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Qualidade Competitiva – Aprendendo a Inovar com Ideias Criativas

R$47,50

Como criar uma estrutura bem organizada para as inovações? O Brasil não tem tradição científica para a qualidade competitiva, uma vez que os modelos organizacionais …

464 páginasAutor(es): Lewton Burity VerriISBN: 978-85-371-0427-9
Sumário

Sumário

1. Criando a Sociologia Organizacional
1.1. Repercussão da Má Qualidade na Era de “Uma Falha por
Milhão” ou Zero Defeito
1.2. Talvez nos Falte uma Linguagem Comum para Inovações
e Inventos
1.3. Fugindo das Panaceias da Administração da Qualidade
1.3.1. O Conceito Patriota
1.3.2. A Mortalidade Empresarial
1.4. As Inovações da Engenharia Neutralizando os Eventos
Perigosos da Lei de Murphy
1.5. A Empresa Competitiva é a Empresa Científica: “Sem Sun
Tzu, Sem Queijo e Sem Monge”
1.6. Uso Comercial dos Direitos Autorais, o Discurso do Plágio
1.7. Por uma Agência de Inteligência Protegendo o Administrador
Brasileiro
2. Administrando Recursos para Inovações
2.1. Administração de Projetos de Experimentos
2.1.1. Fases Básicas da Administração
2.2. A Aculturação da Administração da Tecnologia Por Meio da
Universidade Corporativa
2.3. O que Steve Jobs, Bill Gates e Howard Hughes Tiveram em
Comum?
2.4. O Rigor Capitalista na Orçamentação e nos Custos para o
Desenvolvimento Tecnológico
2.5. Hoje eu Vou Inventar Algo Novo ou Inovar em Algo Velho
2.6. Evitando Decisões Precipitadas: As Estátuas dos Barões,
a Passarinhada e os 6 Por Quês
2.7. Inovações e Lobbies: Por Que não Chegamos ao Mundo
Futurista?
2.8. Só Compre a Crédito Coisas que Estarão Durando Enquanto
Você Paga as Prestações
3. Organizando para a Qualidade Total
3.1. O VAQ - Valor Agregado da Qualidade pela Tecnologia
ao Custo Mínimo
3.2. Agregando a Qualidade no Ciclo Geral da Produção ou
no Ciclo de Vida do Produto
3.3. Descrição das Funções Agregadoras da Qualidade
3.4. Você Sabe Estabelecer um Controle da Qualidade, para Evitar
Ocorrências de Defeitos?
3.5. Você Sabe Selecionar o Controle da Qualidade dos Produtos
da Sua Fábrica?
3.6. Como Controlamos os Processos da Fábrica, em Função
das Suas Velocidades?
3.7. Surgiu um Contrato para Exportar, para os Países do - G 7 e
Você Tem Controle Estatístico?
3.8. Garantia da Qualidade: Uso de Códigos para Materiais,
Produtos, Insumos e Peças Novas e Experimentais
4. Usando Metodologias Científicas
4.1. A Realidade do Método da Inovação e de Experimentos
Segundo a Engenharia
4.1.1. Nas Inovações Baseadas em Marketing
4.1.2. Nas Inovações Baseadas em Garantia
4.1.3. Nas Inovações Baseadas em Confiabilidade
4.1.4. Crescimento do Conhecimento e da Capacidade dos
Computadores
4.2. A Quebra de Paradigmas pela Engenharia... e Saltos
Tecnológicos
4.3. Heurística: Desenvolvendo Tecnologia, Aperfeiçoando
e Projetando Novos Produtos
4.4. A Heurística e o Dilema de Occam Eliminando os Conflitos
de Ideias e de Teorias
4.5. A Socioengenharia Criando Novos Produtos com Segurança
Técnica para Investidores
4.6. Projeto de Experimentos: No Seu Desenvolvimento Temos
que Criar o Controle Econômico
4.7. Administração de Custos pela Engenharia: Como Vamos
Reduzir os Preços?
4.8. As Inovações Cientificamente Elaboradas, Segundo a
Engenharia da Qualidade
4.8.1. O Desdobramento da Qualidade
4.8.2. Missão: Engenharia da Qualidade - EQ
4.8.3. Conferindo um Método para Padronização da Fabricação
4.8.4. A Padronização da Fabricação
4.8.5. Características Vitais da Qualidade
4.8.6. Desenvolvimento do Padrão de Fabricação
4.9. Problemas, Acumulação, Propagação e Solucionadores
4.10. Se Você Não Conhece a Prática dos Protótipos, Suas
Inovações Serão Chinfrins
5. Algumas Ferramentas Científicas
5.1. A Engenharia Versa e Reversa
5.2. As Redes da Engenharia da Qualidade e Seus Softwares de
Análises Estatísticas (SAS)
5.3. O Controle Efetivo da Qualidade – o Método da Rede
Estatística de Controle
5.4. Confiabilidade – Uma Nova Norma para Sistemas da
Qualidade
5.5. A Confiabilidade Prática Segundo a Engenharia Japonesa
5.5.1. O Reverso da Confiabilidade
5.6. Se Você Vai Exportar, Especialize-se em Sistema de Pesos e
Medidas
5.7. Será que Sabemos Medir, Contar e Pesar com Precisão
e Exatidão?
5.7.1. O Que é Metrologia
5.8. Como Fazer Escolhas Científicas Através da Análise de
Custo x Benefício?
6. Assegurando a Competitividade
6.1. Dominando o Ciclo das Inovações para a Competição
Tecnológica
6.2. Os 12 Pilares da Competitividade: O Brasil é Competitivo?
Tire Suas Próprias Conclusões
6.2.1. Efetivando a Medição da Competitividade
6.2.2. Os 12 Pilares da Competitividade
6.2.2.1. O 1º Pilar: As Instituições
6.2.2.2. O 2º Pilar: A Infraestrutura
6.2.2.3. O 3º Pilar: O Ambiente Macroeconômico
6.2.2.4. O 4º Pilar: A Saúde e a Educação Primária
6.2.2.5. O 5º Pilar: Alto Padrão de Educação e Treinamento – E&T
6.2.2.6. O 6º Pilar: Bons e Eficientes Mercados
6.2.2.7. O 7º Pilar: Mercado de Trabalho Eficiente
6.2.2.8. O 8º Pilar: Desenvolvimento do Mercado Financeiro
6.2.2.9. O 9º Pilar: Prontidão Tecnológica (Technological Readiness)
6.2.2.10. O 10º Pilar: O Tamanho do Mercado
6.2.2.11. O 11º Pilar: Sofisticação de Negócios
6.2.2.12. O 12º Pilar: A Inovação
6.2.3. A Inter-Relação Entre os 12 Pilares
6.3. As Inovações, os Indicadores Administrativos e as 50 Razões do
Insucesso nos Inventos
6.3.1. Inventos e Benefícios: Descobrindo a Sua Inventividade
6.4. Classificação das Nações nos Estágios de Competitividade
2010-2011
6.5. Investimentos em Inovações Tecnológicas e Seus Padrões
Estatísticos
6.6. Sistema da Qualidade Apócrifo
6.6.1. Garantia da Qualidade para Todas as Empresas
6.6.2. Garantia de Qualidade Matricial
6.7. Aprontamento Tecnológico nos Inventos e Inovações
Exercícios
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REF: 978-85-371-0427-9 Categoria

Como criar uma estrutura bem organizada para as inovações? O Brasil não tem tradição científica para a qualidade competitiva, uma vez que os modelos organizacionais são todos quase que “secretos”. Culturalmente as pessoas não divulgam sua estrutura administrativa de inventos e inovações. Há uma afirmação na engenharia de que só inventa e inova quem vivencia disfunções. Muitas invenções e inovações foram bloqueios contra disfunções periculosas ou predadoras. A expiação das disfunções faz com que a sociedade evolua para resolver seus problemas.

Quanto custa criar produtos ou desenvolver os tradicionais e seus processos respectivos? É uma pergunta sem resposta. Dentro do nosso complexo contábil não é possível afirmar quanto realmente custa certo experimento em conhecimento, tempo, perdas e dinheiro, com precisão satisfatória no que diz respeito ao desenvolvimento tecnológico.

Mas como inventar e inovar coisas úteis?

O livro Qualidade Competitiva – Aprendendo a Inovar com Ideias Criativas elucida essas e outras dúvidas para as empresas e empreendedores que precisam ter qualidade competitiva nos negócios. Entre os tópicos abordados no livro, estão: criando a sociologia organizacional, a mortalidade empresarial, as inovações da engenharia neutralizando os eventos perigosos da Lei de Murphy, administrando recursos para inovações, organizando para a qualidade total, usando metodologias científicas, a heurística e o dilema de Occam eliminando os conflitos de ideias e de teorias, o desdobramento da qualidade, algumas ferramentas científicas, assegurando a competitividade, os 12 pilares da competitividade.

Peso 0.56 kg
Dimensões 210 x 148 x 2 mm
Autor

Lewton Burity Verri

Sumario

1. Criando a Sociologia Organizacional
<br />1.1. Repercussão da Má Qualidade na Era de “Uma Falha por
<br /> Milhão” ou Zero Defeito
<br />1.2. Talvez nos Falte uma Linguagem Comum para Inovações
<br /> e Inventos
<br />1.3. Fugindo das Panaceias da Administração da Qualidade
<br />1.3.1. O Conceito Patriota
<br />1.3.2. A Mortalidade Empresarial
<br />1.4. As Inovações da Engenharia Neutralizando os Eventos
<br /> Perigosos da Lei de Murphy
<br />1.5. A Empresa Competitiva é a Empresa Científica: “Sem Sun
<br /> Tzu, Sem Queijo e Sem Monge”
<br />1.6. Uso Comercial dos Direitos Autorais, o Discurso do Plágio
<br />1.7. Por uma Agência de Inteligência Protegendo o Administrador
<br /> Brasileiro
<br />2. Administrando Recursos para Inovações
<br />2.1. Administração de Projetos de Experimentos
<br />2.1.1. Fases Básicas da Administração
<br />2.2. A Aculturação da Administração da Tecnologia Por Meio da
<br /> Universidade Corporativa
<br />2.3. O que Steve Jobs, Bill Gates e Howard Hughes Tiveram em
<br /> Comum?
<br />2.4. O Rigor Capitalista na Orçamentação e nos Custos para o
<br /> Desenvolvimento Tecnológico
<br />2.5. Hoje eu Vou Inventar Algo Novo ou Inovar em Algo Velho
<br />2.6. Evitando Decisões Precipitadas: As Estátuas dos Barões,
<br /> a Passarinhada e os 6 Por Quês
<br />2.7. Inovações e Lobbies: Por Que não Chegamos ao Mundo
<br /> Futurista?
<br />2.8. Só Compre a Crédito Coisas que Estarão Durando Enquanto
<br /> Você Paga as Prestações
<br />3. Organizando para a Qualidade Total
<br />3.1. O VAQ – Valor Agregado da Qualidade pela Tecnologia
<br /> ao Custo Mínimo
<br />3.2. Agregando a Qualidade no Ciclo Geral da Produção ou
<br /> no Ciclo de Vida do Produto
<br />3.3. Descrição das Funções Agregadoras da Qualidade
<br />3.4. Você Sabe Estabelecer um Controle da Qualidade, para Evitar
<br /> Ocorrências de Defeitos?
<br />3.5. Você Sabe Selecionar o Controle da Qualidade dos Produtos
<br /> da Sua Fábrica?
<br />3.6. Como Controlamos os Processos da Fábrica, em Função
<br /> das Suas Velocidades?
<br />3.7. Surgiu um Contrato para Exportar, para os Países do – G 7 e
<br /> Você Tem Controle Estatístico?
<br />3.8. Garantia da Qualidade: Uso de Códigos para Materiais,
<br /> Produtos, Insumos e Peças Novas e Experimentais
<br />4. Usando Metodologias Científicas
<br />4.1. A Realidade do Método da Inovação e de Experimentos
<br /> Segundo a Engenharia
<br />4.1.1. Nas Inovações Baseadas em Marketing
<br />4.1.2. Nas Inovações Baseadas em Garantia
<br />4.1.3. Nas Inovações Baseadas em Confiabilidade
<br />4.1.4. Crescimento do Conhecimento e da Capacidade dos
<br /> Computadores
<br />4.2. A Quebra de Paradigmas pela Engenharia… e Saltos
<br /> Tecnológicos
<br />4.3. Heurística: Desenvolvendo Tecnologia, Aperfeiçoando
<br /> e Projetando Novos Produtos
<br />4.4. A Heurística e o Dilema de Occam Eliminando os Conflitos
<br /> de Ideias e de Teorias
<br />4.5. A Socioengenharia Criando Novos Produtos com Segurança
<br /> Técnica para Investidores
<br />4.6. Projeto de Experimentos: No Seu Desenvolvimento Temos
<br /> que Criar o Controle Econômico
<br />4.7. Administração de Custos pela Engenharia: Como Vamos
<br /> Reduzir os Preços?
<br />4.8. As Inovações Cientificamente Elaboradas, Segundo a
<br /> Engenharia da Qualidade
<br />4.8.1. O Desdobramento da Qualidade
<br />4.8.2. Missão: Engenharia da Qualidade – EQ
<br />4.8.3. Conferindo um Método para Padronização da Fabricação
<br />4.8.4. A Padronização da Fabricação
<br />4.8.5. Características Vitais da Qualidade
<br />4.8.6. Desenvolvimento do Padrão de Fabricação
<br />4.9. Problemas, Acumulação, Propagação e Solucionadores
<br />4.10. Se Você Não Conhece a Prática dos Protótipos, Suas
<br /> Inovações Serão Chinfrins
<br />5. Algumas Ferramentas Científicas
<br />5.1. A Engenharia Versa e Reversa
<br />5.2. As Redes da Engenharia da Qualidade e Seus Softwares de
<br /> Análises Estatísticas (SAS)
<br />5.3. O Controle Efetivo da Qualidade – o Método da Rede
<br /> Estatística de Controle
<br />5.4. Confiabilidade – Uma Nova Norma para Sistemas da
<br /> Qualidade
<br />5.5. A Confiabilidade Prática Segundo a Engenharia Japonesa
<br />5.5.1. O Reverso da Confiabilidade
<br />5.6. Se Você Vai Exportar, Especialize-se em Sistema de Pesos e
<br /> Medidas
<br />5.7. Será que Sabemos Medir, Contar e Pesar com Precisão
<br /> e Exatidão?
<br />5.7.1. O Que é Metrologia
<br />5.8. Como Fazer Escolhas Científicas Através da Análise de
<br /> Custo x Benefício?
<br />6. Assegurando a Competitividade
<br />6.1. Dominando o Ciclo das Inovações para a Competição
<br /> Tecnológica
<br />6.2. Os 12 Pilares da Competitividade: O Brasil é Competitivo?
<br /> Tire Suas Próprias Conclusões
<br />6.2.1. Efetivando a Medição da Competitividade
<br />6.2.2. Os 12 Pilares da Competitividade
<br />6.2.2.1. O 1º Pilar: As Instituições
<br />6.2.2.2. O 2º Pilar: A Infraestrutura
<br />6.2.2.3. O 3º Pilar: O Ambiente Macroeconômico
<br />6.2.2.4. O 4º Pilar: A Saúde e a Educação Primária
<br />6.2.2.5. O 5º Pilar: Alto Padrão de Educação e Treinamento – E&T
<br />6.2.2.6. O 6º Pilar: Bons e Eficientes Mercados
<br />6.2.2.7. O 7º Pilar: Mercado de Trabalho Eficiente
<br />6.2.2.8. O 8º Pilar: Desenvolvimento do Mercado Financeiro
<br />6.2.2.9. O 9º Pilar: Prontidão Tecnológica (Technological Readiness)
<br />6.2.2.10. O 10º Pilar: O Tamanho do Mercado
<br />6.2.2.11. O 11º Pilar: Sofisticação de Negócios
<br />6.2.2.12. O 12º Pilar: A Inovação
<br />6.2.3. A Inter-Relação Entre os 12 Pilares
<br />6.3. As Inovações, os Indicadores Administrativos e as 50 Razões do
<br /> Insucesso nos Inventos
<br />6.3.1. Inventos e Benefícios: Descobrindo a Sua Inventividade
<br />6.4. Classificação das Nações nos Estágios de Competitividade
<br /> 2010-2011
<br />6.5. Investimentos em Inovações Tecnológicas e Seus Padrões
<br /> Estatísticos
<br />6.6. Sistema da Qualidade Apócrifo
<br />6.6.1. Garantia da Qualidade para Todas as Empresas
<br />6.6.2. Garantia de Qualidade Matricial
<br />6.7. Aprontamento Tecnológico nos Inventos e Inovações
<br />Exercícios
<br />

Demonstracao

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Exercicios

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Paginas

464

ISBN

978-85-371-0427-9