1. Meio Ambiente na Era Industrial
<br />8.1.2. Meio Ambiente na Era da Globalização
<br />8.2. Principais Definições e Conceitos de Meio Ambiente
<br />8.2.1. Como Funciona o Meio Ambiente
<br />8.2.2. A Contribuição do Nitrogênio
<br />8.2.3. A Importância do Ciclo da Água
<br />8.3. Classificação do Meio Ambiente
<br />8.3.1. Ambiente Natural
<br />8.3.1.1. Fatores Abióticos
<br />8.3.1.2. Fatores Bióticos
<br />8.3.2. Ambiente Cultural
<br />8.3.3. Ambiente Construído
<br />8.4. Ecossistema
<br />8.4.1. Ecossistemas no Brasil
<br />8.5. Biodiversidade
<br />8.6. Agricultura
<br />8.7. Cadeia Alimentar
<br />8.8. Fotossíntese
<br />8.9. Ciclo Hidrológico
<br />8.9.1. Ciclo da Água
<br />8.10. Ciclo do Nitrogênio
<br />8.11. Ciclo do Gás Carbônico
<br />9. Legislação Ambiental
<br />9.1. Legislação Ambiental no Brasil
<br />9.2. Prejuízos Ambientais
<br />9.3. Área de Proteção Ambiental
<br />9.4. Ibama
<br />9.5. FEEMA – Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente
<br /> do Estado do Rio de Janeiro
<br />9.6. Crimes Ambientais
<br />9.7. Principais Legislações e Normas Aplicadas nas Indústrias
<br />9.7.1. Lei de Crimes Ambientais
<br />9.7.2. Sistema Nacional do Meio Ambiente
<br />10. Novas Ameaças ao Meio Ambiente
<br />10.1. Ozônio
<br />10.1.1. Camada de Ozônio
<br />10.1.2. Efeitos do Ozônio
<br />10.1.3. Como Reduzir a Poluição por Ozônio
<br />10.2. Aquecimento Global
<br />10.2.1. Emissões de Poluentes
<br />10.2.2. Temperatura Global
<br />10.2.3. Mudanças Climáticas
<br />10.2.4. Atitudes Simples de Preservação
<br />10.2.5. Protocolo de Kyoto
<br />10.3. Efeito Estufa
<br />10.3.1. Dióxido de Carbono (CO2)
<br />10.3.2. Óxido Nitroso (N2O)
<br />10.3.3. Metano
<br />10.3.3.1. Os Riscos do Metano
<br />11. Estudos Ambientais
<br />11.1. Principais Conceitos e Definições
<br />11.1.1. Principal Objetivo
<br />11.1.2. A Importância dos Estudos Ambientais
<br />11.1.3. Os Desafios Ambientais
<br />11.2. Impactos Ambientais
<br />11.2.1. Atitudes para Diminuir os Impactos Ambientais
<br />11.3. Licenciamento Ambiental
<br />11.3.1. Procedimentos Necessários para Licenciamento Ambiental
<br />11.3.2. Estudo de Impacto Ambiental (EIA)
<br />11.4. Gestão Ambiental
<br />11.4.1. Importância para as Empresas
<br />11.4.2. Riscos Tecnológicos
<br />11.4.3. Processo Decisório
<br />11.4.4. Elaboração de Planos de Emergência
<br />11.4.5. Programa de Gerenciamento de Riscos
<br />11.4.6. Poluição Acidental
<br />11.4.7. Acidentes Ambientais
<br />11.5. Transportes de Produtos Perigosos
<br />11.5.1. Medidas Preventivas
<br />11.5.2. Ações Emergenciais
<br />11.5.3. Pós-consumo de Petroquímicos
<br />11.5.4. Tecnologia Limpa
<br />11.5.5. Tecnologia à Serviço do Meio Ambiente
<br />11.5.6. Redução de Resíduos
<br />12. Série ISO 14000
<br />12.1. Organizações que Podem ser Beneficiadas com a ISO 14000
<br />12.1.1. A Implementação da ISO 14000 Propicia Melhorias nas Empresas
<br />12.2. Normas da ISO 14000
<br />12.2.1. Prazo de Validade para a ISO 14000
<br />12.2.2. Certificado
<br />12.3. Sistema de Gestão Integrado – SGI
<br />12.3.1. Em Busca de Melhor Desempenho
<br />12.3.2. Modelo de Integração do Sistema
<br />12.3.3. Auditorias
<br />13. Poluição
<br />13.1. Caracterização do Fenômeno Poluição
<br />13.2. Poluição no Ar
<br />13.3. Poluição do Solo
<br />13.4. Poluição da Água
<br />13.4.1. Diversos Tipos de Poluição
<br />13.4.1.1. Poluição Maciça
<br />13.4.1.2. Poluição Crônica
<br />13.4.1.3. Poluição Mecânica
<br />13.4.1.4. Poluição Química
<br />13.4.1.5. Poluição por Produtos Fitossanitários
<br />13.4.1.6. Aterro Sanitário
<br />13.4.1.7. Poluição Orgânica
<br />13.4.1.8. Poluição Térmica
<br />13.4.1.9. Poluição por Detergentes Sintéticos
<br />13.4.2. Determinação da Qualidade da Água
<br />13.4.2.1. Principais Químicos Poluentes
<br />14. Reciclagem
<br />14.1. Surgimento da Consciência da Reciclagem
<br />14.1.1. História da Reciclagem no Brasil
<br />14.2. Definições e Conceitos
<br />14.3. A Importância e Vantagens da Reciclagem
<br />14.4. Recicláveis, Reciclados e Não Recicláveis
<br />14.4.1. Tipos de Materiais Não Recicláveis
<br />14.4.2. Tipos de Materiais Recicláveis
<br />14.5. Cores e Símbolos da Reciclagem
<br />14.5.1. Símbolos de Composição
<br />14.5.2. Símbolos de Descarte
<br />14.5.3. Símbolos de Triagem
<br />14.6. Coleta Seletiva
<br />14.7. Processo de Reciclagem
<br />14.8. Desenvolvimento Sustentável
<br />14.8.1. Política dos 3R
<br />14.9. Responsabilidade Social
<br />14.9.1. Política Nacional de Resíduos Sólidos
<br />15. Saúde do Trabalho
<br />15.1. Evolução Histórica da Segurança e Medicina do Trabalho
<br />15.2. Êxodo Rural
<br />15.3. Higiene do Trabalho
<br />15.3.1. PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
<br />15.3.2. SESMT – Serviço Especializado em Engenharia de Segurança
<br /> e Medicina do Trabalho
<br />15.4. Fatores Psicossociais
<br />15.4.1. Riscos Psicossociais
<br />15.4.4.1. Estresse
<br />15.4.4.2. Violência
<br />15.4.4.3. Bulling
<br />15.4.2. A Falta de Capacitação para o Trabalho
<br />15.4.3. A Falta de Recursos
<br />15.4.4. Segurança
<br />15.4.5. Ansiedade Social
<br />15.5. O Papel das Empresas
<br />15.6. Informações Complementares
<br />15.6.1. Transtorno de Ansiedade
<br />15.6.2. Transtorno do Humor
<br />15.6.3. Transtorno Mental
<br />15.6.4. Transtorno Psicótico
<br />16. Noções Básicas de Primeiros Socorros
<br />16.1. Etapas Básicas de Primeiros Socorros
<br />16.1.1. Avaliação do Local do Acidente
<br />16.1.2. Proteção do Acidentado
<br />16.1.3. Avaliação da Vítima
<br />16.1.3.1. Sinais Vitais
<br />16.1.3.2. Nível de Consciência da Vítima – Método AVDI
<br />16.2. Posição Lateral de Segurança (PLS)
<br />16.3. Respiração
<br />16.3.1. Abertura das Vias Respiratórias
<br />16.3.2. Respiração Artificial
<br />16.4. Asfixia ou Sufocamento
<br />16.5. Crises Asmáticas
<br />16.6. Convulsão
<br />16.7. Hemorragias
<br />16.7.1. Hemorragia Nasal
<br />16.8. Ataque Cardíaco
<br />16.8.1. Massagem Cardíaca
<br />16.9. Desmaios
<br />16.9.1. Em Casos em que as Pessoas já Estiverem Desmaiadas
<br />16.10. Estados de Choque
<br />16.11. Queimaduras
<br />16.11.1. Classificação das Queimaduras
<br />16.11.2. Queimaduras de 1° Grau
<br />16.11.3. Queimaduras de 2° Grau
<br />16.11.4. Queimaduras de 3° Grau
<br />16.11.5. Queimaduras Químicas
<br />16.11.6. Queimaduras por Corrente Elétrica
<br />16.12. Entoreses
<br />16.12.1. Lesão Muscular
<br />16.12.2. Fraturas
<br />16.12.3. Imobilização
<br />16.12.4. Fraturas Expostas
<br />16.13. Choques Elétricos
<br />16.13.1. Efeitos do Choque Elétrico no Corpo Humano
<br />16.13.2. Sintoma dos Choques Elétricos
<br />16.13.3. Eletrocussão
<br />16.14. Envenenamento e Intoxicação
<br />16.14.1. Envenenamento por Via Digestiva
<br />16.14.2. Envenenamento por Medicamentos
<br />16.14.3. Envenenamento por Produtos Tóxicos
<br />16.14.3.1. Monóxido de Carbono
<br />16.14.3.2. Intoxicação Aguda
<br />16.14.3.3. Dissolventes Orgônicos
<br />16.14.3.4. Intoxicação por Substâncias e/ou Venenos Inalados
<br />16.15. Insolação
<br />16.16. Transporte de Vítimas
<br />16.16.1. Como Transportar
<br />16.16.2. Como Fazer o Transporte
<br />16.16.3. Contatos para Socorro Especializado
<br />17. Sistema de Gestão da Segurança do Trabalho OHSAS 18001
<br />17.1. Importância da SST
<br />17.2. OHSAS 18001
<br />17.2.1. Objetivo e Campo de Aplicação
<br />17.2.2. Termos e Definições
<br />17.3. Requisitos Gerais do Sistema de Gestão da SST
<br />17.3.1. Política de SST
<br />17.3.2. Planejamento
<br />17.3.2.1. Planejamento para Identificação de Perigos, Avaliação e Controle de Riscos
<br />17.3.2.2. Requisitos Legais e Outros Requisitos
<br />17.3.2.3. Objetivos
<br />17.3.3. Programa(s) de Gestão da SST
<br />17.3.3.1. Estrutura e Responsabilidade
<br />17.3.3.2. Treinamento, Conscientização e Competência
<br />17.3.3.3. Documentação
<br />17.3.3.4. Controle de Documentos e Dados
<br />17.3.3.5. Controle Operacional
<br />17.3.3.6. Preparação e Atendimento a Emergências
<br />17.3.4. Monitoramento e Mensuração do Desempenho
<br />17.3.4.1. Acidentes, Incidentes, Não Conformidades e Ações Corretivas
<br /> e Preventivas
<br />17.3.4.2. Registros e Gestão de Registros
<br />17.3.4.3. Auditoria
<br />Referências
<br />Glossário
<br />

Demonstracao

2017-01-19_03-15-25-QSMS.swf

Exercicios

2017-01-19_03-15-15-RespostasdosExerccios.zip

Paginas

368

ISBN

978-85-371-0488-0