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Segurança do Trabalho – Os primeiros passos

R$47,50

Este livro é um excelente material para todos que estão em período de formação ou já atuando na área de segurança do trabalho. É …

384 páginasAutor(es): Nestor Waldhelm NetoISBN: 978-85-371-0334-0
Sumário

Sumário

Lista de Siglas e Abreviaturas
1. Introdução a Segurança do Trabalho
1.1. O que é Segurança do Trabalho?
1.2. Como Surgiu a Segurança do Trabalho – Um Pouco de História
1.2.1. No Mundo
1.2.2. No Brasil
1.3. Introdução ao Estudo do SESMT
1.4. O que é SESMT?
1.5. Atribuições do SESMT de Acordo com a NR 4
1.6. Profissionais que Fazem Parte do SESMT
1.7. Profissionais Prevencionistas que não Fazem Parte do SESMT NR 4
1.7.1. Psicólogo do Trabalho
1.7.2. Fisioterapeuta do Trabalho
1.7.3. Odontólogo do Trabalho
1.7.4. Ergonomista
1.7.5. Higienista Ocupacional
1.7.6. Tecnólogo de Segurança do Trabalho
1.8. Quem Define a Quantidade de Profissionais do SESMT que Devem
Atuar na Empresa?
1.9. Importância da Segurança do Trabalho
1.9.1. Organização do Ambiente
1.9.2. Evitar Acidentes de Trabalho
1.9.3. Em quais Segmentos se Aplicam a Segurança do Trabalho
1.9.4. Os Riscos do Ambiente
1.9.5. O que a Empresa Ganha Investindo em Segurança do Trabalho?
1.9.6. Posso Contratar um Tecnólogo para o Lugar de um Técnico de
Segurança do Trabalho?
1.9.7. Quais as Ferramentas que Podem ser Usadas para Promover a Segurança
do Trabalho na Empresa?
1.9.8. E, por fim, Por que a Empresa Deve Investir em Segurança do
Trabalho?
2. Normas Regulamentadoras
2.1. O que são as NRs?
2.2. As NRs se Aplicam a quais Entidades?
2.3. Como Surgiram as NR’s?
2.4. Quem Elabora as Normas Regulamentadoras (NRs)
2.5. Processo de Criação das Normas Regulamentadoras (NRs)
2.6. Principais Entidades que Participam da Elaboração e Revisão das NRs
2.7. O Cumprimento das NRs Elimina a Obrigatoriedade de Observação
de Outras Normas?
2.8. Quais são as NRs mais Importantes?
2.9. Quantas NRs estão em Vigor Atualmente?
2.10. Como Saber Quais Normas Regulamentadoras Estão Atualizadas?
2.11. Resumo das Normas Regulamentadoras
2.12. A Importância das NRs
2.12.1. Facilidade de Acesso
2.12.2. Direção para o Empregador
2.12.3. Direção para o SESMT da Empresa
2.12.4. Direção para o Auditor do MTE
2.12.5. Comissão Tripartite Paritária Permanente
2.12.6. As Normas de Segurança são Importantes para os Trabalhadores
2.12.7. As Normas de Segurança são Importantes para o Governo
2.13. Como Calcular as Penalidades Previstas nas NRs?
3. Riscos Físicos no Ambiente de Trabalho
3.1. Introdução
3.1.1. Riscos Ambientais
3.1.2. Riscos Físicos
3.2. Ruídos - Introdução
3.2.1. O Ruído e a Audição
3.2.2. O que é Ruído?
3.2.3. O que é Som?
3.2.4. Como Perdemos a Audição?
3.2.5. Explicando como Acontece
3.2.6. Alguns dos Lugares mais Ruidosos
3.2.7. Outras Causas que Induzem a Perda Auditiva
3.2.8. Sinais e Sintomas de Perda Auditiva
3.2.9. Como Evitar a Perda da Audição
3.2.10. Medidas Administrativas e EPC
3.2.11. Uso de EPI
3.2.12. Protetor Auditivo Tipo Plug
3.2.13. Protetor Auditivo Tipo Concha
3.2.14. Protetor Auditivo Tipo Espuma
3.2.15. Considerações Gerais
3.2.16. Exames Audiométricos
3.2.17. Outras Orientações de Segurança
3.3. Vibrações
3.3.1. Legislações
3.3.3. Tipos de Vibrações
3.3.4. Efeito das Vibrações
3.3.5. Diminuindo ou Neutralizando o Risco
3.3.5.1. Procedimentos para Realização do Trabalho
3.3.6. Conclusão
3.4. Radiações Ionizantes
3.4.1. Efeitos da Radiação Ionizante
3.4.2. Efeitos da Radiação Ionizante no Organismo
3.4.3. O Desastre mais Famoso do Mundo
3.4.4. Medidas Preventivas
3.4.5. Mais Orientações de Segurança
3.5. Radiações não Ionizantes
3.5.1. Tipos de Radiação não Ionizantes mais Conhecidas
3.6. Radiações Solares
3.6.1. Radiação UVA
3.6.2. Radiação UVB
3.6.2.1. Efeitos Indesejados em Consequência da Exposição aos Raios Solares
3.6.3. Queimaduras Solares
3.6.3.1. Medidas Preventivas
3.6.4. Creme de Proteção Com CA
3.6.5. Radiação no Processo de Solda
3.6.5.1. Equipamentos de Proteção Individual Indicados nos Processos de
Soldagem
3.6.5.2. Barreiras de Proteção
3.7. Laser
3.7.1. Uso do Laser
3.7.2. Riscos na Utilização do Raio Laser
3.7.3. Proteção em Nível Coletivo
3.7.4. Proteção Individual
3.8. Frio Ocupacional
3.8.1. Equilíbrio de Temperatura
3.8.2. Riscos do Trabalho em Ambientes Frios
3.8.3. Tempo de Permanência no Trabalho a Frio
3.8.4. Principais Lesões, Doenças e Problemas Provocados pelo Frio
3.8.5. Primeiros Socorros
3.8.6. Outras Medidas Preventivas e Corretivas
3.8.7. Equipamentos de Proteção Individual para Trabalho a Frio
3.9. Calor
3.9.1. Locais de Trabalho com Maior Incidência de Calor
3.9.2. Agravantes da Sensação de Calor
3.9.3. Equilíbrio de Temperatura
3.9.4. Normas Sobre Calor Ocupacional
3.9.5. Principais Lesões, Doenças e Problemas Provocados pelo Calor
3.9.5.1. Exaustão
3.9.5.2. Esgotamento ou Desfalecimento
3.9.5.3. Insolação
3.9.5.4. Câimbra do Calor
3.9.5.5. Urticária ao Calor
3.9.10. Medidas Gerais de Prevenção
3.9.10.1. Copos Descartáveis - Pensando no Meio Ambiente
3.9.11. Avaliação do Ambiente de Trabalho Segundo NR15
3.10. Pressões Anormais
3.11. Pressão Hiperbárica
3.11.1. O que é Pressão Hiperbárica?
3.11.2. Doença Descompressiva
3.11.3. Orientações de Segurança
3.12. Pressão Hipobárica
3.12.1. O que é Pressão Hipobárica?
3.12.2. Efeitos da Pressão Hipobárica
3.12.3. Principais Sintomas dos Efeitos da Altitude
3.12.4. Medidas de Prevenção Recomendadas
3.13. Umidade
3.13.1. Umidade Ocupacional
3.13.2. Legislação
3.13.3. Locais com mais Incidência de Umidade
3.13.4. Os Riscos
3.13.5. Formas de Penetração
3.13.6. Medidas Preventivas
4. Riscos Químicos
4.1. O Perigo que as vezes não Vemos
4.1.1. O Começo de Tudo
4.1.2. Reconhecimento do Risco no Ambiente
4.1.3. Níveis de Prevenção
4.2. Principais Doenças e seus Respectivos Causadores
4.3. Chumbo - Saturnismo
4.3.1. Legislação Sobre Insalubridade - Chumbo
4.3.2. Um Pouco de História
4.3.3. Formas de Penetração do Chumbo no Organismo
4.3.4. Sintomas do Saturnismo
4.3.5. Diagnóstico do Saturnismo
4.3.6. Medidas de Prevenção
4.4. Cromo (CR)
4.4.1. Legislação - Sobre Insalubridade nos Trabalhos com Cromo
4.4.2. Vias de Absorção do Cromo
4.4.3. Sintomas
4.4.4. Diagnóstico
4.4.5. Medidas de Prevenção
4.5. Mercúrio
4.5.1. Legislação Sobre Insalubridade Relacionada ao Mercúrio
4.5.2. Uso do Mercúrio
4.5.3. Os Riscos da Exposição ao Mercúrio
4.5.4. Sintomas do Intoxicado
4.5.5. Diagnóstico
4.5.6. Medidas de Prevenção
4.6. Manganês (MN)
4.6.1. Manganês Alimento ou Poeira?
4.6.2. Limite de Tolerância
4.6.3. Medidas de Prevenção
4.7. Cloro (CL)
4.7.1. Limite de Tolerância - Insalubridade
4.7.2. Sintomas de Exposição
4.7.3. Primeiros Socorros
4.7.4. Medidas Preventivas
4.8. Arsênio (AS)
4.8.1. Um Pouco de História
4.8.2. Tratamento do Arsenismo
4.8.3. Males Causados pelo Arsenismo
4.8.4. Medidas Preventivas
4.9. Fósforo (P)
4.9.1. Diferenças entre Fósforos
4.9.2. Vias de Absorção
4.9.3. Insalubridade - Norma Regulamentadora 15 - Anexo 13
4.9.4. Efeitos no Organismo
4.9.5. Importante
4.9.6. Medidas Preventivas
4.10. Benzeno
4.10.1. Como o Benzeno Penetra no Organismo
4.10.2. A Absorção do Benzeno
4.10.3. A Principal Via de Penetração do Benzeno
4.10.4. Outras Formas de Absorção do Benzeno
4.10.5. Os Mais Atingidos Pelo Benzeno
4.10.6. Informação para Prevenção
4.10.7. Insalubridade - Norma Regulamentadora 15
4.11. Silicose
4.11.1. Trabalhadores Expostos
4.11.2. Fases da Doença
4.12. Asbestose
4.12.1. Uso do Amianto
4.12.2. Medidas Preventivas NR 15
4.13. Bagaçose
4.13.1. Sintomas da Doença
4.13.2. Insalubridade - Norma Regulamentadora 15 - Anexo 13
4.13.3. Conclusão
4.14. Sobre o Pagamento de Adicional de Insalubridade
4.15. A Importância da Notificação Compulsória
4.16. Riscos Químicos - Definições
4.16.1. Substâncias, Compostos ou Produtos Químicos
4.17. Quadro II da NR 7
5. Riscos Biológicos
5.1. Biossegurança
5.2. Classificação dos Riscos Biológicos
5.3. Classificação dos Riscos Biológicos Segundo A NR 32 - Anexo 1
5.4. Vacinação Ocupacional
5.4.1. A Primeira Vacina
5.4.2. A Vacinação Segundo A NR 32
5.4.3. Vantagens da Vacinação
5.4.4. Da Vacinação dos Trabalhadores
5.4.5. As Formas de Vacinar
5.4.6. Conclusão
5.5. Risco Biológico - Insalubridade
5.6. Medidas Preventivas Contra Riscos Biológicos
5.6.1. Medidas Coletivas
5.6.2. Medidas Individuais
5.7. HIV
5.7.1. O que é HIV?
5.7.2. A Manifestação da Doença
5.7.3. Como se Contrai o HIV?
5.7.4. Perguntas Frequentes
5.7.5. HIV no Trabalho
5.7.6. O que Fazer em Caso de Exposição Acidental ao HIV no Trabalho?
5.8. Riscos Biológicos - Definições
5.8.1. Vírus
5.8.2. Bactérias
5.8.3. Protozoários
5.8.4. Fungos
5.8.5. Parasitas
5.8.6. Bacilos
6. Insalubridade e Periculosidade
6.1. Insalubridade é uma Coisa Boa?
6.1.1. Corte do Adicional por Inexistência da Fonte de Risco
6.1.2. Quero Saber meus Direitos
6.1.3. Um Mal Necessário (Mas, nem Sempre)
6.1.4. Diferença entre Insalubridade, Periculosidade e Penosidade
6.1.5. E o que seria Adicional de Penosidade?
6.1.6. Adicional de Insalubridade
6.1.7. Adicional de Periculosidade
6.1.8. O Trabalhador pode Receber Insalubridade e Periculosidade ao
Mesmo Tempo?
6.2. A Caracterização
6.2.1. Como Determinar se o Ambiente é Insalubre?
6.3. Lista de Atividades Insalubres Conforme NR 15
6.4. Fornecimento de EPI Elimina o Pagamento de Insalubridade?
6.4.1. Trabalho Intermitente X Insalubridade
6.4.2. Direito Adquirido X Insalubridade
6.4.3. O Fornecimento de EPI Elimina o Pagamento de Insalubridade?
6.5. Eliminação da Insalubridade x Trabalhador
6.6. Cálculo do Adicional de Insalubridade
6.7. Periculosidade
6.8. Pagamento por Risco Iminente
6.9. Onde Encontrar a Lista de Atividades Periculosas
6.10. Caracterização da Periculosidade
6.11. Convenções Coletivas
6.12. Por que só essas Profissões e Funções têm Direito aos Adicionais?
7. Ergonomia
7.1. Conceito de Ergonomia
7.2. Tipos de Ergonomia
7.3. Campos de Estudo da Ergonomia
7.4. Lesões Provocadas por Condições Ergonômicas Inadequadas
7.5. Métodos e Técnicas de Controle de Riscos
7.6. Técnicas Utilizadas na Análise do Trabalho
7.7. Análise de Sistemas
7.8. Análise dos Postos de Trabalho
7.9. Dicas para Transporte Manual de Cargas
7.10. Mobiliário dos Postos de Trabalho
7.11. Assentos
7.12. Dicas de Ergonomia no Uso do Computador
7.12.1. Dicas Sobre Postura e Posição
7.12.2. Dicas Sobre Tela
7.12.3. Dicas Sobre o Ambiente
7.12.4. Dicas Sobre a Utilização de Notebooks
7.13. Quanto Peso Manual um Trabalhador Pode Transportar?
8. Acidente de Trabalho
8.1. Acidente de Trabalho de Acordo com a Lei
8.2. Como Evitar Acidentes de Trabalho
8.3. As Perdas
8.4. Dados Estatísticos de Acidentes de Trabalho
8.5. Causas de Acidentes de Trabalho
8.6. Acidentes Causados por Falhas Humanas
8.7. Como Evitar Acidentes de Trabalho
8.7.1. Como Fazer a Análise de Risco?
8.8. Avaliação de Risco
8.9. Abordagem dos Riscos Deve ser Feita por Etapa
8.10. Um Pouco de GHE
8.10.1. Etapa 1 – Identificação dos Perigos e dos Grupos de Pessoas em Risco
8.10.1.1. Identificação dos Trabalhadores que Poderão Estar Expostos a Riscos
8.10.2. Etapa 2 – Avaliação e Prioridade dos Riscos
8.10.3. Etapa 3 – Decisão Sobre Medidas Preventivas
8.10.4. Etapa 4 – Acompanhamento e Revisão
8.11. Fases da Conscientização
8.12. EPCs
8.13. EPIs
8.14. Ferramentas de Prevenção
8.14.1. Diálogo Diário de Segurança (DDS)
8.14.2. Check List
8.14.3. Investigação de Acidentes
8.14.4. Inspeções de Segurança
8.14.5. APR
8.14.6. PT
8.14.7. Sinalização / Placas de Aviso
8.14.8. Mapa de Risco
8.15. Organização do Ambiente
8.16. Não Improvisar
8.17. Participar dos Treinamentos Oferecidos Pela Empresa
8.18. A Parte que Cabe a Empresa
8.19. Ações Regressivas do Inss
8.20. Legislação Punição - Responsabilidade Criminal
8.21. Multas por Descumprimento das Normas de Segurança
8.22. Direito de Recusa
8.22.1. Direito a Segurança do Trabalho
8.22.2. Rescisão do Contrato - Pelo Trabalhador por Exposição ao Risco
8.22.3. Embasamento Normativo - Direito de Recusa ao Trabalho
8.22.4. O que Significa Risco Grave e Eminente?
8.22.5. Manter o Ambiente Seguro é Responsabilidade do Empregador
8.22.6. Convenção N.155 da OIT
8.22.7. O Funcionário Vende a Força de Trabalho, mas não Deve Vender a
Vida
8.22.8. Direito de Recusa não é Muleta para Funcionário Preguiçoso
8.22.9. Como Recusar o Trabalho nas Condições Citadas Nesse Texto?
8.22.10. Concluindo Direito de Recusa
8.23. Primeiros Socorros
8.23.1. Conceito
8.23.2. Fatores Emocionais em Primeiros Socorros
8.23.3. Plano de Ação do Socorrista
8.23.4. Kit de Primeiros Socorros é Obrigatório
8.23.5. O Kit é Obrigatório Segundo a NR
8.23.6. Treinamento de Primeiros Socorros e Uso do Kit
8.23.7. O que Deve Conter no Kit de Primeiros Socorros?
8.23.8. Posso Colocar Medicamentos para Dor de Cabeça e Outros?
8.24. Conclusão - Acidente de Trabalho
9. Programas de Segurança do Trabalho
9.1. PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
9.1.1. O que é PPRA?
9.1.2. Quais as Empresas que Precisam Implantar o PPRA?
9.1.3. Qual a Finalidade do PPRA?
9.1.4. Quem Pode Elaborar o PPRA?
9.1.4.1. Técnico em Segurança pode Elaborar PPRA?
9.1.5. Qual Deve ser Feito Primeiro o PPRA ou o PCMSO?
9.1.6. Estrutura do Programa
9.1.7. Qual a Periodicidade do PPRA?
9.1.8. Onde Deve ser Guardado e quem Deve ter Acesso a Ele?
9.1.9. Cronograma de Ações do PPRA
9.1.10. A Importância do PPRA
9.1.11. Principais Erros Cometidos no PPRA
9.2. PCMSO - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
9.2.1. O que Significa a Sigla PCMSO?
9.2.2. Qual a Norma que Regulamenta o PCMSO?
9.2.3. Para que Serve o PCMSO?
9.2.4. Quem tem que Pagar pela Elaboração do PCMSO?
9.2.5. Quem pode Elaborar o PCMSO?
9.2.6. Como Ocorre a Elaboração do PCMSO?
9.2.7. Qual a Validade do PCMSO?
9.2.8. A Falta do PCMSO pode Levar à Multa?
9.2.9. A Partir de Quantos Funcionários a Empresa deve ter o PCMSO?
9.2.10. Quanto Custa a Elaboração do PCMSO?
9.2.11. Relatório Anual do PCMSO
9.2.12. Os Exames Complementares do PCMSO Podem ser Feitos pelo SUS?
9.2.13. Implantação do PCMSO
9.2.14. E se na Região não tiver Médico do Trabalho o que Fazer?
9.2.15. Por Quanto Tempo Devo Guardar o PCMSO?
9.2.16. A Importância do PCMSO
9.3. PCMAT - Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na
Indústria da Construção
9.3.1. O que é PCMAT?
9.3.2. Para que Serve o PCMAT?
9.3.3. Quais Empresas Precisam ter o PCMAT?
9.3.4. Qual a Validade do PCMAT?
9.3.5. Qual Profissional pode Elaborar o PCMAT?
9.3.6. Qual a Diferença entre PCMAT e PPRA?
9.3.7. A Obra que tem PPRA Também Precisa ter PCMAT?
9.3.8. Quais Documentos Integram o PCMAT?
9.3.10. Quanto Tempo é Necessário Guardar o PCMAT?
9.3.11. Onde Deve ser Guardado o PCMAT?
9.3.12. Conclusão
9.4. PCA - Programa de Conservação Auditiva
9.4.1. Sobre o Ruído
9.4.2. O que é PCA?
9.4.3. Quem Elabora o PCA
9.4.4. Na Prática
9.4.5. Parcerias
9.4.6. A Parte que Cabe ao PCMSO
9.4.7. Periodicidade Mínima da Audiometria nos Trabalhadores
9.4.8. Conclusão
9.5. PCV - Programa de Conservação Visual
9.5.1. Quais Empresas Devem Implantar
9.5.2. Normas Regulamentadoras
9.5.3. O PCV no Ambiente
9.5.4. Estrutura do PCV
9.5.5. Periodicidade
9.5.6. Conclusão
9.6. PPR - Programa de Proteção Respiratória
9.6.1. Agentes Químicos Agressores
9.6.2. Agentes Biológicos
9.6.3. Conclusão
9.7. Conclusão - Programas de Segurança
10. Assuntos e Ferramentas que todo Profissional de SST
Precisa Conhecer
10.1. PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário
10.2. O que é PPP?
10.3. Atualmente o PPP Vale para Todas as Empresas?
10.4. Quando Deve ser Emitido?
10.5. Tempo de Guarda do PPP
10.6. Responsável pelo PPP
10.7. CIPA
10.7.1. O que é CIPA?
10.7.2. Para que Serve a CIPA?
10.7.3. Direito a Estabilidade (Garantia de Emprego) na CIPA
10.7.4. Como a CIPA é Formada?
10.7.5. Como Definir o Número de Membros da CIPA?
10.7.6. Quando a Empresa Precisa ter CIPA?
10.7.7. Funcionário em Período de Experiência Pode se Candidatar a Cargo
de CIPA?
10.7.8. Técnico de Segurança do Trabalho Pode se Candidatar na CIPA?
10.7.9. Estagiário pode se candidatar na CIPA?
10.7.10. Quem Pode Ministrar Treinamento da CIPA?
10.7.11. Principais Atribuições da CIPA
10.7.12. Organização dos Envolvidos na CIPA
10.7.13. O que faz o Designado da CIPA?
10.7.14. Devo Protocolar a CIPA no SRTE?
10.7.15. Quando um Membro sai da CIPA como Posso Colocar Outro
no Lugar?
10.7.16. Em quais Situações a Empresa pode Encerrar as Atividades da CIPA?
10.7.17. Atribuições dos Funcionários na CIPA II
10.7.18. Considerações Finais
10.8. O que é Ordem de Serviço
10.8.1. Legislação para o Empregador
10.8.2. Legislação para os Funcionários
10.8.3. Ler Antes de Assinar
10.8.4. Por que ter a Ordem de Serviço na Empresa?
10.8.5. A Ordem de Serviço é Importante para o Empregador
10.8.6. A Ordem de Serviço é Importante para o Funcionário
10.8.7. Em Quantas Vias Deve ser Emitida a Ordem de Serviço?
10.8.8. Atualizações da Ordem de Serviço
10.8.9. A Ordem de Serviço Deve ser Feita por Função, Por quê?
10.8.10. Quando Deve ser Assinada a Ordem de Serviço?
10.8.11. Qual o Profissional Pode Elaborar e Assinar a Ordem de Serviço?
10.8.12. Como Elaborar a Ordem de Serviço?
10.9. LTCAT
10.9.1. O LTCAT Continua Valendo?
10.9.2. Para que Serve?
10.9.3. Qual é a Periodicidade do LTCAT?
10.9.4. Quem Elabora o LTCAT?
10.9.5. Quem Instituiu o LTCAT?
10.10. CAT - Comunicação de Acidente de Trabalho
10.10.1. Tipos de CAT
10.10.2. Quando Deve ser Emitida?
10.10.3. Se o Empregador Não Emitir a CAT Outra Pessoa Poderá Fazer?
10.10.4. As Vias da CAT
10.11. Incêndio e Brigada de Incêndio
10.11.1. Relatório de Inspeção do Corpo de Bombeiros - Itens Exigidos
11. Higiene Ocupacional
11.1. Exposição ao Perigo ou ao Risco?
11.1.1. Áreas de Atuação de Higiene Ocupacional
11.1.2. Tipos de Agentes
11.1.3. Higiene Ocupacional
11.1.4. Estudo
11.1.5. Entendendo as Análises
11.1.6. Condução dos Trabalhos
11.1.7. Relatórios e Ações
11.1.8. Qual a Prioridade das Medidas?
11.1.9. Concluindo
11.2. Equipamentos de Avaliação Ambiental
11.2.1. Equipamentos de Medição
11.2.2. Anemômetros
11.2.3. Bomba para Amostragem de Gases e Poeira
11.2.4. Detector de Gás
11.2.5. Decibelímetro ou Medidor de Nível de Pressão Sonora
11.2.6. Dosímetro
11.2.7. Monitor de Ibutg (Índice de Bulbo Úmido e Termômetro de Globo)
11.2.8. Medidores de Vibração Humana
11.2.9. Luxímetro
11.2.10. Higrômetro
11.2.11. Explosímetro
12. Os Primeiros Passos na Segurança do Trabalho
12.1. Exercendo a Profissão
12.2. Profissionais de Segurança do Trabalho o Ônus e o Bônus
12.2.1. Quem Somos na Empresa, nos Setores de Trabalho e até Mesmo na
Sociedade
12.2.2. Profissionais de SST o Ônus e o bônus de Trabalhar no Segmento
12.2.2.1. O Ônus
12.2.2.1. O Bônus
12.2.3. Conclusão
12.3. 15 Erros que o Técnico de Segurança do Trabalho não Pode Cometer
12.4. Como se Portar Diante do Auditor Fiscal do Ministério do Trabalho
12.5. Como Fazer Check List
12.6. Qualitativo ou Quantitativo - Veja a Diferença
Referências
Glossário

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REF: 978-85-371-0334-0 Categoria

Este livro é um excelente material para todos que estão em período de formação ou já atuando na área de segurança do trabalho. É um material de fácil interpretação, com resumos, modelos de procedimentos e passo a passo de cada um dos modelos. Neste livro esclarecemos os pontos essenciais que devem ser observados na área de segurança e saúde no trabalho.

Escrito em uma linguagem simples, tecnicamente clara e intuitiva, repleto de exemplos e imagens que tornam o livro mais prático. O livro Segurança do Trabalho: Os primeiros passos é indicado aos profissionais que buscam formação técnica e para os que já têm, mas desejam reciclar os conhecimentos. Entre os tópicos abordados na obra estão: o que é segurança do trabalho; o que é SESMT; profissionais prevencionistas; os riscos do ambiente; normas regulamentadoras; riscos físicos no ambiente de trabalho; primeiros socorros; riscos químicos; riscos biológicos; biossegurança; insalubridade e periculosidade; convenções coletivas; ergonomia; acidente de trabalho; análise de riscos; ferramentas de prevenção; programas de segurança do trabalho; PPRA, o que é e qual a finalidade; PCMSO, o que é, para que serve, validade, relatório anual e exames complementares; PCMAT, o que é, para que serve, documentação e prazos; PCA – Programa de conservação auditiva; PCV – Programa de conservação visual; PPR – Programa de proteção respiratória; assuntos e ferramentas que todo profissional de SST precisa conhecer; perfil profissiográfico previdenciário; o que é e para que serve a CIPA; como elaborar a ordem de serviço; LTCAT; higiene ocupacional; exercendo a profissão.

Peso 0.47 kg
Dimensões 210 x 148 x 2 mm
Autor

Nestor Waldhelm Neto

Sumario

Lista de Siglas e Abreviaturas
<br />1. Introdução a Segurança do Trabalho
<br />1.1. O que é Segurança do Trabalho?
<br />1.2. Como Surgiu a Segurança do Trabalho – Um Pouco de História
<br />1.2.1. No Mundo
<br />1.2.2. No Brasil
<br />1.3. Introdução ao Estudo do SESMT
<br />1.4. O que é SESMT?
<br />1.5. Atribuições do SESMT de Acordo com a NR 4
<br />1.6. Profissionais que Fazem Parte do SESMT
<br />1.7. Profissionais Prevencionistas que não Fazem Parte do SESMT NR 4
<br />1.7.1. Psicólogo do Trabalho
<br />1.7.2. Fisioterapeuta do Trabalho
<br />1.7.3. Odontólogo do Trabalho
<br />1.7.4. Ergonomista
<br />1.7.5. Higienista Ocupacional
<br />1.7.6. Tecnólogo de Segurança do Trabalho
<br />1.8. Quem Define a Quantidade de Profissionais do SESMT que Devem <br /> Atuar na Empresa?
<br />1.9. Importância da Segurança do Trabalho
<br />1.9.1. Organização do Ambiente
<br />1.9.2. Evitar Acidentes de Trabalho
<br />1.9.3. Em quais Segmentos se Aplicam a Segurança do Trabalho
<br />1.9.4. Os Riscos do Ambiente
<br />1.9.5. O que a Empresa Ganha Investindo em Segurança do Trabalho?
<br />1.9.6. Posso Contratar um Tecnólogo para o Lugar de um Técnico de <br /> Segurança do Trabalho?
<br />1.9.7. Quais as Ferramentas que Podem ser Usadas para Promover a Segurança <br /> do Trabalho na Empresa?
<br />1.9.8. E, por fim, Por que a Empresa Deve Investir em Segurança do <br /> Trabalho?
<br />2. Normas Regulamentadoras
<br />2.1. O que são as NRs?
<br />2.2. As NRs se Aplicam a quais Entidades?
<br />2.3. Como Surgiram as NR’s?
<br />2.4. Quem Elabora as Normas Regulamentadoras (NRs)
<br />2.5. Processo de Criação das Normas Regulamentadoras (NRs)
<br />2.6. Principais Entidades que Participam da Elaboração e Revisão das NRs
<br />2.7. O Cumprimento das NRs Elimina a Obrigatoriedade de Observação <br /> de Outras Normas?
<br />2.8. Quais são as NRs mais Importantes?
<br />2.9. Quantas NRs estão em Vigor Atualmente?
<br />2.10. Como Saber Quais Normas Regulamentadoras Estão Atualizadas?
<br />2.11. Resumo das Normas Regulamentadoras
<br />2.12. A Importância das NRs
<br />2.12.1. Facilidade de Acesso
<br />2.12.2. Direção para o Empregador
<br />2.12.3. Direção para o SESMT da Empresa
<br />2.12.4. Direção para o Auditor do MTE
<br />2.12.5. Comissão Tripartite Paritária Permanente
<br />2.12.6. As Normas de Segurança são Importantes para os Trabalhadores
<br />2.12.7. As Normas de Segurança são Importantes para o Governo
<br />2.13. Como Calcular as Penalidades Previstas nas NRs?
<br />3. Riscos Físicos no Ambiente de Trabalho
<br />3.1. Introdução
<br />3.1.1. Riscos Ambientais
<br />3.1.2. Riscos Físicos
<br />3.2. Ruídos – Introdução
<br />3.2.1. O Ruído e a Audição
<br />3.2.2. O que é Ruído?
<br />3.2.3. O que é Som?
<br />3.2.4. Como Perdemos a Audição?
<br />3.2.5. Explicando como Acontece
<br />3.2.6. Alguns dos Lugares mais Ruidosos
<br />3.2.7. Outras Causas que Induzem a Perda Auditiva
<br />3.2.8. Sinais e Sintomas de Perda Auditiva
<br />3.2.9. Como Evitar a Perda da Audição
<br />3.2.10. Medidas Administrativas e EPC
<br />3.2.11. Uso de EPI
<br />3.2.12. Protetor Auditivo Tipo Plug
<br />3.2.13. Protetor Auditivo Tipo Concha
<br />3.2.14. Protetor Auditivo Tipo Espuma
<br />3.2.15. Considerações Gerais
<br />3.2.16. Exames Audiométricos
<br />3.2.17. Outras Orientações de Segurança
<br />3.3. Vibrações
<br />3.3.1. Legislações
<br />3.3.3. Tipos de Vibrações
<br />3.3.4. Efeito das Vibrações
<br />3.3.5. Diminuindo ou Neutralizando o Risco
<br />3.3.5.1. Procedimentos para Realização do Trabalho
<br />3.3.6. Conclusão
<br />3.4. Radiações Ionizantes
<br />3.4.1. Efeitos da Radiação Ionizante
<br />3.4.2. Efeitos da Radiação Ionizante no Organismo
<br />3.4.3. O Desastre mais Famoso do Mundo
<br />3.4.4. Medidas Preventivas
<br />3.4.5. Mais Orientações de Segurança
<br />3.5. Radiações não Ionizantes
<br />3.5.1. Tipos de Radiação não Ionizantes mais Conhecidas
<br />3.6. Radiações Solares
<br />3.6.1. Radiação UVA
<br />3.6.2. Radiação UVB
<br />3.6.2.1. Efeitos Indesejados em Consequência da Exposição aos Raios Solares
<br />3.6.3. Queimaduras Solares
<br />3.6.3.1. Medidas Preventivas
<br />3.6.4. Creme de Proteção Com CA
<br />3.6.5. Radiação no Processo de Solda
<br />3.6.5.1. Equipamentos de Proteção Individual Indicados nos Processos de <br /> Soldagem
<br />3.6.5.2. Barreiras de Proteção
<br />3.7. Laser
<br />3.7.1. Uso do Laser
<br />3.7.2. Riscos na Utilização do Raio Laser
<br />3.7.3. Proteção em Nível Coletivo
<br />3.7.4. Proteção Individual
<br />3.8. Frio Ocupacional
<br />3.8.1. Equilíbrio de Temperatura
<br />3.8.2. Riscos do Trabalho em Ambientes Frios
<br />3.8.3. Tempo de Permanência no Trabalho a Frio
<br />3.8.4. Principais Lesões, Doenças e Problemas Provocados pelo Frio
<br />3.8.5. Primeiros Socorros
<br />3.8.6. Outras Medidas Preventivas e Corretivas
<br />3.8.7. Equipamentos de Proteção Individual para Trabalho a Frio
<br />3.9. Calor
<br />3.9.1. Locais de Trabalho com Maior Incidência de Calor
<br />3.9.2. Agravantes da Sensação de Calor
<br />3.9.3. Equilíbrio de Temperatura
<br />3.9.4. Normas Sobre Calor Ocupacional
<br />3.9.5. Principais Lesões, Doenças e Problemas Provocados pelo Calor
<br />3.9.5.1. Exaustão
<br />3.9.5.2. Esgotamento ou Desfalecimento
<br />3.9.5.3. Insolação
<br />3.9.5.4. Câimbra do Calor
<br />3.9.5.5. Urticária ao Calor
<br />3.9.10. Medidas Gerais de Prevenção
<br />3.9.10.1. Copos Descartáveis – Pensando no Meio Ambiente
<br />3.9.11. Avaliação do Ambiente de Trabalho Segundo NR15
<br />3.10. Pressões Anormais
<br />3.11. Pressão Hiperbárica
<br />3.11.1. O que é Pressão Hiperbárica?
<br />3.11.2. Doença Descompressiva
<br />3.11.3. Orientações de Segurança
<br />3.12. Pressão Hipobárica
<br />3.12.1. O que é Pressão Hipobárica?
<br />3.12.2. Efeitos da Pressão Hipobárica
<br />3.12.3. Principais Sintomas dos Efeitos da Altitude
<br />3.12.4. Medidas de Prevenção Recomendadas
<br />3.13. Umidade
<br />3.13.1. Umidade Ocupacional
<br />3.13.2. Legislação
<br />3.13.3. Locais com mais Incidência de Umidade
<br />3.13.4. Os Riscos
<br />3.13.5. Formas de Penetração
<br />3.13.6. Medidas Preventivas
<br />4. Riscos Químicos
<br />4.1. O Perigo que as vezes não Vemos
<br />4.1.1. O Começo de Tudo
<br />4.1.2. Reconhecimento do Risco no Ambiente
<br />4.1.3. Níveis de Prevenção
<br />4.2. Principais Doenças e seus Respectivos Causadores
<br />4.3. Chumbo – Saturnismo
<br />4.3.1. Legislação Sobre Insalubridade – Chumbo
<br />4.3.2. Um Pouco de História
<br />4.3.3. Formas de Penetração do Chumbo no Organismo
<br />4.3.4. Sintomas do Saturnismo
<br />4.3.5. Diagnóstico do Saturnismo
<br />4.3.6. Medidas de Prevenção
<br />4.4. Cromo (CR)
<br />4.4.1. Legislação – Sobre Insalubridade nos Trabalhos com Cromo
<br />4.4.2. Vias de Absorção do Cromo
<br />4.4.3. Sintomas
<br />4.4.4. Diagnóstico
<br />4.4.5. Medidas de Prevenção
<br />4.5. Mercúrio
<br />4.5.1. Legislação Sobre Insalubridade Relacionada ao Mercúrio
<br />4.5.2. Uso do Mercúrio
<br />4.5.3. Os Riscos da Exposição ao Mercúrio
<br />4.5.4. Sintomas do Intoxicado
<br />4.5.5. Diagnóstico
<br />4.5.6. Medidas de Prevenção
<br />4.6. Manganês (MN)
<br />4.6.1. Manganês Alimento ou Poeira?
<br />4.6.2. Limite de Tolerância
<br />4.6.3. Medidas de Prevenção
<br />4.7. Cloro (CL)
<br />4.7.1. Limite de Tolerância – Insalubridade
<br />4.7.2. Sintomas de Exposição
<br />4.7.3. Primeiros Socorros
<br />4.7.4. Medidas Preventivas
<br />4.8. Arsênio (AS)
<br />4.8.1. Um Pouco de História
<br />4.8.2. Tratamento do Arsenismo
<br />4.8.3. Males Causados pelo Arsenismo
<br />4.8.4. Medidas Preventivas
<br />4.9. Fósforo (P)
<br />4.9.1. Diferenças entre Fósforos
<br />4.9.2. Vias de Absorção
<br />4.9.3. Insalubridade – Norma Regulamentadora 15 – Anexo 13
<br />4.9.4. Efeitos no Organismo
<br />4.9.5. Importante
<br />4.9.6. Medidas Preventivas
<br />4.10. Benzeno
<br />4.10.1. Como o Benzeno Penetra no Organismo
<br />4.10.2. A Absorção do Benzeno
<br />4.10.3. A Principal Via de Penetração do Benzeno
<br />4.10.4. Outras Formas de Absorção do Benzeno
<br />4.10.5. Os Mais Atingidos Pelo Benzeno
<br />4.10.6. Informação para Prevenção
<br />4.10.7. Insalubridade – Norma Regulamentadora 15
<br />4.11. Silicose
<br />4.11.1. Trabalhadores Expostos
<br />4.11.2. Fases da Doença
<br />4.12. Asbestose
<br />4.12.1. Uso do Amianto
<br />4.12.2. Medidas Preventivas NR 15
<br />4.13. Bagaçose
<br />4.13.1. Sintomas da Doença
<br />4.13.2. Insalubridade – Norma Regulamentadora 15 – Anexo 13
<br />4.13.3. Conclusão
<br />4.14. Sobre o Pagamento de Adicional de Insalubridade
<br />4.15. A Importância da Notificação Compulsória
<br />4.16. Riscos Químicos – Definições
<br />4.16.1. Substâncias, Compostos ou Produtos Químicos
<br />4.17. Quadro II da NR 7
<br />5. Riscos Biológicos
<br />5.1. Biossegurança
<br />5.2. Classificação dos Riscos Biológicos
<br />5.3. Classificação dos Riscos Biológicos Segundo A NR 32 – Anexo 1
<br />5.4. Vacinação Ocupacional
<br />5.4.1. A Primeira Vacina
<br />5.4.2. A Vacinação Segundo A NR 32
<br />5.4.3. Vantagens da Vacinação
<br />5.4.4. Da Vacinação dos Trabalhadores
<br />5.4.5. As Formas de Vacinar
<br />5.4.6. Conclusão
<br />5.5. Risco Biológico – Insalubridade
<br />5.6. Medidas Preventivas Contra Riscos Biológicos
<br />5.6.1. Medidas Coletivas
<br />5.6.2. Medidas Individuais
<br />5.7. HIV
<br />5.7.1. O que é HIV?
<br />5.7.2. A Manifestação da Doença
<br />5.7.3. Como se Contrai o HIV?
<br />5.7.4. Perguntas Frequentes
<br />5.7.5. HIV no Trabalho
<br />5.7.6. O que Fazer em Caso de Exposição Acidental ao HIV no Trabalho?
<br />5.8. Riscos Biológicos – Definições
<br />5.8.1. Vírus
<br />5.8.2. Bactérias
<br />5.8.3. Protozoários
<br />5.8.4. Fungos
<br />5.8.5. Parasitas
<br />5.8.6. Bacilos
<br />6. Insalubridade e Periculosidade
<br />6.1. Insalubridade é uma Coisa Boa?
<br />6.1.1. Corte do Adicional por Inexistência da Fonte de Risco
<br />6.1.2. Quero Saber meus Direitos
<br />6.1.3. Um Mal Necessário (Mas, nem Sempre)
<br />6.1.4. Diferença entre Insalubridade, Periculosidade e Penosidade
<br />6.1.5. E o que seria Adicional de Penosidade?
<br />6.1.6. Adicional de Insalubridade
<br />6.1.7. Adicional de Periculosidade
<br />6.1.8. O Trabalhador pode Receber Insalubridade e Periculosidade ao <br /> Mesmo Tempo?
<br />6.2. A Caracterização
<br />6.2.1. Como Determinar se o Ambiente é Insalubre?
<br />6.3. Lista de Atividades Insalubres Conforme NR 15
<br />6.4. Fornecimento de EPI Elimina o Pagamento de Insalubridade?
<br />6.4.1. Trabalho Intermitente X Insalubridade
<br />6.4.2. Direito Adquirido X Insalubridade
<br />6.4.3. O Fornecimento de EPI Elimina o Pagamento de Insalubridade?
<br />6.5. Eliminação da Insalubridade x Trabalhador
<br />6.6. Cálculo do Adicional de Insalubridade
<br />6.7. Periculosidade
<br />6.8. Pagamento por Risco Iminente
<br />6.9. Onde Encontrar a Lista de Atividades Periculosas
<br />6.10. Caracterização da Periculosidade
<br />6.11. Convenções Coletivas
<br />6.12. Por que só essas Profissões e Funções têm Direito aos Adicionais?
<br />7. Ergonomia
<br />7.1. Conceito de Ergonomia
<br />7.2. Tipos de Ergonomia
<br />7.3. Campos de Estudo da Ergonomia
<br />7.4. Lesões Provocadas por Condições Ergonômicas Inadequadas
<br />7.5. Métodos e Técnicas de Controle de Riscos
<br />7.6. Técnicas Utilizadas na Análise do Trabalho
<br />7.7. Análise de Sistemas
<br />7.8. Análise dos Postos de Trabalho
<br />7.9. Dicas para Transporte Manual de Cargas
<br />7.10. Mobiliário dos Postos de Trabalho
<br />7.11. Assentos
<br />7.12. Dicas de Ergonomia no Uso do Computador
<br />7.12.1. Dicas Sobre Postura e Posição
<br />7.12.2. Dicas Sobre Tela
<br />7.12.3. Dicas Sobre o Ambiente
<br />7.12.4. Dicas Sobre a Utilização de Notebooks
<br />7.13. Quanto Peso Manual um Trabalhador Pode Transportar?
<br />8. Acidente de Trabalho
<br />8.1. Acidente de Trabalho de Acordo com a Lei
<br />8.2. Como Evitar Acidentes de Trabalho
<br />8.3. As Perdas
<br />8.4. Dados Estatísticos de Acidentes de Trabalho
<br />8.5. Causas de Acidentes de Trabalho
<br />8.6. Acidentes Causados por Falhas Humanas
<br />8.7. Como Evitar Acidentes de Trabalho
<br />8.7.1. Como Fazer a Análise de Risco?
<br />8.8. Avaliação de Risco
<br />8.9. Abordagem dos Riscos Deve ser Feita por Etapa
<br />8.10. Um Pouco de GHE
<br />8.10.1. Etapa 1 – Identificação dos Perigos e dos Grupos de Pessoas em Risco
<br />8.10.1.1. Identificação dos Trabalhadores que Poderão Estar Expostos a Riscos
<br />8.10.2. Etapa 2 – Avaliação e Prioridade dos Riscos
<br />8.10.3. Etapa 3 – Decisão Sobre Medidas Preventivas
<br />8.10.4. Etapa 4 – Acompanhamento e Revisão
<br />8.11. Fases da Conscientização
<br />8.12. EPCs
<br />8.13. EPIs
<br />8.14. Ferramentas de Prevenção
<br />8.14.1. Diálogo Diário de Segurança (DDS)
<br />8.14.2. Check List
<br />8.14.3. Investigação de Acidentes
<br />8.14.4. Inspeções de Segurança
<br />8.14.5. APR
<br />8.14.6. PT
<br />8.14.7. Sinalização / Placas de Aviso
<br />8.14.8. Mapa de Risco
<br />8.15. Organização do Ambiente
<br />8.16. Não Improvisar
<br />8.17. Participar dos Treinamentos Oferecidos Pela Empresa
<br />8.18. A Parte que Cabe a Empresa
<br />8.19. Ações Regressivas do Inss
<br />8.20. Legislação Punição – Responsabilidade Criminal
<br />8.21. Multas por Descumprimento das Normas de Segurança
<br />8.22. Direito de Recusa
<br />8.22.1. Direito a Segurança do Trabalho
<br />8.22.2. Rescisão do Contrato – Pelo Trabalhador por Exposição ao Risco
<br />8.22.3. Embasamento Normativo – Direito de Recusa ao Trabalho
<br />8.22.4. O que Significa Risco Grave e Eminente?
<br />8.22.5. Manter o Ambiente Seguro é Responsabilidade do Empregador
<br />8.22.6. Convenção N.155 da OIT
<br />8.22.7. O Funcionário Vende a Força de Trabalho, mas não Deve Vender a <br /> Vida
<br />8.22.8. Direito de Recusa não é Muleta para Funcionário Preguiçoso
<br />8.22.9. Como Recusar o Trabalho nas Condições Citadas Nesse Texto?
<br />8.22.10. Concluindo Direito de Recusa
<br />8.23. Primeiros Socorros
<br />8.23.1. Conceito
<br />8.23.2. Fatores Emocionais em Primeiros Socorros
<br />8.23.3. Plano de Ação do Socorrista
<br />8.23.4. Kit de Primeiros Socorros é Obrigatório
<br />8.23.5. O Kit é Obrigatório Segundo a NR
<br />8.23.6. Treinamento de Primeiros Socorros e Uso do Kit
<br />8.23.7. O que Deve Conter no Kit de Primeiros Socorros?
<br />8.23.8. Posso Colocar Medicamentos para Dor de Cabeça e Outros?
<br />8.24. Conclusão – Acidente de Trabalho
<br />9. Programas de Segurança do Trabalho
<br />9.1. PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
<br />9.1.1. O que é PPRA?
<br />9.1.2. Quais as Empresas que Precisam Implantar o PPRA?
<br />9.1.3. Qual a Finalidade do PPRA?
<br />9.1.4. Quem Pode Elaborar o PPRA?
<br />9.1.4.1. Técnico em Segurança pode Elaborar PPRA?
<br />9.1.5. Qual Deve ser Feito Primeiro o PPRA ou o PCMSO?
<br />9.1.6. Estrutura do Programa
<br />9.1.7. Qual a Periodicidade do PPRA?
<br />9.1.8. Onde Deve ser Guardado e quem Deve ter Acesso a Ele?
<br />9.1.9. Cronograma de Ações do PPRA
<br />9.1.10. A Importância do PPRA
<br />9.1.11. Principais Erros Cometidos no PPRA
<br />9.2. PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
<br />9.2.1. O que Significa a Sigla PCMSO?
<br />9.2.2. Qual a Norma que Regulamenta o PCMSO?
<br />9.2.3. Para que Serve o PCMSO?
<br />9.2.4. Quem tem que Pagar pela Elaboração do PCMSO?
<br />9.2.5. Quem pode Elaborar o PCMSO?
<br />9.2.6. Como Ocorre a Elaboração do PCMSO?
<br />9.2.7. Qual a Validade do PCMSO?
<br />9.2.8. A Falta do PCMSO pode Levar à Multa?
<br />9.2.9. A Partir de Quantos Funcionários a Empresa deve ter o PCMSO?
<br />9.2.10. Quanto Custa a Elaboração do PCMSO?
<br />9.2.11. Relatório Anual do PCMSO
<br />9.2.12. Os Exames Complementares do PCMSO Podem ser Feitos pelo SUS?
<br />9.2.13. Implantação do PCMSO
<br />9.2.14. E se na Região não tiver Médico do Trabalho o que Fazer?
<br />9.2.15. Por Quanto Tempo Devo Guardar o PCMSO?
<br />9.2.16. A Importância do PCMSO
<br />9.3. PCMAT – Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na <br /> Indústria da Construção
<br />9.3.1. O que é PCMAT?
<br />9.3.2. Para que Serve o PCMAT?
<br />9.3.3. Quais Empresas Precisam ter o PCMAT?
<br />9.3.4. Qual a Validade do PCMAT?
<br />9.3.5. Qual Profissional pode Elaborar o PCMAT?
<br />9.3.6. Qual a Diferença entre PCMAT e PPRA?
<br />9.3.7. A Obra que tem PPRA Também Precisa ter PCMAT?
<br />9.3.8. Quais Documentos Integram o PCMAT?
<br />9.3.10. Quanto Tempo é Necessário Guardar o PCMAT?
<br />9.3.11. Onde Deve ser Guardado o PCMAT?
<br />9.3.12. Conclusão
<br />9.4. PCA – Programa de Conservação Auditiva
<br />9.4.1. Sobre o Ruído
<br />9.4.2. O que é PCA?
<br />9.4.3. Quem Elabora o PCA
<br />9.4.4. Na Prática
<br />9.4.5. Parcerias
<br />9.4.6. A Parte que Cabe ao PCMSO
<br />9.4.7. Periodicidade Mínima da Audiometria nos Trabalhadores
<br />9.4.8. Conclusão
<br />9.5. PCV – Programa de Conservação Visual
<br />9.5.1. Quais Empresas Devem Implantar
<br />9.5.2. Normas Regulamentadoras
<br />9.5.3. O PCV no Ambiente
<br />9.5.4. Estrutura do PCV
<br />9.5.5. Periodicidade
<br />9.5.6. Conclusão
<br />9.6. PPR – Programa de Proteção Respiratória
<br />9.6.1. Agentes Químicos Agressores
<br />9.6.2. Agentes Biológicos
<br />9.6.3. Conclusão
<br />9.7. Conclusão – Programas de Segurança
<br />10. Assuntos e Ferramentas que todo Profissional de SST <br /> Precisa Conhecer
<br />10.1. PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário
<br />10.2. O que é PPP?
<br />10.3. Atualmente o PPP Vale para Todas as Empresas?
<br />10.4. Quando Deve ser Emitido?
<br />10.5. Tempo de Guarda do PPP
<br />10.6. Responsável pelo PPP
<br />10.7. CIPA
<br />10.7.1. O que é CIPA?
<br />10.7.2. Para que Serve a CIPA?
<br />10.7.3. Direito a Estabilidade (Garantia de Emprego) na CIPA
<br />10.7.4. Como a CIPA é Formada?
<br />10.7.5. Como Definir o Número de Membros da CIPA?
<br />10.7.6. Quando a Empresa Precisa ter CIPA?
<br />10.7.7. Funcionário em Período de Experiência Pode se Candidatar a Cargo <br /> de CIPA?
<br />10.7.8. Técnico de Segurança do Trabalho Pode se Candidatar na CIPA?
<br />10.7.9. Estagiário pode se candidatar na CIPA?
<br />10.7.10. Quem Pode Ministrar Treinamento da CIPA?
<br />10.7.11. Principais Atribuições da CIPA
<br />10.7.12. Organização dos Envolvidos na CIPA
<br />10.7.13. O que faz o Designado da CIPA?
<br />10.7.14. Devo Protocolar a CIPA no SRTE?
<br />10.7.15. Quando um Membro sai da CIPA como Posso Colocar Outro <br /> no Lugar?
<br />10.7.16. Em quais Situações a Empresa pode Encerrar as Atividades da CIPA?
<br />10.7.17. Atribuições dos Funcionários na CIPA II
<br />10.7.18. Considerações Finais
<br />10.8. O que é Ordem de Serviço
<br />10.8.1. Legislação para o Empregador
<br />10.8.2. Legislação para os Funcionários
<br />10.8.3. Ler Antes de Assinar
<br />10.8.4. Por que ter a Ordem de Serviço na Empresa?
<br />10.8.5. A Ordem de Serviço é Importante para o Empregador
<br />10.8.6. A Ordem de Serviço é Importante para o Funcionário
<br />10.8.7. Em Quantas Vias Deve ser Emitida a Ordem de Serviço?
<br />10.8.8. Atualizações da Ordem de Serviço
<br />10.8.9. A Ordem de Serviço Deve ser Feita por Função, Por quê?
<br />10.8.10. Quando Deve ser Assinada a Ordem de Serviço?
<br />10.8.11. Qual o Profissional Pode Elaborar e Assinar a Ordem de Serviço?
<br />10.8.12. Como Elaborar a Ordem de Serviço?
<br />10.9. LTCAT
<br />10.9.1. O LTCAT Continua Valendo?
<br />10.9.2. Para que Serve?
<br />10.9.3. Qual é a Periodicidade do LTCAT?
<br />10.9.4. Quem Elabora o LTCAT?
<br />10.9.5. Quem Instituiu o LTCAT?
<br />10.10. CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho
<br />10.10.1. Tipos de CAT
<br />10.10.2. Quando Deve ser Emitida?
<br />10.10.3. Se o Empregador Não Emitir a CAT Outra Pessoa Poderá Fazer?
<br />10.10.4. As Vias da CAT
<br />10.11. Incêndio e Brigada de Incêndio
<br />10.11.1. Relatório de Inspeção do Corpo de Bombeiros – Itens Exigidos
<br />11. Higiene Ocupacional
<br />11.1. Exposição ao Perigo ou ao Risco?
<br />11.1.1. Áreas de Atuação de Higiene Ocupacional
<br />11.1.2. Tipos de Agentes
<br />11.1.3. Higiene Ocupacional
<br />11.1.4. Estudo
<br />11.1.5. Entendendo as Análises
<br />11.1.6. Condução dos Trabalhos
<br />11.1.7. Relatórios e Ações
<br />11.1.8. Qual a Prioridade das Medidas?
<br />11.1.9. Concluindo
<br />11.2. Equipamentos de Avaliação Ambiental
<br />11.2.1. Equipamentos de Medição
<br />11.2.2. Anemômetros
<br />11.2.3. Bomba para Amostragem de Gases e Poeira
<br />11.2.4. Detector de Gás
<br />11.2.5. Decibelímetro ou Medidor de Nível de Pressão Sonora
<br />11.2.6. Dosímetro
<br />11.2.7. Monitor de Ibutg (Índice de Bulbo Úmido e Termômetro de Globo)
<br />11.2.8. Medidores de Vibração Humana
<br />11.2.9. Luxímetro
<br />11.2.10. Higrômetro
<br />11.2.11. Explosímetro
<br />12. Os Primeiros Passos na Segurança do Trabalho
<br />12.1. Exercendo a Profissão
<br />12.2. Profissionais de Segurança do Trabalho o Ônus e o Bônus
<br />12.2.1. Quem Somos na Empresa, nos Setores de Trabalho e até Mesmo na <br /> Sociedade
<br />12.2.2. Profissionais de SST o Ônus e o bônus de Trabalhar no Segmento
<br />12.2.2.1. O Ônus
<br />12.2.2.1. O Bônus
<br />12.2.3. Conclusão
<br />12.3. 15 Erros que o Técnico de Segurança do Trabalho não Pode Cometer
<br />12.4. Como se Portar Diante do Auditor Fiscal do Ministério do Trabalho
<br />12.5. Como Fazer Check List
<br />12.6. Qualitativo ou Quantitativo – Veja a Diferença
<br />Referências
<br />Glossário
<br /><br />

Demonstracao

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Exercicios

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Paginas

384

ISBN

978-85-371-0334-0